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O Messinense aviou o Real Massamá 4-3 (que é só o líder da classificação) em Massamá e garantiu a manutenção na 2ª D...

 

Parabéns ao clube, à direcção e ao presidente "super-star", Zé Piasca....

 

Para a semana há festa em Messines no último jogo frente ao Imortal...

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Estou convencido de que uma parte dos portugueses pensa na Casa da Moeda como a “vaquinha malhada do país”! Para esses o dinheiro gasto pelo Estado não “aquece nem arrefece” porque, pensam, quando a “massa” acaba liga-se a rotativa e… “pimba”, desatam a sair notas de 500 euros.
 
Só assim se explica a frequência com que se ouvem comentários do género: - “Quero lá saber, quem paga é o Estado!” ou “Aproveita que o Estado paga!”, ou ainda “Deixa estar, é funcionário público!!!!!!”
 
Para um quinhão de portugueses “lixar dinheirinho” ao Séquito Público é tido como um “nobre acto” que deve ser meritório de admiração e respeito por parte de todos. Passa-se por um “amontoado” de “empregados públicos” em “amena cavaqueira” durante o expediente e achamos “giro” porque o Estado é que paga! Conhecemos um tipo que anda há meses a receber o subsídio de desemprego - enquanto trabalha ilegalmente - e achamos que “faz ele muito bem” porque quem paga o Estado! A presidente da Câmara de Silves contrata advogados pagos a peso de "Oiro", mas não temos nada a ver com isso porque o "dinheirito" sai dos cofres do Estado. Sabemos que as “cabrinhas” do “Tí Manél” são as mesmas que as do “Tí Jaquim” e que os dois recebem subsídio pelas mesmas cabras, mas deixamos estar porque quem paga é o Estado! E por ai em diante… Não interessa porque essa “coisa medonha” paga.
 
Lamento desiludi-los mas o Estado não é o Abrahamovic! O Estado somos todos nós e, o dinheiro que de lá vem, saiu-nos dos bolsos. Não foi para isto que, há 33 anos, Salgueiro Maia “comandou” a revolução dos cravos… isso vos garanto.

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Baldes e pás...

27.04.07

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A propósito do Túnel do Marquês gostava de deixar escrito que sou dos que acha que o vereador Sá Fernandes devia ser responsabilizado pelos prejuízos causados ao erário público. Se assim fosse o próximo que resolvesse parar uma obra sem ter a certeza daquilo que fazia pensava duas vezes antes de agir.
 
É preciso, e é urgente, responsabilizar os políticos pelos actos que cometem. Sejam os que estão no poder, ou os que estão na oposição defendendo os interesses económicos… ou, mais estúpido ainda, defendendo ideologias e partidos quando deviam defender pessoas.

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Pela segunda vez - num espaço de 3 dias - alguém bem informado me diz que faço parte da lista de "ódios de estimação" da senhora presidente. Não sei se é verdade ou apenas rumor. Sei apenas que, a sê-lo,  o sentimento não é recíproco.

 

As razões para a minha crítica nada tem a ver com partidos nem com questões pessoais - eu apenas conheço a "senhora" da Escola de Silves, há muitos anos atrás - o que me "lixa" é ver o estado em que está o concelho e graças ao 25 de Abril tenho o direito de reclamar, protestar e opinar.

 

Quem vai para a política tem que esperar oposição e exposição. Há até uma frase "escalabitana" que se adapta ao caso:

 

"Quem não tem cu, não se mete a paneleiro!"

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 Este mês começo por vos dizer que a minha condição de colaborador do Terra Ruiva e blogger do Penedo mudou radicalmente. Por motivos pessoais e profissionais alterei a minha morada e agora “voto” em Albufeira. Passo a estar para o Terra Ruiva como o José Milhazes está para a SIC...
 
Esta mudança reflecte um pouco a debandada que há anos devasta este concelho. Na verdade eu e a “patroa” somos naturais do concelho de Silves – ela de Armação e eu de São Marcos da Serra – mas fomos forçados a arrumar a “troxa” e procurar por oportunidades noutro concelho. Encontramos essas oportunidades em Albufeira e agora somos mais 3 a viver por cá (porque o filhote Rodrigo já entrou para as estatísticas que colocam o concelho de Albufeira como o primeiro em taxa de natalidade).
 
Isto são boas notícias para o PSD. De uma assentada tem menos dois votos contra em Silves e ganham dois votos em Albufeira. Apesar de me considerar um indivíduo de esquerda, sou um admirador do Presidente Desidério Silva (não, não é da minha família… infelizmente) e da sua atitude enquanto responsável máximo pelos destinos deste concelho. Em Albufeira a Câmara encara as empresas como parceiras no desenvolvimento e não como alvos a abater. Aqui sentimos que existe vontade em simplificar a vida às pessoas e em criar condições para que, num futuro muito próximo, esta cidade e este concelho sejam verdadeiramente importantes no contexto nacional. Aqui as oportunidades existem porque a Câmara faz muito mais que atribuir licenças de construção e plantar flores.
 
Mas, o facto de deixar de “votar” em Silves não significa que deixe de me preocupar com a minha terra, nem que deixe de colaborar, em tudo o que possa, com os projectos que visem “puxar” Silves para o mapa.

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Não sou um tipo muito vaidoso - admito que, por vezes, até possa parecer… mas não sou - só que ele há coisas que temos de partilhar. Quanto mais não seja para ver se alguém nos vem desejar mal e, sem saber, dar-nos aquele suplemento extra de motivação para conseguirmos superar os obstáculos.

Na próxima semana vou ter que discursar para cerca de 900 pessoas em plena cerimónia “hollywoodesca” no Casino do Estoril! Vão ser os 10 minutos mais longos da minha vida…

Mais do que as palavras… falta-me o fato! É que a época das dietas começa depois do 1º de Maio e esta cerimónia apanhou-me de surpresa.

Serve isto para dizer que nos próximos dias vou alhear-me um pouco desta “farra” para preparar as coisas. Depois dou novidades…

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Antigamente não havia nada disto...

 

Quando alguém que não conheço me vem com o cliché do “isto está mau” ou o fatalismo do “futuro negro” fico um pouco sem jeito e desconfortável. Apesar de tentar não o demonstrar passa-me pela cabeça que o sujeito que tenho à minha frente seja um “profissional” daqueles que foi severamente atingido pelo facto de, finalmente, se combater a corrupção e a fuga aos impostos neste país.

 

Não pretendo insinuar que o trabalhador tem hoje vida mais fácil que tinha no passado recente. Muitos não têm seguramente. Aquilo que tem de novo é a perspectiva de que o futuro poderá ser bem melhor.

 

Com os meus 31 anos tenho bem presente na memória os tempos em que haviam “tabelas instituídas” com os valores que cada cidadão deveria pagar, por “baixo da mesa”, se quisesse passar num exame de condução, se quisesse marcar uma escritura ou se quisesse ser atendido num centro médico enquanto ainda estava vivo. Também não me esqueço de que a “fuga aos impostos” era encarada como sinal de grande inteligência. Quem pagava impostos era estúpido e gozado pelos restantes. Ora é precisamente para as classes profissionais habituadas ao “extrazinho” e para aqueles que nunca pagaram um “chavo” de impostos que “isto está mesmo mau”. E, se não mudam de atitude, ainda há-de ficar pior.

 

Dou-vos o exemplo de muitas pequenas empresas. Durante anos privilegiaram a discrição porque entendiam que a forma de ganhar dinheiro era não pagar um tostão ao Estado e por isso tinham que tentar não dar nas vistas. Atitude pouco prudente porque o sucesso de uma empresa depende, em grande parte, da visibilidade que tem no mercado e da atitude vertical que adopta face aos seus clientes. Resultado?! Amealharam uns “tostões” e agora andam preocupados em explicá-los às finanças. Ao mesmo tempo as empresas são improdutivas, obsoletas e desconhecidas. É por isso que não produzimos e temos que comprar tudo aos espanhóis e a todos os outros que, há mais tempo que nós, adquiriram o saudável hábito de pagar impostos. O facto é que, por este e por outros motivos, não temos ainda um tecido empresarial sólido e competitivo.

 

Muito trabalho já foi feito mas muito mais há por fazer. A eleição de Salazar como o “melhor português de sempre” teve o dom deixar visível o descontentamento generalizado dos portugueses face aos seus políticos. Também assim se explica a “boa imagem” que Sócrates tem junto da população. Sendo, ou não sendo, engenheiro José Sócrates é um político diferente. As pessoas esperam dele acção e ele retribui as expectativas, ou pelo menos assim faz parecer.

 

 Para reverter de vez este estado de coisas falta “mandar” o primeiro politico para a “gaiola”. Seja presidente da Câmara, seja Deputado, seja um dos “tubarões”… se meteu “o pé na poça” tem que pagar como pagamos todos nós. Por uma questão de justiça até podíamos começar por proibir esses políticos de contratar, pagos com dinheiros públicos, os melhores e mais influentes advogados que o dinheiro pode comprar para limpar a cara. Se os advogados nomeados pelo Ministério Público servem para nós, os cidadãos, também deveriam servir para eles.

 

Falta-nos também entender de uma vez por todas que o nosso papel de cidadãos impõe que sejamos exigentes para com quem nos governa e para com todos aqueles que são pagos pelo Estado e logo, por via de impostos e descontos, pagos por quem cumpre as suas obrigações. Falo de responsabilizar os autarcas pelas consequências da sua gestão, em responsabilizar os políticos pelas consequências das suas politicas e em responsabilizar os funcionários públicos pela sua incompetência e desleixo. Dizia-me um amigo finlandês que, na terra dele, um funcionário público que se “baldasse” sistematicamente ao trabalho ou que fosse pouco produtivo não durava muito tempo. Era “denunciado” pelos utentes que pagam os seus impostos e se sentem no direito de reclamar.

 

Por cá ainda vamos desculpando estes casos e “virando a cara” para o lado enquanto dizemos: - “Deixa lá! Quem paga é o Estado.” 

In Jornal "Terra Ruiva" - Abril de 2007


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Ficamos hoje a saber que Sua Exa. a Presidente da Câmara de Silves está em “Presidência Aberta” e vais estar na vila de Messines para “responder” às perguntas dos cidadãos. Boa iniciativa! Clap, Clap, Clap, Clap…. (isto são palmas)

 

Olhando mais de perto vemos que a dita “presidência aberta” vai ter lugar já na próxima quinta-feira às… 11:00 Horas da manhã!!!! Com a duração de 1 hora e meia!!! Que é, convenhamos, um óptimo horário para evitar os sempre inconvenientes adultos que trabalham e tem responsabilidades.

 

Chama-se a isto “acção politica selectiva”, uma táctica tão ao gosto de grandes nomes como Salazar, Franco, Mussolini ou Estaline. Mudam apenas os “critérios de selecção” porque hoje em dia, já se sabe, o tribunal de Haia não perdoa.

 

Será então de esperar uma boa acção de “campanha” com a presença dos reformados (em busca de um lugarzito no autocarro para a excursão a Compostela), dos desempregados (à espera de um “tachito” na Câmara… nunca se sabe… se bater palmas com muita força…) e dos funcionários da Junta que, coitados, vão ter que assistir ao discurso e às respostas às questões previamente seleccionadas. É verdade. Para colocar questões tem que ligar para o nº 282 440 801 e explicar de que se trata. Deduzo que pedirão logo à cabeça o nº do cartão do PSD. Assim vai o concelho…

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Fantástico, delicioso, excelente, admirável, brilhante, radioso, etc…

 

Estes e muitos mais adjectivos seriam necessários para qualificar o “outdoor” dos “Gatos”…

 

Chama-se a isto dar um “chuto no cu” da extrema-direita e da xenofobia. De fã passo a super, hiper, mega ri-fã… e deixo-vos o link de um outro fã (click)

 

Para os mais desatentos convêm explicar que o “outdoor” foi colocado mesmo ao lado do “original nazi”.

 

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