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Ia ser um “fartote” se a CGTP e o governo fossem obrigados a aferir a adesão à greve olhando para Messines (e grande parte do concelho de Silves). Passei por lá hoje e estava tudo como sempre esteve.
 
Para haver greve tem que haver trabalhadores e em Messines o tecido social está resumido a pequenos empresários que sobrevivem comprando os produtos e serviços uns dos outros. Faz lembrar a Idade Média quando se trocavam galinhas por ferraduras e vinho por pão. Como pequenos empresários que são não fazem greve porque não estão insatisfeitos com o patrão ou com as reformas do Estado na Função Pública.
 
Nos meus tempos de Universidade ouvi um reputado Sociólogo dizer que os “medos” de uma comunidade são difíceis de combater porque cada um – enquanto indivíduo parte dessa comunidade – não tem coragem de assumi-los. E nessa altura pensei que era exactamente isso que se passava em Messines. A comunidade Messinense “morre” de medo que os seus filhos não regressem à terra para assumir os negócios de família, as terras, as casas e as tradições. Cada pai e mãe, individualmente, sente isso e falta-lhe a motivação para reivindicar, para criar, para participar, para lutar por uma vila melhor… - Para quê??! – Perguntam, dizendo depois: - Daqui a alguns anos já cá não estarei!
 
“TRAZER OS FILHOS DE VOLTA…” Acredito que é um bom mote para as próximas autárquicas. Pelo menos é capaz de mexer com a consciência e o intimo de cada um expondo os medos... pensem nisso.

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A Caixa Geral de Depósitos saiu do edifício do antigo BNU em Messines. Fecha-se assim um ciclo e abre-se um problema… Em breve também o Café Aliança – casa emblemática de Messines gerida, pelo não menos emblemático, Zé Piasca – sairá dali deixando um vazio naquela zona.

 

Já repararam que a Rua João de Deus está cada vez mais parecida com uma “cidade fantasma”?? Quem vem da Portela de Messines, ao chegar ao cemitério velho, tem a sensação de que entrou num filme a preto e branco sobre Londres dos anos 20.

 

A “prioridade” de Isabel Soares é o “centro histórico de Messines”… e o resto da vila??

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Tenho andado a ler um livro que me despertou a atenção pela sua intemporalidade e pela forma surpreendente como encaixa nas mais variantes actividades económicas, politicas e sociais. Não recomendo livros por princípio mas o título é “Reflexões sobre a Arte de Vencer” e o autor é Frederico II da Prússia. Chegado ao Capitulo “Dos Talentos que são Precisos a Um General” deparo-me com estes dizeres:
 
“Julgo que… deva ser um homem honesto e bom cidadão, qualidades sem as quais a habilidade e a arte da guerra são mais perniciosas que úteis. Pede-se ainda que seja dissimulado, parecendo natural, brando e severo, constantemente desconfiado e sempre tranquilo, poupado por humanidade e por vezes pródigo no sangue dos seus soldados, trabalhando com a cabeça agindo por si próprio, discreto, profundo, instruído sobre tudo, não se esquecendo de uma coisa para fazer outra, e não negligenciando, por pensar que está acima deles, esses pequenos detalhes tão decisivos para as grandes coisas.
 
Recomendo todas estas qualidades devido à sua importância. E eis a razão: a arte de esconder o seu pensamento, ou seja a dissimulação, é indispensável a qualquer homem que tenha que conduzir grandes assuntos. Todo o exército lê na sua cara o seu destino; examina as causas do bom ou mau humor, examina os seus gestos. Resumindo, nada escapa.”
 
Não acham que isto faz sentido? Não acham que, mesmo sem ver a cara de um “general”, pelas suas palavras e escritos conseguimos perceber se está tranquilo, exaltado, bem disposto ou “borrado” de medo? Fica para que pensem…

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Venho de mini férias e, a caminho das verdadeiras férias (já daqui a 2 semanas), descubro que já caçaram - ou pelo menos pensam que caçaram - o Toutaver e que a nomeação de elementos da JSD para cargos na Câmara Municipal anda a fazer “furor” noutros blogs. Em minha opinião "recrutar" os JSD's não é um mau acto de gestão da presidente. Ou pelo menos não é tão mau como querem fazer parecer.

 

Ficaria mais preocupado se, em igualdade de circunstâncias, a presidente escolhesse alguém da JCP ou da Juventude Popular (não falo da JS porque se existe, ninguém sabe) porque isso seria sinal de uma grande falta de coerência politica, de pouca inteligência e até de deslealdade para com aqueles que a apoiaram desde o primeiro minuto.

 

Não posso, nem devo, pôr em causa as competências e capacidades dos elementos supostamente recrutados na JSD. Até porque apenas conheço um – o Rui Fernandes que é de Messines – e reconheço-lhe capacidades para desempenhar qualquer cargo, tanto na CMS como noutra qualquer instituição ou empresa.

 

O que eu sei é que: se são jovens, se são do PSD e se são formados e competentes devem ser a primeira escolha na altura de reforçar a equipa de uma Câmara… PSD. Da mesma forma no futuro há que esperar semelhante atitude por parte de qualquer outra cor politica que venha a comandar os destinos do concelho. Sei que é uma opinião radical mas eu prefiro ter lá o Rui Fernandes ou o Rui Grilo a algum outro “jovem”, de outro concelho e de outra cor partidária, que não tenha a mesma “paixão” pela politica e pelas pessoas que estes dois sempre tiveram. Não estou a defendê-los porque não precisam, estou a ser franco e a tentar ser imparcial. Podem não partilhar as minhas convicções, mas tem as deles e defendem-nas com “unhas e dentes” o que é uma coisa rara nos dias de hoje.

 

Para mim são sempre boas noticias ter jovens deste concelho a trabalhar nele, sejam eles PSD, PS ou PCP… desde que sejam necessários… claro.

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Nota: Quem fala inglês vai entender que, apesar do aspecto infantil, este video (excerto de um programa do canal "oficial" do Hamas) não tem nada de inocente.

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Um amigo meu dizia-me - meio a brincar, meio a sério - que no PS Silves há, pelo menos, 10 “boys” prontinhos para encabeçar a lista à Câmara de Silves. Acrescentava que não estava a ver nem PS, nem CDU a apoiar Carneiro Jacinto… nem tão pouco Carneiro Jacinto a encabeçar a lista de nenhum destes partidos.
 
Isto preocupa-me porque, a acontecer a vitória de Isabel Soares é um facto consumado, mas mais ainda porque evidencia que nenhum dos partidos - ou das candidaturas—está verdadeiramente preocupado com Silves. Vamos a ver no que dá. Há duas alternativas:
 
1 - Os candidatos reúnem-se, unem esforços e armam uma estratégia para mudar o concelho. Neste caso estarei certo e tentarei ajudar como puder a transformar para melhor “as minhas freguesias”.
 
2 – O meu amigo tem razão e vão todos a votos. Prova-se que o que interessa é o “ego político” de cada um e, nesse caso irei de imediato filiar-me no PSD e inscrever-me para colaborador da Voz de Silves.
 
Aceitam-se apostas…

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Este senhor acha que o Penedo Grande abusa da linuagem porca e obscena.

Nas autárquicas de 2005 Isabel Soares conseguiu 44,4% dos votos no concelho de Silves. O suficiente para ser reeleita como Presidente da Câmara. Não se discute que assim os silvenses o quiseram, nem tão pouco a legitimidade da vitória.
 
Em Messines e em São Marcos da Serra– e só estas duas freguesias me interessam – Isabel Soares teve 1.789 votos num universo de 8.736 inscritos. Lembro-me desse dia e da azáfama dos autocarros da CMS e os carros de campanha IS, já descaracterizados, a “carregar” eleitores até às “portas da vila”. Lembro-me também de nas semanas antes todos os recursos da autarquia terem sido postos ao serviço da campanha IS. Os outdoors a prometer a nova Escola Primária, o Jardim Municipal e a célebre Estalagem são um clássico. Por essa altura a estrada Silves – Messines foi “convenientemente” arranjada e os buracos da estrada Messines – Algoz “criteriosamente” tapados. Por todo o lado viam-se máquinas e homens da CMS a “trabalhar”. Um belo cenário.
 
Todo este esforço de campanha – nem discuto se legal ou não porque isso é responsabilidade dos partidos que concorreram às eleições – rendeu 35% de votos em Messines e 37% em São Marcos. Ou seja 65% e 63%, respectivamente, NÃO votaram em Isabel Soares, apesar de tudo isto e da fraca oposição que PS e CDU apresentaram nessa altura.
 
Isto tudo para dizer que não me calam com essa treta de os silvenses estão com Isabel Soares! Os silvenses até podem estar. Os de Messines e de São Marcos não estão com certeza. Sejamos sérios o suficiente para reconhecer que na Democracia portuguesa os Presidentes em funções têm sempre 10 pontos percentuais de avanço. Isto sem colocarem a “máquina” a funcionar.
 
PS. Acusam-me de ter uma linguagem imprópria aqui no meu blog. Sobre isso apenas digo: O blog é meu, só lê quem quer e falo como bem entender. Posso dizer os palavrões que quiser porque escrevo para mim, e para alguns amigos, sem pretensões de ter qualquer cargo ou responsabilidade na vida politica do concelho. Todos os que aqui vem devem ser adultos. Pudicos e “criancinhas” não devem ler este blog. Está feito o “disclaimer”.
A terminar relembro que, há 6 anos, numa Assembleia de Freguesia na Junta de Freguesia de Messines, Isabel Soares disse, e passo a citar: "Os abstencionistas são como os paneleiros!". Eu estava lá, sou testemunha, com uma sala apinhada de gente...

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Há pouco mais de um ano Cavaco Silva vencia as Eleições Presidenciais e Maria Cavaco Silva tornava-se a Primeira-dama do país. Lembro-me de, nessa altura, ter dito a alguns amigos que Messines tinha uma boa oportunidade de aproveitar o facto de a nova Primeira-dama ser messinense. Qualquer outra terra o faria.
 
Independentemente da cor politica dos seus autarcas estou certo que, se tivesse nascido noutro lado qualquer, Maria Cavaco Silva já teria sido solicitada para todo o tipo de causas e cerimónias sendo certo que pelo menos algumas aceitaria.
 
Em Messines… nada!!! Até acho que a grande maioria dos messinenses desconhece este facto. (ver biografia da Primeira-dama).
 
É por estas e por outras que às vezes penso que temos a sorte que merecemos.

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