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 VOLTO DENTRO DE MOMENTOS...

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Participei por estes dias numa pequena “tertúlia” que debateu alguns dos problemas deste concelho e algumas ideias para ultrapassar esses mesmos problemas. Existe, de uma forma vincada como nunca e cada vez mais visível, uma insatisfação declarada à gestão Isabel Soares entre a população, o que quer dizer que os “blogs”, a opinião, e as manifestações de desagrado de muita gente têm surtido efeito na comunidade silvense. Infelizmente existe também uma grande desconfiança na única alternativa conhecida: Lisete Romão!

 
Senti que - e eu comungo da ideia - ninguém coloca em causa as boas intenções, e muito menos a competência na sua área, da Dra. Lisete Romão. O problema é que todos pensam que a candidata é uma espécie de “Pato Donaltim” nas “mãos” de uma espécie de “José Freixo” que destrói o partido e o concelho alegremente. Nem sei se por “malvadez e sacanice” ou apenas por incompetência e estupidez.
 
Falou-se abertamente daquilo que já me tinha chegado aos ouvidos: a possibilidade de se vir a criar um movimento que lute pela passagem da freguesia de Messines para o concelho de Albufeira e da freguesia de Armação de Pêra para o concelho de Lagoa.
 
Até às autárquicas muita coisa vai acontecer e muitas novidades irão surgir. Fico contente por isso.

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Dia após dia as previsões de "catástrofe" económica em Portugal sucedem-se. Seja o FMI, a OCDE, a União Europeia ou qualquer instituição privada a divulgar o estudo, o resultado é sempre mais umas décimas a "sumir" aos já negativos números que o governo nos dá.

 
Há, contudo, um dado que eu duvido que esteja a ser contabilizado nesses estudos e que fará toda a diferença a nosso favor: 3 eleições em 2009!
 
"Que dizes tu, Paulito?! Insinuas que os melhores economistas e analistas do Mundo não equacionam todos esses dados?!" Pois insinuo. 
Duvido que entre os dados que pedem aos Bancos Centrais, às Comissões de Valores Mobiliários e aos Governos se encontre esta questão: 
"Quantas eleições, e quais, vão decorrer este ano?" Mesmo que a façam será impossível quantificar o impacto de tal cenário numa economia, até porque nos "países desenvolvidos" há regras que impedem os "picos de investimento" em ano de eleições.
 
Ano de autárquicas e de legislativas (até podemos pôr de parte as
Europeias) é ano de "rapar o tacho"... de gastar o que se tem e o que não se tem para "perpetuar a liderança", para agradar aos "otários", para prometer mais uns empregos às "jôtas", para chegar ao "red-line" 
do endividamento... Tenho quase a certeza que ninguém contabilizou isto e que no final de 2009 o desempenho da economia portuguesa vai ser destaque nas "magazines económicas" da Velha Europa: "O Modelo Luso", "Portugal passa ao lado da crise", "Dobrar as Tormentas", "Um povo com fibra"... serão títulos do "Le Fígaro", "De Telegraaph", "El Pais" e "The Sun"... respectivamente.
 
Seria assim se o "rapar do tacho" resolvesse alguma coisa. O problema é que apenas vamos adiar a situação e torná-la muito pior nos anos que se seguem. O exemplo local é soberano: a Câmara Municipal de Silves anunciou há tempos um empréstimo de 15 milhões de euros para pagar dívidas a fornecedores. Este empréstimo, só possível graças a uma nova lei do governo destinada a injectar dinheiro na economia, veio salvar a campanha eleitoral da Dra. Isabel Soares e permitir-lhe convencer alguns empreiteiros a aceitar trabalhar em "passo de corrida". Em declarações públicas a nossa presidente de câmara disse que a Câmara tinha ainda uma capacidade de endividamento confortável, não havendo portanto razões para alarme.
 
Ora eu desconfio um "bocadinho" da "posição confortável" de uma Câmara Municipal que leva, em média, 3 anos para pagar aos fornecedores e que tem, só em salários e encargos com pessoal, mais a pagar por ano do que a parte que lhe cabe do Orçamento de Estado. Já nem discuto se a duplicação de pessoal que este executivo trouxe ao município é necessária, apenas me parece que reside ai a razão de sermos dos municípios com taxas e impostos mais caras e sem nenhuma espécie de apoio social ou incentivo à fixação de pessoas. Sou defensor das "jôtas" (sejam elas de que partido forem) e da participação dos jovens na cena política... não me parece é que a melhor solução para a mobilização desses jovens passe por 14 meses de salário anual às custas do erário público.
 
É incontornável que estamos em crise e muitas câmaras municipais têm já em funcionamento estratégias de apoio aos munícipes e de combate à crise. As que não estão a aplicá-las têm, pelo menos, planos para vir a fazê-lo. Termino por isso com um excerto do Blogue "Servir Silves" onde se transcreve a alegada resposta da Dra. Isabel Soares a um membro da oposição, que queria saber qual o plano de combate à crise da CMS: -"Não temos plano nenhum; as situações serão equacionadas conforme vão aparecendo". - Ora cá está... tal como eu pensava. Pelo menos mentirosa a nossa presidente não é. Desconfio que, à semelhança da crise, vai para uns 10 anos que não há qualquer plano para este concelho. O último de que me lembro era fazer de Silves a Sevilha do Algarve… dai para cá as situações são equacionadas à medida que aparecem.
 
In. Jornal "Terra Ruiva" - Fevereiro de 2009

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O Algarve

12.02.09

O jornal “O Algarve”, pertença do Grupo Lena, vem desde o início do ano encartado no “Expresso”. Uma excelente ideia e um excelente jornal, cheio de iniciativas engraçadas e de surpresas. Temos por exemplo Mendes Bota a citar “os 5 estágios do colapso” de Dmitry Orlov!!! Uma surpresa, sem dúvida. Diz Orlov que o colapso total de uma civilização se divide em 5 estádios: primeiro o colapso financeiro, depois o colapso comercial/industrial, depois o colapso politico, depois o colapso social e finalmente o colapso cultural. Estamos neste momento a debater-nos com o segundo e segue-se o colapso político. Detesto admitir, mas concordo com Bota.

 
Da passada semana destaco outro artigo, de um outro social-democrata, que se aplica como uma luva ao concelho de Silves (apesar de ter sido escrito tendo na mira José Apolinário e a futura luta pela Câmara de Faro). Passo a citar:
 
Quem não faz obra que se veja e que o povo reconheça, adopta por vezes uma solução alternativa ilusória: espalha dezenas e dezenas de tabuletas por tudo quanto é sítio, anunciando tudo e mais alguma coisa para amanhã.
Quem pagará as tabuletas serão os contribuintes. Os mesmos que sofreram pelo facto de as obras reais não terem sido feitas no tempo oportuno. (…) No fundo as tabuletas servem apenas para aparentemente resolver um problema de consciência de quem as manda colocar” - Macário Correia dixit.
 
Na última página temos uma crónica de opinião de Miguel Freitas, o presidente da Federação do PS Algarve, onde ficamos a saber que “há um caldo de cultura” em efervescência e que o progresso de uma sociedade “assenta em três elementos-chave: sustentabilidade, inovação e inclusão.” Tudo conceitos tão vastos como o Oceano Pacífico, como convêm a alguém que não tem nada para dizer aos algarvios…

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Desabafo...

05.02.09

Há dias em que penso que isto já só vai lá à cacetada!

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