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Cá está… Silves volta às capas dos jornais graças ao “fantástico” trabalho de sua alteza, Dona Isabel Soares. Mais uma “nódoa” a juntar à “porcaria” que é este concelho.
 
“Somos” o concelho do país que mais tempo leva a pagar a quem nos presta serviços. Mais de 3 anos (!!!!!), em média, é o tempo que tem que esperar se cair na asneira de vir cá fazer algum trabalho. Anuncia hoje a LUSA e hão-de anunciar amanhã todos os jornais que a "viscosa" autarca ainda não "comprou"...
 
Escusado será dizer que com esta “reputação” todos os fornecedores devem incluir já nos seus orçamentos os juros… VIVA ISABEL SOARES E A SUA GESTÃO FABULOSA!!!!

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“Lá vamos cantando e rindo até à insolvência total.” – a frase é de um dos “frequentadores” do Blogue Cidadania e achei que assenta como uma luva “naquilo” em que se transformou o, outrora, grande e pujante concelho de Silves.

 
Ainda não fez um mês que ouvi, da boca de um PSD local, a frase: “A campanha já começou, já todos sabem o que fazer.” Não me admira nada que assim seja porque a única coisa que reconheço de “extraordinário” em Isabel Soares é a sua capacidade de iludir as pessoas… ou, como se diz em Messines, de “endrominar a malta”!
 
Todos sabem que não acredito que o caminho para derrotar a actual presidente passe por “pregar” o descalabro financeiro da autarquia ou os “casos Viga d’Ouro”. Infelizmente o povo português tornou-se “imune” a estas situações tendendo a achar “normal” que as Câmaras Municipais estejam no limiar da falência e que os autarcas “resolvam” problemas recorrendo a técnicas quase “mafiosas”. É tudo normal porque somos um povo sem consciência do que se faz com o dinheiro dos nossos impostos. Quem fizer destes “casos” as bandeiras da sua campanha arrisca-se a representar Dom Quixote aos olhos dos eleitores, a cansá-los e a incentivá-los a aproveitar o Domingo de eleições para um passeio ao shopping.
 
É preciso demonstrar às pessoas o que perderam nesta última década, fazê-las ver que trabalham noutros concelhos, que viram os filhos partir para longe, que apenas “dormem” em Silves, que vivem num concelho feio, sujo e refém do passado como se o futuro não existisse. É preciso fazer com que todos aqueles que têm consciência desta situação vão votar e para isso há que “prometer” e demonstrar mudança. É preciso denunciar o estado lastimável das nossas estradas e pontes, a desertificação do interior, o abandono das nossas serras, o desleixo nas nossas ribeiras, o caos urbanístico das nossas vilas, o desamparo das nossas associações, dos nossos clubes e colectividades… é preciso abrir os olhos às pessoas e falar daquilo que realmente as afecta de forma directa, fazê-las acordar do estado de transe em que a máquina partidária de Isabel Soares as deixa.
 
O bom é por vezes inimigo do óptimo, mas o óptimo era que os principais partidos da oposição e o candidato independente se entendessem no desígnio comum e primeiro: devolver Silves às pessoas. Ao concelho seriam mais úteis 4 anos de colaboração, mesmo que forçada, entre PS e PCP do que mais um mandato disto que temos…
 
Se, como disse o outro, começou a campanha está na hora de reunir as “tropas” e organizar a “guerrilha”… e já.

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Lembro-me de ser pequeno na altura em que a “febre da laranja” grassava por todo o Algarve. De um momento para o outro todos os agricultores modernos e investidores inteligentes achavam que o “que ia dar” era plantar laranjeiras. Por todo o lado – e em especial no nosso concelho – assistíamos a uma autêntica revolução e, à medida que as alfarrobeiras e amendoeiras davam lugar a laranjeiras de toda espécie, ficávamos com a sensação de que o mundo estava ávido de vitamina C, como se adivinhasse “gripe” de dimensões nunca vistas.

 

Em Silves a FISSUL, projecto badalado mas adiado sucessivamente, “nasceu de cesariana” propositadamente para a Festa da Laranja. Dava a sensação que, com “laranja” por toda a parte, era uma questão de tempo até que acontecesse o que aconteceu e tudo neste concelho fosse… laranja. Hoje até o novo museu do “trajo” de Messines é laranja, na certa por homenagem a esses tempos áureos da freguesia em que tantos e tantos agricultores “embarcaram” no “conto do citrino”. Passe o exagero, criou-se a ideia de que quem quisesse ser alguém na vida tinha que ter “laranjeiras” (quem nunca ouviu a expressão: “Olha que o “gajo” tem laranjeiras!”), se as tivesse estavam garantidas as “resmas” de “moças roliças”.

 

Discute-se hoje se foi uma boa decisão. Boa ou má, o que importa é que foi adoptada uma estratégia de desenvolvimento, para mim mais vale uma má decisão do que uma indecisão. É fácil vir, 25 anos depois, desmontar essa estratégia e provar que assentava em “coisa nenhuma”. Não vou criticar os visionários dessa altura, até porque basta sair de casa, e dar um giro pelo concelho, para comprovar o abandono da esmagadora maioria dos laranjais, com o fruto na árvore à espera que as leis da física façam o seu trabalho e as reacções orgânicas completem a tarefa. Não compensa sequer apanhar o fruto porque sairia do produtor já mais caro do que custa numa grande superfície. Digamos apenas que a longo prazo a coisa não correu bem.

 

Hoje, passados estes anos todos aparece uma nova corrente: “O que está a dar é plantar alfarrobeira” - dizem. Os argumentos parecem válidos e juntos fazem todo o sentido. Diz-se que a alfarrobeira é uma das árvores que mais CO2 subtrai à atmosfera, diz-se que é um fruto óptimo para a produção de “bio-diesel”, diz-se que os restos são óptimos para elaborar rações para animais e que a grainha mantém o elevado valor que sempre teve na indústria alimentar e farmacêutica. Deduzo que com a laranja se devam ter arranjado argumentos tão, ou mais, convincentes que estes e é por isso que gostava que pensassem bem antes de plantar intensivamente alfarrobeira por todo o Algarve, antes de atirar para o abismo uma série de agricultores e investidores e antes de proclamar aberta ao público a Festa da Alfarroba na FISSUL.

 

É verdade que a alfarrobeira, pelo menos, tem mais a ver com a flora da região, mas também é verdade que as transformações que se avizinham implicam alterações profundas na vida de todos nós quer a experiência resulte ou fracasse. Portugal é o 3º maior produtor mundial de alfarroba e, olhando para o primeiro e segundo lugares (Espanha e Marrocos) não será muito plausível esperar que melhoremos o “score”, sendo bem mais provável que países como o EUA, o México, a Argélia e a Tunísia também optem por dedicar mais hectares a esta cultura deixando-nos novamente em posição de “dominados”… tal como aconteceu com a laranja.

 

Vamos pois ter fé nos nossos “estrategas” que, sentados nas suas cadeiras em Faro e Lisboa, estudam a melhor solução para o futuro do interior algarvio e esperar que desta vez a decisão seja a acertada e a mais fundamentada. De preferência fazendo ouvidos “moucos” ao lobby da alfarroba que já anda por ai. Admito que até sou fã do fruto e da árvore e que por entre os bolos, a aguardente, os espessantes e os quilates (esses mesmos, os dos diamantes, têm origem na grainha da alfarroba) destaco o uso da alfarroba que mais me agradou até hoje, pela sua originalidade e “pontinha de malvadez”: “praxar” os jovens universitários que chegam ao Algarve vindos de outras latitudes. - Quem já experimentou comer alfarroba verde sabe do que estou a falar.

 

          In. Terra Ruiva - Maio de 2008

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O PSD Algarve apela à candidatura de Alberto João Jardim à liderança do Partido e eu não tenho dúvidas que nesse cenário o “pequeno Fidél” seria o próximo candidato a primeiro-ministro.

 
Como socialista agrada-me a ideia de colocar o “caudilho” da Madeira à prova em Portugal. Pelo menos ficávamos com uma noção clara do país que temos. Quem já foi à Madeira sabe que o desenvolvimento da ilha foi “super”, mas sabe também que quem pagou fomos nós… os do continente. Duvido que, com Alberto João a primeiro-ministro, Zapatero aceitasse pagar a conta…
 
Como português faz-me espécie saber que aquele “ser” que sempre desdenhou os “continentais” agora apareça como “salvador da pátria”. Só a sede cega de poder do PSD justifica que “tipos” como Santana e Jardim continuem a contar nas estatísticas. Julgo mesmo que, no caso disso acontecer, estão criadas as condições para o surgimento de um novo partido… um partido que aglomere as pessoas sérias e inteligentes que o PSD tem, infelizmente em quantidade insuficiente. A surgir esse novo partido haveria de cativar muita gente deste PS, com “tiques” de autoritarismo deveras preocupantes. Ainda não o escrevi mas aquela proposta da proibição das tatuagens e dos piercings deixou-me perplexo, para não dizer revoltado.
 
A ver vamos, como dizia o cego…

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