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Publico aqui um pedido deixado no post anterior. Pela minha parte já estou a trabalhar no sentido de ajudar a Célia. Gostava que todos fizessem o mesmo. Aqui fica:

 

"Preciso que me dê apenas uns segundos e rapidamente, percebe a razão desta mensagem…

Imagine-se na flor da idade… onde tudo o que se pensa está relacionado com o um futuro, longo.

De repente, um sinal leva-a uma consulta!!! E recebe do médico que a consultou, o que menos esperava ouvir até ali… é duro!.

Célia Neves, ouviu exactamente pela voz do médico, que a sua esperança de vida, estava por uns meses… é duro!

Mas mais duro ainda, é saber que pode haver uma esperança de cura, e não podermos tratar por falta de dinheiro.

A Célia tem cerca de 30 anos e precisa da nossa solidariedade, para ser consultada em Pamplona – Espanha e quem sabe, ter muito mais, que apenas uns meses de vida.

Vamos todos ser solidários, e ajudar quem precisa de nós nesta altura tão difícil da sua vida.

Para que se possa levar a Célia a ser consultada em Espanha, está aberta uma conta na Caixa geral de Depósitos, com o número:

003 520 960 002 156 810 052, ou então entregue a sua contribuição nos Correios em São Bartolomeu de Messines.

A Célia conta com a sua solidariedade.
"

Posso afiançar que a situação é real e que a conta é de confiança.


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Da forma como isto anda ainda vais ter que voltar a pendurar isso no sitio...

 


Parece que as “ironias” a propósito de Salazar ainda não acabaram. Folheava o Diário Económico de hoje e encontro uma curiosa notícia que nos dá conta da intenção da Câmara Municipal de Santa Comba Dão alargar o projecto do Museu Salazar como forma de obter fundos comunitários para a sua construção. (ler +)

 

Isto é de facto espantoso! Digo mesmo que há-de ser o cúmulo da “pouca vergonha” esta personagem ser, na mesma semana, eleita “democraticamente” o “Melhor Português de Sempre” e, logo de seguida, arranjar alguém que tenha coragem de ir buscar à Europa – que sempre foi desdenhada e mantida à distância por Salazar – o “pastel” necessário à construção do “Mausoléu” particular.

 

Pelo menos uma coisa tenho que reconhecer. Com 50.000 apoiantes faz sentido fazer, pelo menos, um clube Amigos de Salazar. É mais informal que um Museu e sempre pode ser patrocinado por alguma marca de cerveja.

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25 de Março de 2007 ficará para a história de Portugal como o dia em que Salazar foi eleito o “maior português de sempre”. Em muitas casas deste país portugueses foram para a cama com um “nó na garganta” e com uma pergunta a bater-lhes na cabeça a cada 15 segundos: Que merda de país é este em que vivo?!!

 

Não vivi esses tempos mas deles tenho os estudos e conhecimento suficientes para abominar a ideia.

 

Mais grave ainda foi que, juntos, Salazar e Cunhal conseguissem 70% das preferências dos votantes! Sabe-se lá o que quererá dizer isto?! Sabe-se apenas que dois “tipos” que “cuspiam” na democracia foram “democraticamente eleitos” como os “Maiores Portugueses de Sempre”. Ironia suprema ou sinal de alarme sério para a nossa classe politica?!!

 

Está aberto o terreno para que surja na cena politica um Le Pen à portuguesa… É só esperar.

Fiquem com um texto de Miguel Gaspar, do DN, a 27 do mês passado...

Salazar


Miguel Gaspar
Para uns, trata-se de um concurso de televisão que não merece atenção. Para outros, é um cenário de pesadelo imaginar que na televisão pública do Portugal democrático o povo possa vir a eleger Salazar como o maior português de sempre. Estou entre os primeiros: não só porque um concurso é um concurso, mas também porque uma votação na Internet é uma votação na Internet: pode ser facilmente manipulada e não é representativa da população. Vale apenas como curiosidade.

O mesmo não se pode dizer dos efeitos que essa votação está a provocar. Da motivação de algumas parcelas do eleitorado televisivo para fazer crescer as votações em Salazar ou em Álvaro Cunhal para ganhar na televisão o que se perdeu na História, ao regresso do velho, desalentado e triste discurso sobre a imbecilidade crónica do povo português que continua "a querer um Salazar", Portugal permanece o país da falta de auto-estima e que precisa de se ver feio ao espelho. Porque continuamos a ser assim qua- se 40 anos após a morte do ditador de Santa Comba é que permanece um mistério.

Entendamo-nos: o mal-estar em relação a tudo isto não é culpa da RTP, mas sim de um regime democrático que nunca conseguiu criar uma grelha de valores sólidos e consensuais, nomeadamente quanto ao sentido da democracia e quanto à questão nacional. A história épica ensinada pela ditadura continua a ser o molde através do qual muitos portugueses olham para o passado. A democracia não fez me- lhor do que reinventar os Descobri-mentos como base do espírito nacional. E, sobre temas tão complexos co- mo a Guerra Colonial, preferiu manter o silêncio.

Salazar está bem menos vivo do que se pensa. Para as pessoas que nasceram nos anos 1970 ou 1980, nem pertence ao passado imediato. A pouco e pouco, o ditador deixa de existir na memória de pessoas concretas e torna-se um nome abstracto, impresso entre duas datas nos livros de História. Isto vale tanto para os saudosistas do fascismo como para os discursos construídos em torno da me- mória do combate à ditadura.

O problema é que, desaparecendo esta memória da história recente, fica apenas um vazio. E o drama do nosso tempo é precisamente esse: o de ter perdido o sentido da história. E, sem esse sentido, o passado torna-se um jogo em que Cunhal, Camões, Salazar ou D. João II valem o mesmo. A Histó-ria tornou-se num mero concurso de televisão. E isso preocupa.

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O interior do Algarve vive numa encruzilhada...

 


 

Hélder Nunes, colaborador do Jornal Barlavento, assina esta semana um artigo de opinião pertinente sobre o estado do Algarve. Concordo com quase tudo o que escreve e vou pegar num parágrafo desse texto para sublinhar aquilo que tenho andado a dizer nos últimos tempos:

 

“Somos 400 mil e dentro em breve seremos muitos mais, porque o Governo quer aumentar tudo em 50 por cento, daí que se espere que a população siga essa estatística.”

 

Obviamente a população não se aumenta por decreto governamental, nem é isso que Hélder Nunes quer dizer, mas a tendência óbvia é para que o Algarve cresça a olhos vistos nos próximos anos. Temos todas as condições económicas e estruturais para nos aproximarmos do milhão de habitantes.

 

É aqui que entram as vilas e aldeias do barrocal e da serra algarvia. São elas que terão que disputar esses 600.000 novos habitantes que ai vem. E como é que se faz isso?! Simples. Criando condições para que as pessoas queiram residir nesses lugares.

 

Um casal com 2 filhos, que pondere várias alternativas, nunca virá morar para Messines nem nunca pensará em São Marcos da Serra como hipótese séria. Quem tem filhos preocupa-se com coisas que ultrapassam os museus e os centros históricos. Quem escolhe um lugar para viver quer ter qualidade de vida permanente.

 

Na altura de comprar casa e escolher o lugar onde assentar as famílias ponderam muito mais que o preço do imóvel. Quem opta por comprar na base do preço mais barato quase sempre acrescenta muito pouco ao lugar para onde vai.

 

Eu acredito que o interior do Algarve pode atrair turistas se escolher não competir com o turismo da beira-mar e se preocupar em ser genuíno. Em ter pessoas a viver com qualidade. Em atrair pessoas capazes de acrescentar algo aos sítios que escolheram para viver.

 

Muito se fez em acessibilidades nos últimos anos e com isso o Algarve ficou pequenino. Tenho na minha empresa pessoas que vivem em Aljezur, em Portimão ou em São Brás e que, diariamente, se deslocam para trabalhar em Albufeira. Sem problemas. Todos eles vivem com qualidade nos sítios que escolheram. Porque razão Messines e São Marcos não podem ambicionar a crescer com base na qualidade de vida que oferecem?!

 

O primeiro factor de escolha de um imóvel é a localização. É a localização que temos que valorizar e é nas pessoas que temos que apostar. No dia em que Messines possuir uma massa humana consistente os espaços e eventos culturais, a oferta comercial e a variedade de escolha surgirão naturalmente e com muito melhor qualidade.

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Um dos comentadores do blog “Cidadania” - que recomendo vivamente pela grande qualidade e clarividência que o(s) seu(s) autor(es) colocam nos posts – dizia que via Armação de Pêra como uma “vaca” que sustenta Silves. Julgo que queria dizer a “cidade” de  Silves (tenho sempre alguma dificuldade em chamar cidade a Silves, vá-se lá saber porquê) mas até admito que assim seja em relação a todo o concelho.

 

De facto, tirando Armação de Pêra, apenas Messines podia assumir o papel de “financiador” da Câmara local (que, diga-se, já assumiu por largos anos). Esta observação de Francisco Santos deixou-me a pensar e forçou-me a dar-lhe a razão. Messines é hoje uma “lástima”… uma “vaquinha moribunda”… sem leite e cheia de “moscas”. A forte vocação comercial que tínhamos (éramos a freguesia com mais pequenas empresas e comércio) desapareceu e as explorações agrícolas há muito que andam pela “hora da morte”. De quem é a culpa?!!

 

Em parte será da mudança de tempos e da inadaptação dos messinenses às novas realidades, reconheço. Mas, outra parte há-de ser da “estratégia” suicida deste executivo, que aposta no turismo para desenvolver a região serrana quando, a 15 minutos de carro, está montada uma poderosa máquina turística capaz de “sugar” tudo o que se faça em redor.

 

Há pouco mais de 1 ano estive no norte de Itália e, na região de San Remo (uma espécie de Albufeira do Mediterrâneo) encontrei pequenas aldeias e vilas do interior que prosperavam fazendo do comércio, da agricultura, da indústria e dos serviços os seus únicos sectores de actividade. Não vi por ali uma estalagem, um hotel, um parque de diversões e, vi-me grego, para encontrar um museu. A própria cidade de San Remo, apesar das praias, do casino e do Mediterrâneo à porta, era rodeada por estufas e campos agrícolas e tinha um porto de pesca de apreciável dimensão e dinamismo. Segui depois para Veneza e em redor apenas encontrei cidades industriais e pequenas localidades rodeadas por campos de cultivo e estufas. Veneza é um bom exemplo do que pretendo transmitir. Será que alguém acredita que um turista vai a Veneza para conhecer os museus e pernoitar nas estalagens de San Doná de Piáve, Conegliano ou Montebelluna??! Nem se lembraria disso. Nem saberia que estas cidades existem e ficam ali por perto e, se ousasse alugar um carro para dar um “giro”, provavelmente não iria à procura de Museus ou Estalagens mas sim de pessoas e da Itália dos italianos.

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Tal como se esperava o "parto" foi longo mas fácil e tudo aponta para que o "ratito" seja "cabeludo" (sai à mãe) mas não deixe por isso de ser só, e apenas, um "ratito". Que venha agora o caso "Tijolo de Chumbo"!

Pode ser que agora o pessoal se concentre em pôr a nu a porcaria que é este concelho... verdadeiro paraíso para "ratitos"...

Uma ressalva para o nº 4... parece que, à semalhança do 13 nos aviões, não se usa o número 4 na Câmara de Silves... passa-se do 3 para o 5!!!

Ora vejam...

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Com a devida vénia a André Neves Bento, aqui fica o link para uma petição a favor dos moradores das zonas afectadas pelo traçado dos cabos de alta tensão.

Vamos lá perder uns segundinhos:

http://www.petitiononline.com/07silves/petition.html

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Aqui vai mais um que se espera se torne numa referência da blogosfera. Material humano em potência a vila tem. Vamos a ver se pega.

Estão abertas as inscrições

remexido.blogs.sapo.pt

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