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"Amigo Paulo
Parece que os seus blogues tem ajudado a agitar as águas. Estando o amigo a viver em Albufeira que interesses o movem?
Já vi que o seu problema não é com o PSD porque ao que consta ai onde vive é apoiante de Desidério Silva. É seu familiar?
E Isabel Soares. Que mal lhe fez?
E porquê nunca atacar os comunistas?
Não consigo entendê-lo. Sinceramente!"

 

 

 

Assim escreveu PZ, comentando o post anterior. Resolvi trazer o assunto para a “1ª página” porque parece que é sina minha responder sempre às mesmas perguntas.

 

Comecemos pelo facto de eu viver em Albufeira. Começa ai a minha “neura”. Gosto de Messines e gostava de viver lá e de trabalhar lá mas, tirando abrir um bar, a pouco mais os jovens daquela freguesia podem aspirar.

 

Não me movem interesses nenhuns. Sempre gostei de escrever e desde o Jornal de Parede da C+S de Messines, passando pelo saudoso “O Estravanca” e pelo renovado “Terra Ruiva” sempre escrevi, dei ideias, critiquei e opinei. Pareceu-me que um blogue seria uma óptima forma de “matar o vício” e comecei a postar aqui os meus artigos do “Terra Ruiva”. Recentemente, com a entrada de Carneiro Jacinto em cena, começou a discutir-se o concelho na blogosfera de forma mais acesa e, por carolice, quis participar. Fá-lo-ei até ao dia em que entender que chega ou que não acrescento nada de novo.

 

Os únicos interesses que me movem são os interesses da minha terra. É por olhar para Messines e ver que nos últimos 10 anos tudo ficou igual, ou pior, e nada foi feito que critico Isabel Soares. Respondo-lhe já que a Dra. Isabel Soares a mim nunca me fez mal nenhum. Mal a conheço. Já a Messines, por querer ou sem querer, a presidente da Câmara faz muito mal. É só por isso que a critico: pelo que está à vista de todos. Não me interessam os casos “Viga d’Oiro” – dizem-me tanto como os voos da CIA - e respeito aqueles que vem neste executivo qualidades e virtudes. Talvez até existam mas eu, em Messines ou em Albufeira, não as consigo ver. Quase pelas mesmas razões critico também o PS Silves, porque nunca foi oposição que “preste” e porque não tem “pilhas” desde os tempos do “messinense” Zé Viseu. Porque será?

 

Desidério Silva é um presidente que admiro. Pela sua visão do concelho de Albufeira, pela forma como olha para os empresários e empresas do concelho (como parceiros no desenvolvimento, não como alvos a “abater”) e pela forma como passa desapercebido pelas questiúnculas politicas do seu concelho. Muita gente fala bem dele, de forma desinteressada, e, ao que parece, tem muitos e bons amigos. Isso ajuda a caracterizar alguém. Não sou seu familiar (pelo menos que tenha conhecimento) e conheço-o de actos públicos e pouco mais.

 

Quantos aos ataques aos comunistas. Quem é de Silves sabe que o PCP é de todos os partidos aquele que melhor “capital humano” tem. Não tem nada a ver com ideologia. Tem a ver com pessoas e com a vontade de ajudar Silves. Não tenho dúvidas que nisso o PCP (ou a coligação CDU se quiserem) dá 10 a 0 aos outros partidos.

 

Respondo ainda a um outro “valente anónimo” dizendo que, se mudei de Paulo Dinis (com “s” e não com “z”) para Paulo Silva foi porque Silva é o meu nome de família. O Dinis é segundo nome que me distinguia na escola de todos os outros Paulos. Seja qual for o nome, eu assino o que escrevo, sempre.

 

Termino dizendo o que sempre disse. Na minha vida já mudei de opinião em muitas coisas e já ultrapassei alguns preconceitos. Provem-me que esta presidente fez por Messines o que Messines merecia ou que não fez porque não pode e eu peço desculpas a todos os que critiquei neste anos todos. Até lá vou continuar a escrever.


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Cá temos a prova de que não é com museus e “montanhas” de dinheiro que se leva a cultura ao povo.  A  Junta de Freguesia de S. Bartolomeu de Messines relembra João de Deus, com o espectáculo de leitura de poemas e música:  “Entre palavras e música”, no dia 10 de Março, pelas 21 horas, no Auditório da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Messines.

 

Esta é uma iniciativa conta com as presenças do Professor António Cândido Franco e do músico Eduardo Ramos. Está inserida no Programa das Comemorações do 177º aniversário do poeta e pedagogo messinense, João de Deus.

 

Louvável a iniciativa da Junta de Freguesia e a colaboração da CCAM. E bem a propósito destas duas instituições lanço aqui uma ideia ao José Vitor: Devolver à memória de Francisco Vargas Mogo e da família tudo o que fez pela freguesia (e não só). Julgo que o nome numa rua não é suficiente.

 

Bombeiros, Casa do Povo, Junta de Freguesia, CCAM, Messiaco, etc… etc… Tudo o que foi feito em prol da nossa freguesia nas últimas décadas teve – directa ou indirectamente – o dedo de Francisco Vargas Mogo. Na minha adolescência cheguei a embarcar em “contos” de terceiros e a agir de forma critica em relação a essa figura messinense. Mas os factos e a verdade prevalecem sempre sobre a intriga e a mentira. Hoje sou dos que nutre uma profunda admiração pela obra deste homem. Ideia lançada…

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Dou hoje início a uma série de posts – mais ou menos periódicos – que tem como única intenção ajudar os candidatos à Câmara a traçar os seus programas eleitorais e, quiçá, ajudar a Dra. Isabel Soares a fazer alguma coisa de útil pelo concelho (assim tenha ela a humildade de reconhecer uma boa ideia a alguém que não “lhe beije o rabo”).

 

Diz ali em cima – no subtítulo do blog – que as opiniões aqui “postadas” são minhas e por elas responderei. Tratam-se de pensamentos, pouco elaborados, mas que podem ser úteis se aperfeiçoados por outras cabeças.

 

Quero também dizer que escusam de vir dizer que estou a dar o “ouro ao bandido” porque a mim apenas interessa o concelho. Se o progresso vem pelas mãos de partido A ou B, pouco me importa. Desde que venha, o resto é conversa.

 

Vou começar pela freguesia de São Marcos da Serra, que me é particularmente querida, e que me parece a mais “desfavorecida” em termos de perspectivas futuras:

 

São Marcos da Serra

 

A freguesia de São Marcos está “no tapete” e só uma grande reviravolta a pode voltar a colocar nos trilhos da sustentabilidade.

 

No meu entender um dos grandes problemas de São Marcos tem a ver com a falta de informação e o isolamento. Já li acerca de alguns projectos (na Suécia e Noruega) em que se combate o isolamento das pessoas e a sua resistência às novas tecnologias enviando para o terreno uma espécie de missionários dos tempos modernos.

 

Por exemplo, sabe-se que a grande vocação da freguesia é a agricultura e a floresta. A ideia seria enviar para o local pessoas formadas em Engenharia Agrária ou Florestal que, vivendo na aldeia por períodos mais ou menos longos, seriam responsáveis por manter contactos diários com as populações. Esses contactos teriam uma forte componente encorajadora e visariam colocar os cidadãos a par de incentivos fiscais, fundos comunitários e processos burocráticos. Estes “missionários” seriam avaliados de acordo com objectivos atingidos e seriam seleccionados pela sua formação e – essencialmente – pela sua capacidade de interacção com as populações.

 

Falamos de meios pequenos, onde facilmente se passa a mensagem e, mais facilmente ainda, se fica a conhecer toda a gente. Muitas destas pessoas vivem alheadas das novas realidades e o “diz que disse” dos cafés só as deixa mais baralhadas e assustadas.

 

As pessoas de São Marcos tem os terrenos, o tempo e, muitas vezes, o dinheiro para vencer e criar postos de trabalho, só lhes falta uma palavra encorajadora e esclarecida para que tudo se desenrole. Falamos de um baixo investimento e de uma ideia que, mesmo não obtendo os resultados ideais, teria impacto positivo na opinião pública.

 

Admito que a ideia possa não vingar, mas tenho quase a certeza que, com muito menos dinheiro, faria mais por São Marcos da Serra do que a estalagem, o museu e o burro de plástico.

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“Esperar que um concelho se torne adepto fervoroso de cultura construindo museus e teatros é o mesmo que esperar que o comboio apareça em Monchique construindo uma simples estação.” É este o mote para o texto desta edição. É mês de Carnaval e por isso ninguém há-de levar a mal.

 

Em Portugal temos tendência para “falsas unanimidades” e somos por vezes levados a recear dizer que não gostamos de “ballet” ou de Maria João Pires com medo de quebrar essas mesmas unanimidades. Existe o receio que nos chamem estúpidos, ignorantes ou mal formados se formos contra a corrente.

 

Tenho falado com algumas pessoas e fica-me a impressão de que muitos não concordam com a construção de um segundo Museu em Messines, com o Museu em São Marcos ou com a “pipa de massa” que se gastou no Teatro Gregório Mascarenhas. Mas, apesar de não concordarem tem “medo” de o assumir e levar o rótulo de “atrasados” para casa. Eu não me importo de o levar, até porque não estou contra os Museus… estou é a favor de muita outra coisa que nos faz falta.

 

Ninguém parece entender que fazer da cultura o “motor” de desenvolvimento de um concelho “atrasado”, demograficamente desequilibrado, “envelhecido” e “desanimado com o futuro que o espera” é asneira só ao alcance de “predestinados”.

 

Messines não tem (ainda) um Jardim Municipal, um Parque Industrial, um Parque Infantil, uma Politica de Trânsito definida, um Plano Urbanístico sério (se pensarmos bem, nem Silves tem nada disto)… mas, tem um Museu! Se perguntarem aos messinenses o que mais falta lhe fazia para impedir que os seus filhos tenham que ir procurar emprego noutras paragens a resposta não seria, certamente, um Museu!

 

Já sei que o argumento dos defensores da obra vai ser o mesmo que foi usado na questão do pavilhão da escola: - “Ou fazia-se ali e agora, ou o dinheiro fugia para parte incerta.” – e assim se vai conseguindo levar o povo na mão. Não penso assim e para mim é preferível não gastar o dinheiro dos contribuintes do que gastá-lo mal gasto. O Estado – seja o nosso, o alemão ou o francês – não é “uma vaquinha malhada” que sustenta obras feitas “porque sim”. O que quero dizer é que, a ser pago pelos contribuintes, o Museu teria que vir mais à frente, depois de muitas outras necessidades supridas. Só, e apenas isso.

 

Anuncia-se já a “recuperação” do Centro Histórico de Messines como mais uma “obra” a favor dos messinenses. E eu pergunto: -“Quais messinenses?! Os que vivem na vila, ou os que a querem mostrar aos amigos e depois voltar para a terra deles?!”

 

Olhe-se para São Marcos da Serra. O Museu do Azeite, a prometida Estalagem… é isto que a Câmara tem para propor àquelas pessoas?! É com “isto” que se pretende “travar” a “fuga” de pessoas para o litoral?! São Marcos da Serra ficou sem Centro de Saúde, sem Bombeiros, sem Correios, sem Praça… mas tem um Museu! E vai ter uma Estalagem para os visitantes do Museu poderem “descansar”. Prioridades “esquisitas” estas…

 

Faço-vos então uma pergunta para terminar: -“Que nome se dá a um “regime” – baseado na propaganda e persuasão - onde toda a obra é feita com o objectivo alimentar o “ego” do “líder” e das “elites” em vez de beneficiar a população?”

 

Guardem essa resposta na cabeça e lembrem-se dela daqui a 3 anos…

 

Bom Carnaval a todos.

In "Jornal Terra Ruiva" - Fevereiro de 2007

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Foram dias produtivos…

 

Carneiro Jacinto veio aqui chamar-me genuíno, o João da Serra veio – um tanto ou quanto tocado – “atacar” o José Vitor e o José Folgado, um socialista dos 7 costados veio acusar-me de não aparecer nas discussões, entre outros... Há que responder! Não?!

 

Estimado Carneiro Jacinto:

 

A genuinidade e a ingenuidade confundem-se! Deixe-me por isso pensar se lhe sirvo para “argumento” ou se o posso ajudar a encontrar “argumentos”. Se quiser de facto fazer alguma coisa por este concelho tem que ouvir outras gerações, aquelas que tem a “ilusão” de poder ser úteis a custo zero…

 

Caro João:

 

Não penses que me dás uma ideia nova! Já várias vezes falei à minha tia na remota hipótese de capitalizar a influência que tem na aldeia e na freguesia (coisas muito diferentes, como sabes). A resposta foi sempre NÃO. Podes ajudar-me a tentar convencê-la, sei que seria a melhor presidente que São Marcos poderia ter.

 

Camarada socialista:

 

Ainda bem que me viu duas vezes na sede do PS Silves, prova a minha teoria de que vocês são uns exagerados… é que, na verdade, só lá estive uma vez!

Garanto-lhe que já me passou pela cabeça que o socialismo não era para mim. Mas, após trocar algumas ideias acabo sempre por concluir que sou socialista a 100%.

Gosto de ganhar, acredito no socialismo e, por consequência lógica, nunca poderia dar-me com os “cromos” que conduzem o PS Silves. Muitos daqueles que fazem parte das listas (que dão a cara) nem sonham com a “podridão” que por ali vai e não tem culpa por lutar pelo que acreditam.

Caso não saiba, caro socialista, estive envolvido na tentativa de criação de uma secção da JS em Messines. Tinha os elementos, tinha as condições reunidas… mas nunca tive o apoio do PS Silves, que via em nós uma ameaça. Se dúvidas houvessem, ficaram desfeitas quando, após várias desistências na Assembleia Municipal (eleita com Lisete Romão à cabeça) chega a minha vez de representar o PS na Assembleia e, imediatamente, aparece-me um “alinhado” a “propor-me” uma desistência em nome do partido, sendo substituído por um “individuo” que acabaria por nem por os pés numa única Assembleia Municipal. O medo seria que eu “colocasse em causa os arranjos da praxe”… Deduzo…

Acredite que quando falo do PS Silves, falo com mágoa… São, efectivamente, uns “bananas” sem ideias, sem carisma, sem devoção, sem “ganas”, sem força, sem “pingo de vergonha”. Continuam agarrados ao “tacho” e a iludir-nos a todos.

 

Acerca do Presidente da Junta de Messines:

 

Pessoalmente gosto muito do José Vitor. Mais uma vez confesso que foi um dos poucos capazes de me motivar para a política local. Sinceramente, esperava mais dele e, embora compreenda as limitações de uma Junta de Freguesia, sempre pensei que fosse mais visível. Não estando permanentemente na vila tenho que me cingir aos comentários, e esses são extremamente negativos para o José Vitor. Ainda assim quero pensar nele como uma espécie de Costinha da selecção – nem sempe se vê que está em campo, mas é útil como poucos.

 

Bom Carnaval a todos e um bem hajam aos Amigos de Messines porque, mesmo contra algumas asneiras que se disseram contra, souberam destrinçar a “nobreza” do que faziam da “baixeza” das “nossas” criticas.

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Silves, Setembro de 2009

 

 

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“… estamos em plena campanha eleitoral.” – Diz Carneiro Jacinto no seu “sítio da Internet”, e diz muito bem. Na verdade apraz-me a ideia de, a 3 anos das eleições, existir toda esta dinâmica em redor do concelho. Nunca tinha visto nada assim.

 

Este “burburinho” em redor da candidatura do jornalista foi capaz de motivar muita gente – eu incluído – a voltar a acreditar em Silves. Já disse várias vezes e torno a dizer: - Esta candidatura agradou-me bastante.

 

Parece-me no entanto que há quem associe esta minha “súbdita vontade” de escrever a uma “colagem” à nova candidatura. Sinto-me lisonjeado porque nem sabia que tinha o “status” para me colar a quem quer que fosse, mas, lamentando a desilusão que possa causar, tenho que vos dizer que não sou “partidário” de Carneiro Jacinto. Além de não o conhecer também não lhe conheço os projectos para o concelho (que, segundo o próprio devem ser “escondidos” para não entregar o “ouro ao bandido”). Logo a única razão para “me colar” seria a “comum” discórdia acerca do rumo do concelho, mas nisso o Dr. Francisco Martins e a Dra. Lisete Romão também estão de acordo “connosco” e, conhecendo-os, teria de os privilegiar.

 

Entendi que tenho que ter cuidado com os comentários que deixo no “blog” do Dr. Carneiro Jacinto porque, além de mal interpretados pelo próprio, constituem factor de “colagem” que não quero. Até já me disseram que “dava a ideia de estar a dar conselhos…”!!! Deus me livre, eu a dar conselhos a Carneiro Jacinto?! Seria quase como um “prego” ensinar um “pato” a nadar! Lamento que haja quem confunda “raciocínio” e “troca de ideias” com “persuasão” e “troca de influências”.

 

Apanhe lá o comboio, caro Dr, e venha “mostrar-nos” de que é capaz. Posso apenas garantir-lhe que, na minha opinião, a sua “coragem” e a boa nova que constituiu o seu aparecimento na cena politica são inquestionáveis, mas – como deve ter presente – não chegam para garantir “adeptos”… pelo menos fiéis!

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PLANO C

14.02.07

Continua a discutir-se o grave problema do “Plano Urbanístico” de Algoz e Messines.

Não é um problema muito complicado...

 

A solução até já existe. Chama-se… implosão

Consegue-se em minutos (e com pouca pólvora) resolver o que em décadas (com muito cimento) foi feito... Fica a sugestão.

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