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Há mais de 5.000 anos que existem registos e relatos históricos. Desde o ano 3.100 AC que se conhecem datas e acontecimentos… antes disso era a pré-história. Debruçando-nos sobre o que sabemos destes 5 milénios não é difícil encontrar paralelismos com os tempos actuais. A ascensão e queda dos impérios sucedeu-se a um ritmo alucinante. Alguns duraram muito tempo, como os egípcios ou os romanos. Outros foram fugazes, como os persas ou os hunos. Mas todos terminaram da mesma forma, fruto da insatisfação e emancipação do povo.

 

França foi, na era moderna, o país precursor das maiores transformações no velho continente. A revolução francesa aconteceu em circunstâncias que se assemelham muito àquelas que iremos enfrentar nos próximos tempos. O rei Luis XVI, apesar de ter procurado ter junto de si alguns dos melhores cérebros franceses daqueles tempos, foi incapaz de atacar os interesses estabelecidos entre a nobreza da época. Naquele tempo os nobres eram os ricos de hoje em dia. Eles controlavam as terras e os negócios. Como é evidente não estavam dispostos a perder direitos e tudo fizeram para que o rei transferisse todos os sacrifícios para o povo. Assim aconteceu durante anos, e durante anos a corte francesa continuou a viver “à grande e à francesa” enquanto o povo era massacrado com impostos e passava fome.

O resultado todos devem conhecer: o poder caiu nas ruas e surgiram nomes, como Robespierre, que semearam o terror e, por força da guilhotina, aniquilaram todos aqueles que antes pertenciam à nobreza. Tudo terminou com a chegada ao poder de um baixinho soldado que anos antes tinha sido promovido a general e despromovido logo de seguida. Chamava-se Napoleão e todos devem saber quem foi.

O curioso de tudo isto é que, mais uma vez, na revolução francesa, os acontecimentos precipitaram-se involuntariamente. Uma reunião mal acabada entre a nobreza, a burguesia e o clero foi o rastilho que fez rebentar a bomba e a partir dai a situação fica fora de controlo. A história é fértil em acontecimentos simples que se transformaram em rastilhos e em gente simples que de repente salta para a linha da frente.

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1 comentário

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De Jorge L a 13.08.2011 às 19:55

E passados poucos anos outro baixinho aproveitou a miséria e o descontentamento para tomar as rédeas da Alemanha e mergulhar o mundo na maior e mais mortífera guerra de que temos memória. O mundo pertence aos baixinhos, por isso tira o cavalinho da chuva porque vou ser eu o próximo imperador. Um abraço
Jorge

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