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Diz que o recém-eleito Miguel Freitas (numa eleição em que só ele concorreu) quer fazer uma Sondagem para ver quem será o candidato preferido dos silvenses à corrida autárquica. Atitude sensata que já devia ter sido tomada noutros tempos. Vamos ver é se a amostra da sondagem não se reduz aos 5 “gatos-pingados” que ainda seguem Lisete, Serpa & Cia.

 
Sugiro também que a sondagem tenha duas perguntas:
 
- Quem deverá ser o candidato do PS à Câmara de Silves?
- Acha que esse candidato consegue ganhar a Isabel Soares?
 
Quem olhar para o que se passou nos últimos 2 anos vai ver que a única oposição “socialista” à actual “alarvidade” tem vindo da parte de Carneiro Jacinto… a oposição dos “outros 2” é mais uma obsessão interna que vê nos socialistas locais inimigos e na sua sede de vencer uma ameaça.
 
Temos por isso, a começar, uma promessa de mais dinheiro mal gasto pelo partido em sondagens inúteis. Dinheiro que militantes, como eu, entregam todos os anos... na esperança de que pessoas como o Dr. Miguel Freitas o usem com sabedoria.

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Damos hoje início a uma "sondagem" experimental que visa apenas "apalpar" a opinião dos internautas que frequentam este "tasco". Peço por isso aos intervenientes que compreendam e não votem todos os dias neles próprios.

 

Fica mesmo aqui ao lado... é só escolher e clicar.

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Eu sou um daqueles “gajos” que tem o vício das leituras. Desde a ida matinal à casa de banho até à “caminha”, passando pelo pequeno-almoço e pela hora das novelas tenho que ter sempre à mão leitura. Leio de tudo… desde romances comerciais a teorias idiotas sobre o fim do mundo, passando pela TV Guia e pelo "Courier International".

 
De todas as leituras retemos sempre uma parte, mas raras são as vezes em que encontramos conteúdos como aquele que vos trago agora.
 
O texto que se segue faz parte do trabalho que é tema de capa da Revista EXAME deste mês: “Ser Líder é…” O trabalho recolhe a opinião de 22 grandes líderes de empresas e organizações que actuam em território nacional. Li todos mas apenas guardei dois. Destaco este que se segue e no final colocarei o segundo, mais curto e mais generalista.
 
Quero dizer que conheço um homem assim, foi esse homem que me levou a acreditar que podia ser aquilo que ambicionasse e que fez de mim um “projecto de empresário”… parece-me que as palavras de Pedro Pina – CEO da McCann-Erickson Portugal – foram inspiradas nele. Aqui ficam:
 
Um líder exemplar sabe sonhar e nesse sonho consegue visualizar o negócio e a organização no futuro. Mais ainda, um líder exemplar tem a capacidade de partilhar esse sonho com a organização e fazê-la acreditar que é possível torná-lo realidade.
 
Um líder exemplar tem de ter a auto-estima e o orgulho de se rodear de gente melhor do que ele próprio e que o desafia permanentemente.
 
Um líder exemplar tem de dotar a sua organização de um sistema de valores que lhe dê sentido de pertença e razão de ser.
 
Um líder exemplar sabe ouvir e sentir permanentemente a organização. Sabe que por trás de cada funcionário está um ser humano para quem a fronteira entre a vida profissional e a vida pessoal é ténue. E ambas deverão ser acauteladas e acarinhadas.
 
Um líder exemplar ensina a sua organização a sentir tranquilidade na incerteza. E a desenvolver-se organicamente.
 
Um líder exemplar tem de ter coragem. E coragem não é ausência de medo. Antes, a capacidade de conviver com ele.
 
O outro testemunho que aqui vos deixo é de Rui Nabeiro e resume a uma frase outro homem, que também conheço e estimo bastante, e que em breve será presidente deste concelho: “O líder acredita e faz acreditar.”

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Viva o "Tó"...

16.10.08

Há uns tempos atrás o meu amigo “Tó” – e “Tó” é nome fictício porque o verdadeiro nome dele é José Manuel - chega a casa depois de uma noite de copos e depara-se com dois “artistas”, munidos de latas de tinta e gorros de bandido, a fazer “graffities” na parede exterior da casa dos seus pais. De imediato o “Tó” grita: “O que é que estás a fazer palhaço?!”

 
Um dos “artistas” pirou-se sem deixar rasto e o outro foi apanhado pelo casaco. A pergunta era obrigatória: “Quem é que te deu autorização para fazeres este trabalho na parede da minha casa?!”. A resposta foi surpreendente: “Ouve lá meu, eu estou a espalhar a minha arte no exterior. Preocupa-te com o interior da parede, o exterior é público!”
 
Se há coisa que eu sempre admirei no “Tó” foi o seu “pragmatismo”. Quase sem pensar fechou a mão e assentou dois belos socos na “fuça do artista”. Antes mesmo que ele dissesse alguma coisa o “Tó” rematou: “E está calado! Preocupa-te com o interior. Eu bati-te no exterior e, como tu próprio dizes, o exterior é público!”
 
Por muito que custe aos “libertinos” deste país a lição do “Tó” foi excelente. Não contem comigo para essa “palhaçada” de, por ser de esquerda, ter que defender fulanos que vandalizam a propriedade pública e privada abrigados na demagogia de que “estamos perante uma nova forma de arte”, “uma arte urbana e contemporânea”. Por mim eram presos, a começar pelos vendedores das tintas.
 
É vergonhoso ver o estado em que está o Algarve, com pontes, autocarros, comboios, garagens, prédios, lojas, moradias, hospitais, esquadras de policia… etc… vandalizados sem que ninguém faça nada. Quem defende esta “estranha forma de arte” deveria colocar um autocolante na parede a dizer “piche aqui”, do género “publicidade aqui não” na versão para apreciadores de “arte urbana”.
 
Estamos a falar de grupos organizados que viajam centenas de quilómetros, noite dentro, em busca dos locais mais visíveis para “pichar” (desculpem lá o termo brasileiro mas adequa-se que nem “ginjas”). Tal como um Rafeiro Alentejano, um Labrador Retrievier ou um mero “vira latas”, estes jovens tem a estranha necessidade de deixar a sua marca. Acontece que os cães fazem a “mijinha” por instinto e depois de uma boa chuvada tudo fica bem, enquanto estes “marginais” deixam nas paredes e veículos um rasto que sai caro a quem, não partilhando a mesma concepção de arte, se vê forçado a ter que pagar para limpar a “porcaria”.
 
Refugiam-se os “graffiters” na estúpida analogia com os homens das cavernas, que desenhavam bisontes e dinossauros nas paredes das grutas como forma de se expressarem e, quiçá, de ultrapassarem as longas noites de inverno. Para eles é instintivo e por eles seria perfeitamente normal que, movido pelo mesmo instinto hominídeo, alguém desatasse a perseguir canídeos, galináceos ou bovinos munido de setas em “talisca” amarradas na ponta de um pau de esteva. O que é curioso é que, regra geral, estes seguidores do Homem-de-Neandertal são jovens que apregoam a defesa dos animais e dos direitos humanos.
 
 
Se há direito humano, que deveria ser consagrado na constituição portuguesa, é o de um cidadão querer manter a sua casa branca, querer viajar num autocarro limpo, querer ser assistido num hospital exemplar ou querer conduzir sem que as pontes e viadutos lhe firam a vista. Chamem-me antiquado, fascista ou insensível às artes… estou-me “borrifando” para isso. O que eu não sou é “parvo” o suficiente para ficar a ver um “bando de putos” delapidarem a propriedade alheia escudados em correntes “Hip-Hop” ou “alegorias das cavernas”.
 
 
Aproveito a onda para deixar o meu protesto duplo na questão do outdoor contra a emigração colocado em Entercampos, bem no centro de Lisboa. Duplo porque é contra o PNR, que insiste em ver nos emigrantes o mal do país quando muito provavelmente o país é o mal dos emigrantes, e contra o “indivíduo” que o mandou retirar apoiado numa teoria muito conveniente para os seus ideais mas que deita por terra o essencial: este é um país livre no qual o PNR e o Bloco de Esquerda deveriam ter os mesmos direitos.
 
 

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Como as iniciativas escasseiam na vila é minha obrigação divulgar esta… e dar os parabéns ao Zé Vítor porque o seu empenho neste evento tem sido de louvar.

 
 
 
 
E por falar em Zé Vítor acho que o site da Junta de Freguesia devia informar os cidadãos sobre a tal “estação de tratamento de lamas” que a CMS nos quer por às portas de Messines. Os editais e os quadros de informação na sede da Junta são coisa do passado… ficamos à espera. Rectifico "à-posteriori" (16/10/2008) que afinal o assunto está no site da Junta de Freguesia e pode ser consultado. Ressalvo duas coisas: não é fácil chegar até ele já que o menu do site não nos dá essa possibilidade e a informação é bastante escassa.

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Já que hoje arranjei tempo para “postar” aproveito e explico aqui o apoio que manifesto publicamente, desde a semana passada, à Candidatura de António Carneiro Jacinto.

 
Tive a oportunidade de conhecer António Carneiro Jacinto, de trocar algumas ideias com ele, de ouvir muitos dos seus projectos para este concelho, de conhecer muitas pessoas que estão com a sua candidatura, de perceber que ele tem noção do enorme sarilho em que se vai meter quando ganhar a Câmara de Silves.
 
Não podia negar-lhe apoio. Não porque esse apoio lhe faça muita diferença, mas porque a minha atitude critica para com a Dra. Isabel Soares e para com o PS Silves encontra nele a solução perfeita. Porque o descrédito que a politica concelhia me suscitou encontra nesta candidatura um remédio eficaz. Porque o “enorme buraco” em que estamos enfiados encontra nesta candidatura uma oportunidade histórica de começar a diminuir.
 
Sendo que a minha opinião ainda prevalece no meu blog deixem que lhes diga que Carneiro Jacinto está perfeitamente identificado com esta terra, com estas gentes e que só os “desinformados” podem trazer à “praça” o seu desconhecimento e desenraizamento do concelho. O certo é que dele podem esperar trabalho árduo, rigor e, essencialmente, muitas e boas ideias para Silves… o que não podem esperar é que entregue de bandeja à actual presidência substância e bons projectos que naquelas mãos terão dois fins: o aproveitamento em benefício próprio e da família; o “boicote preventivo” mesmo que para isso seja necessário usar recursos públicos.
 
A partir de agora considerem este blog um espaço apoiante desta candidatura, deste homem e desta equipa. Daqui a sensivelmente um ano vamos ver no que deu!

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