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Outra vez o IMI

07.10.11

Além dos aumentos de impostos vindos de Lisboa os silvenses têm também que estar atentos à “colecta” feita pela nossa “querida” Câmara Municipal. Na próxima reunião de câmara será discutida, e votada, uma subida de meio ponto percentual na taxa de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) para o nosso concelho.

Se tivermos em conta que Silves tem sido um dos concelhos mais atingidos pela desvalorização imobiliária – estima-se que o valor dos imóveis tenha caído em média mais de 20% nos últimos 2 anos – e que essa desvalorização não é contabilizada nos cálculos do IMI, facilmente chegaremos à conclusão que os proprietários do concelho de Silves estão mais pobres.

Da última vez que o assunto do IMI veio “à baila” assistimos à chamada “barrasquice política”… nem quero lembrar-me das incongruências e devaneios que marcaram esses tempos. No final prevaleceu a sensatez e a justiça. Mantiveram-se as taxas e obteve-se o compromisso da autarquia de reduzir a despesa para o limite do sustentável. Acontece que a despesa diminuiu mas as receitas, como seria de esperar, também diminuíram… obviamente o executivo volta a propor a subida das taxas para o máximo (0,7%) porque fazer outra coisa poderia fazer perigar os “jobs” e os “apoios aos amigos”, e isso já todos sabemos será a última coisa a mexer.

Enquanto não é revista a legislação sobre a Administração Local a situação é clara: existem 4 vereadores da oposição contra 3 do executivo. O mesmo é dizer que o IMI só subirá se PS ou CDU assim o entenderem. No ano passado, como forma de pressionar e condicionar, a Dra. Isabel Soares semeou o medo entre os funcionários da autarquia (até uma manifestação às portas da CMS foi organizada… coisa nunca vista!!) e circulou o boato de que, sem os 400.000 euros que a medida permitiria encaixar, estariam em perigo 170 postos de trabalho. Agora ainda não sabemos o que aparecerá, mas uma coisa é certa… abstenções a troco de compromissos “da treta” são traição ao eleitorado.

 

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