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A humanidade insiste em não aprender com o passado. Olhando para a sucessão de acontecimentos no Mundo eu começo a pensar que teremos um grande “problema” pela frente nos próximos anos. Desde a crise económica neoliberal onde se insiste em proteger os causadores da situação em penalização de todos os outros, até aos conflitos que “estalam” em vários pontos do Globo.

No Egipto a “Irmandade Muçulmana” prepara-se para tomar conta do maior país muçulmano do mundo, acabando com o papel moderador que o Egipto, mal ou bem, teve nas últimas décadas. O exemplo do tratamento dado a Mubarak fará por certo com que os casos da Síria e da Líbia tomem proporções mais sérias, com os seus “queridos ditadores” a darem tudo por tudo para evitarem ser julgados numa maca colocada dentro de uma jaula. Não é à toa que a Mossad está em alerta máximo e o Estado de Israel está em pânico com os acontecimentos.

A Itália e a Espanha começam a ser pressionadas. A Itália é um país que facilmente pode espartilhar-se e cair nas mãos erradas, a história é clara. A Espanha é outro “remendo” colado pela monarquia que dificilmente resistirá a um tratamento de choque. Os EUA estão com a cabeça no cepo e só não caiem já porque os chineses, inteligentemente, não querem perder todo o dinheiro que lá meteram e vão aguentando as pontas. O Paquistão extrema as suas posições e com o corte das transferências americanas poderá voltar a mostrar a sua verdadeira face extremista.

Leiam esta passagem tirada do Wikipédia sobre a Grande Depressão:

A Grande Depressão, também chamada por vezes de Crise de 1929, foi uma grande depressão económica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial. A Grande Depressão é considerada o pior e o mais longo período de recessão económica do século XX. Este período de depressão económica causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países, bem como quedas drásticas na produção industrial, preços de acções, e em praticamente todo medidor de actividade económica, em diversos países no mundo.

Todos sabem o que aconteceu após a Grande Depressão… o New Deal americano conduziu a uma recuperação mas o mal estava feito. Na Europa, no Japão e no Médio Oriente o poder tinha sido ocupado por gente com ambições de conquista e de extermínio à custa do desespero das populações. Confesso-vos que estou a ficar preocupado, não por mim nem pelo país, mas pelos meus e pelas novas gerações.

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2 comentários

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De INFARMED a 05.08.2011 às 20:30

21 de Dezembro de 2012 é o dia em que morrem 6 biliões de pessoas. De quê? Não se sabe. As profecias que batem todas no mesmo ano são vagas. Há as que falam numa mudança cósmica como um impacto de um meteorito (como os Maias). Há as que apontam para uma guerra que culmina num mega bombardeamento nuclear (Baba Vanga). Há as que falam em doenças, pragas e conflitos (Nostradamus). Todas apontam para 2012 como o ano da tragédia. Espero estar cá para ver.
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De J. Santos a 08.08.2011 às 16:59

O momento actual leva-nos a pensar sobre o que andamos aqui a fazer! Será que o dinheiro é assim tão importante para sermos felizes? Será que, no dia em que finarmos, vamos pensar "passei a minha vida toda a tentar ganhar o máximo de dinheiro possível , quase não tenho amigos, pouco tempo dediquei à minha família , tratei os meus devedores de uma forma impetuosa e enganei os meus credores... mas tenho 550 mil euros no banco, 9 casas e 8 terrenos. Fui feliz". Será que fui realmente feliz??? E o que juntei ao longo da vida vai-me servir para quê???
No final de Março, a professora do meu filho perguntou-me se tinha gostado da prenda do dia do pai que o pequeno tinha feito. Obviamente respondi que sim, tinha gostado muito. Mas a verdade é que nem me lembrava o que tinha sido. Acho que nem olhei para a prenda. São estas coisas que me fazem pensar e achar que a nossa ordem de prioridades está completamente subvertida. Em primeiro vem o dinheiro (ou a falta dele), em segundo o trabalho, em terceiro mais dinheiro, e depois vem a família, os amigos e todas as pequenas coisas que tanto prazer nos dão. A verdade é que me lembro com muita saudade dos meus tempos de criança, quando brincava com as molas da roupa, atirava pedras a uma lata colocada em cima do muro do quintal com uma fisga que o meu pai me tinha dado, o simples bocado de madeira que imitava uma pistola com a qual "arrumava" dezenas de maus, a espectacular espada de madeira que o meu avô fez para mim (pintada e tudo), e a vida era uma verdadeira alegria. Isto sem falar na minha primeira bola. O dinheiro era necessário? Claro que sim, mas era necessário para o essencial, não para coisas supérfluas às quais pouco ligamos mas fazemos questão de ter.

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