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Nem dois dias tinham passado sobre o anúncio das medidas de austeridade impostas pela “troika” ao nosso país e já os dois principais partidos portugueses demonstravam que tudo o que seja mexer com os seus interesses não é bem-vindo.

É sabido que uma das medidas impostas passa pela redução significativa do número de autarquias, coisa que aliás é defendida por muita gente há anos e anos. Ora PS e PSD já vieram dizer que têm dúvidas em relação à diminuição do número de concelhos, porque por essa Europa fora os “concelhos” têm médias de habitantes inferiores à nossa. Isso é verdade… esqueceram-se foi de dizer que nenhum país europeu tem um modelo de administração do território de 3 níveis (Governos Civis, Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia), como sempre compararam o que não é comparável.

Certo, certo é que, se PS e PSD já levantam reservas e o dinheiro ainda não chegou, depois de cá estar a “guita” não haverá um único concelho a desaparecer neste país. É preciso meter as “clientelas” em algum lado e diminuir o número de concelhos é sinónimo do pior tipo de desemprego que existe: os boys desempregados.

Deste episódio da “troika” guardo ainda outra imagem que tipifica o pior que a nossa política tem para oferecer: as intervenções de Sócrates e Catróga no intervalo do jogo Barcelona –Real Madrid, horas antes do anúncio das medidas de austeridade. É já de si significativo que se escolha o intervalo de um jogo entre duas equipas espanholas para fazer tal comunicado ao país, mas o pior foi mesmo o conteúdo das declarações. Sócrates, que durante semanas meteu a sua máquina partidária a “soltar” propositadamente hipotéticas medidas – duríssimas - para a opinião pública, deu um “duplo-mortal” e veio dizer que afinal “não ia doer nada”… graças a ela teríamos o 14º mês, o 13º mês, não haveria despedimentos na função pública e o ordenado mínimo não seria afectado! Foi uma “não-apresentação” patética e que assentou apenas num princípio: o aproveitamento político face a um povo que aos olhos do Primeiro-ministro é democraticamente curto de vistas e ignorante. Disse no fundo o que era essencial: “este acordo assenta no PEC IV que a oposição chumbou.”

Já Catróga, que mordeu o isco das más notícias propositadamente ventiladas pelo aparelho socialista e fartou-se de enviar patéticas cartas alarmistas, apareceu-nos visivelmente agastado pelo facto de as medidas não serem tão duras como o PSD esperava. Ainda assim tentou, pasme-se, sem conhecer o plano de resgate, assumir a “paternidade” do acordo que, de um momento para o outro, passou a ser trunfo eleitoral! Gaguejou, repetiu-se… e lá disse aquilo que era essencial: “este acordo é melhor que o PEC IV que nós felizmente chumbamos”.

Senti-me como um fantoche no meio deste joguete político vergonhoso. Se a máquina socialista fosse tão boa a governar como é na estratégia política seríamos seguramente o mais avançado país da Europa. Se a máquina social-democrática for tão má no Governo como é na estratégia estamos condenados ao terceiro mundo. Dizia-me um amigo que uma das razões pela qual os finlandeses ameaçaram não apoiar o plano de resgate português era o desprezo que sentem por quem gere mal dinheiros públicos. Desde sempre que quem o faz é penalizado nas urnas e corrido da cena política. Quando um finlandês olha para Portugal naturalmente estranha que um país falido tenha os principais responsáveis pela hecatombe das finanças públicas com 37% e 38% das intenções de voto nas sondagens! Certamente pergunta: “vou emprestar o dinheiro dos meus impostos a esta gente que durante os últimos 15 anos se abotoou com milhões e milhões de dinheiros dos contribuintes?! Então se não respeitam os seus contribuintes porque me haveriam de respeitar a mim?!”

Tenho fé que as próximas legislativas serão diferentes. Além dos 4 milhões de dependentes do Estado (em idade de votar), que sempre votam no seu interesse próprio, desta vez irão votar muitos outros. Muitos dos que normalmente se abstêm. Muitos daqueles que estão revoltados com este estado de coisas e que em anos anteriores nem se dariam ao trabalho de ir votar. É bom que o façam, porque se não o fizerem nada mudará. Vamos continuar a gastar mais do que temos, vamos continuar a pagar a “crise” com o nosso sacrifício, vamos continuar a assistir calados ao saque dos dinheiros públicos e ao parasitismo que domina o Estado. Pelos vossos filhos, vão votar no dia 5.

In. Jornal Terra Ruiva - Maio de 2011

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Quando ouvi na Renascença o líder do PSD falar sobre a questão do aborto, que dominou recentemente a campanha, escrevi no meu twitter que Passos Coelho tinha arranjado forma de cair 5% nas sondagens. À noite o director do Expresso disse na SIC que esse assunto não teria impacto algum nas sondagens... desta vez Ricardo Costa estava errado.

Se existe algum consenso sobre a "vitória" de PPC no debate televisivo com Sócrates é bom que se diga que no balanço das entrevistas que ambos deram à Revista Única desta semana Sócrates deu uma "cabazada" em Passos. O líder do PSD é claramente mal aconselhado, impreparado e liberal em demasia. Receio que se chegar a Primeiro-ministro as coisas fiquem bem piores do que estão, tantos são os que se preparam para deitar as mãos ao "pote" nas suas costas... duvido muito que Passos tenha pulso para meter tanto "abutre" no lugar.

Estamos pois num beco sem saída e temo que, qualquer que seja o resultado das próximas eleições, a maioria dos portugueses terá razões para continuar insatisfeita e desconfiada em relação aos líderes que teremos.

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Os partidos políticos, na sua generalidade, contribuíram para que se chegasse a um ponto em que não existe qualquer representatividade na Assembleia da República. De facto, estarem lá 85 deputados de um partido ou apenas um deputado com 85 votos é a mesmíssima coisa. Imaginem o dinheiro que se poupava se em vez dos 230 deputados se distribuíssem os 230 votos pelas 6 forças com assento parlamentar!

É fácil cairmos na tentação de falar mal de todos os políticos quando muitas vezes esses políticos são tão vítimas como nós no estado a que a nossa democracia chegou. Seria muito mais fácil para todos os eleitores que se concentrassem em eleger regionalmente os seus representantes, exigindo-lhes responsabilidades pelo trabalho realizado e penalizando-os no final de cada legislatura caso o seu trabalho não correspondesse aos interesses das populações.

Como pode um algarvio votar novamente em quem viabilizou as portagens na Via do Infante? Ou mais grave, como podem os que se afirmam contra tal coisa ter votado a favor dela no cumprimento da disciplina de voto imposta pelos partidos?

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"Quem não consegue recordar o passado está condenado a repeti-lo."

 

750.000 Euros terá custado este pequeno almoço aos contribuintes.

Já agora podem aproveitar para ver a versão humorista e o texto que há mais de 1 ano eu escrevi aqui mesmo neste blog sobre este assunto e sobre estes personagens http://penedogrande.blogs.sapo.pt/66694.html

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Ver para crer...

24.05.11

Vejam os dois videos e descubram a diferença entre os dois estilos de liderança...

 

Este é o estilo Sócrates:

 
E este o estilo de um homem, que apesar de não ser o meu líder de eleição, é sem dúvida um democrata e um grande socialista.
 

 

Apanharam a diferença?!!!

 

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Quando Sócrates tomou posse eu era um dos entusiastas que festejou o facto. A forma directa e enérgica com que se apresentou ao país fez-me acreditar que o futuro de todos nós seria melhor com ele no “comando”. O início foi prometedor. Fez reformas importantes, mexeu com “lobbys” instalados e, já com Teixeira dos Santos à frente da pasta das finanças, reduziu o défice de forma espectacular. É claro que hoje sabemos que já nessa altura ignorou avisos e sinais sérios do que ai vinha… confiou na sorte.

 

Chegados ao último ano do primeiro mandato Sócrates mudou e passou a preocupar-se apenas com o poder, com o aparelho partidário e com o seu ego. Eu, tal como muitos outros portugueses, não me apercebi de imediato disso. O anúncio do final da crise, os recuos na educação e na justiça, a redução do IVA, os aumentos na função pública e a ruinosa actuação no caso BPN foram prenúncios preocupantes mas, pensei, “que raio! O homem saberá o que está a fazer!” Votei novamente Sócrates mas com enormes reservas e sempre esperando que o PS fosse capaz de chamar o Primeiro-ministro à razão.

O segundo mandato foi vergonhoso. Apenas e só estratégia política… “real politik” no seu estado puro. Tudo preparado ao pormenor para forçar a queda do Governo logo após a tomada de posse do Presidente da República. Mentiras todos os dias e, como se isso não bastasse, a contribuição diária para a instalação de um clima de terror no país. Quem está atento e informado sabe bem que Sócrates acusa hoje o PSD de querer fazer aquilo que ele sabe à partida que fará se for Governo mas não é capaz de assumir.

O congresso do PS foi para mim a “gota de água”. Como é possível uma coisa daquelas?! Nem em Cuba um congresso tem aqueles contornos de culto ao líder e total desprendimento em relação às óbvias responsabilidades que o Partido tem no estado do país. De lá para cá o discurso é sempre o mesmo: atacar o programa do PSD, imputar à oposição a responsabilidade de uma crise política que o próprio PS preparou e esquecer os 6 anos de governação concentrando as pessoas nas últimas 6 semanas.

Na semana passada, em vários locais, alguns “boys” abafaram com megafones e buzinas todos os que contestaram o líder e todas as perguntas inconvenientes dos jornalistas. Uma atitude inacreditável e com tiques ditatoriais. A diferença entre um líder democrata e um ditador não é a forma como lida com os que o apoiam… é sim a forma como lida com os que o contestam. Sócrates nisso é um Hugo Chávez e eu não quero ser acusado de ter contribuído para que tal tipo se perpetue no poder. Arrependido estou de o ter ajudado a chegar até aqui.

Ontem, em Évora, mais uma vergonha para todos os socialistas. A máquina de propaganda de Sócrates “importou” de Lisboa algumas dezenas de moçambicanos que sem saberem ao que iam (foram convocados pela Embaixada de Moçambique) serviram para mostrar às televisões os tais africanos que dava jeito ter para contrapor ao “africanista” do PSD. Quem usa assim pessoas, quem manipula assim o seu próprio povo é perigoso. Muito perigoso. Nestas eleições não está em jogo a ideologia... está em perigo a democracia.


Aqui ficam os videos que por estes dias deveriam fazer com que os responsáveis pela situação se retratassem e explicassem o que aconteceu ali e o que se prometeu aquelas pobres pessoas para ali estarem:

 

 

 

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“Quem não consegue recordar o passado está condenado a repeti-lo.” – a frase é de George Santayana, filósofo espanhol, e aplica-se como uma luva à situação que neste momento confronta os portugueses.

Precisávamos de um Primeiro-ministro em Portugal que actuasse em função da realidade do espaço europeu. O modelo quase venezuelano que este PM tem tentado impor-nos apenas nos conduzirá a mais pobreza, mais desigualdade social, mais degradação e mais corrupção.

É evidente que é necessário defender o Estado Social, a escola pública, a saúde para todos, a justiça e a igualdade de oportunidades. Mas temos que saber fazer isso dentro de um espaço europeu que diariamente cria regras e mecanismos tendo como objectivo outras políticas. Políticas que passam por uma diminuição do peso do Estado na economia, por um incentivo à iniciativa privada e por uma atitude fiscalizadora e mais interventiva do Estado na regulação da economia.

A Alemanha tem melhores escolas que Portugal, tem melhores hospitais que Portugal, tem auto-estradas gratuitas e consegue tudo isso colocando os privados a potenciá-lo. Por cá acenam-nos com o fantasma do fim do Estado Social quando se pretende abrir a saúde e a educação aos privados (como se isso não existisse já!!! ). Foi assim que Chávez chegou ao que é hoje na Venezuela, foi com este discurso que assustou o povo e conseguiu o poder. E hoje sabem o que acontece por lá? O ensino e a saúde são todos públicos mas nem todos conseguem aceder a eles. Paradoxal! É que um venezuelano pobre morre sem ser visto por um médico porque esse médico atende apenas os venezuelanos que conseguem pagar “por fora” para serem atendidos. As escolas novas e com bons corpos docentes são apenas frequentadas por venezuelanos que conseguem “subornar” os directores da escola. Os polícias protegem apenas os cidadãos que conseguem pagar para isso (e muitas vezes são corrompidos até pelos próprios bandidos). Este é o caminho do mais Estado. Aqui, na Venezuela, em Cuba e qualquer outro lugar.

Em suma o que quero dizer é que se o objectivo é manter esta linha o melhor é que o PS passe a defender a saída da zona euro. Se é para agitar os medos das pessoas e fazer aproveitamento político das inseguranças e vulnerabilidades da nossa sociedade então que se adopte já o modelo venezuelano… vamos para um socialismo duro em que se abate tudo o que não é Estado e se manda a população para a miséria de uma vez por todas.

Se querem um socialismo moderno e europeu, então acordem para a realidade e percebam duas coisas: o Estado tem que ser o garante dos direitos consagrados na constituição, tem que ter um papel interventivo e vigilante reservando para si o controlo da situação. Não concordo com as privatizações da CGD ou das Águas de Portugal mas sou favorável à privatização de um dos canais da RTP (ao encerramento dos caprichos RTP N, RTP M, direitos de transmissões futebolísticas, vedetas da TV, etc…) ou da TAP.

Nenhum país tem sucesso enquanto a iniciativa privada for esfolada para sustentar um Estado gastador e ineficiente.  

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Ingratos...

07.05.11

 

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Sócrates, com um Teixeira dos Santos que mais parecia um menino que tinha acabado de levar “táutáu” ao lado, apresentou ontem ao país as medidas que não vamos ter como contrapartida ao plano de resgate. Tratou-se de uma “não-apresentação”. É de facto um grande “artista” este PM. Para quem assistiu ficou a ideia de que estávamos perante uma redundante vitória do Governo… apesar da cara de Teixeira dos Santos nos causar alguns calafrios.

Logo de seguida o PSD voltou a “espalhar-se” ao comprido, com um Eduardo Catróga ridículo, a meter os pés pelas mãos e a reclamar que estávamos perante uma “vitória” do PSD que sempre tinha dito que o PEC IV não chegava!!!! Eu lembro-me é de virem dizer que não iam sacrificar mais os portugueses e que o PEC IV era demais!!! Em que é que ficamos?! Outro grande tiro no pé foram as cartas que o senhor Catróga andou a mandar (5 até à data) ao Governo, pedindo para saber a real situação do país e sempre com a mensagem implícita de que a dívida era bem pior do que o Governo dizia… pois bem, parece que afinal nem serão necessários os € 80.000.000! Parece que € 78.000.000 chegam, não é grande diferença mas chega para deixar Passos Coelho em mais uma situação complicada. Catróga e Nobre são de facto uma bela dupla de pontas de lança.

Hoje vamos conhecer na íntegra o plano. Se for, como se espera um ataque à despesa do Estado então aqueles que achavam que o FMI deveria entrar em Portugal estavam certos e ainda bem que vieram. É que nenhum Primeiro-ministro conseguiria atacar o “monstro” sem a imposição externa. Evidentemente o dia de hoje custará bem mais a Sócrates e seja qual for o resultado eu contínuo a achar que ele é o grande problema do país nesta altura.

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São cada vez mais as vozes que se levantam a favor da responsabilização dos políticos pelos seus actos de má gestão. Na sociedade civil a má gestão pode ser criminalizada e não há razão nenhuma para que a gestão da coisa pública não adopte as mesmas regras.

A questão das energias renováveis, que este Primeiro-ministro apresenta como um grande negócio e uma das gloriosas obras do seu Governo, mais não é do que um roubo aos contribuintes e um esbanjar de dinheiros públicos (tal como o Magalhães ou o TGV). Já todos sabemos que os estudos que sustentam estas obras draconianas são feitos “por medida” e oferecem sempre as mais variadas leituras, mas basta ser honesto e ter uma calculadora (já nem digo saber fazer contas) para saber de que falamos verdadeiramente quando o assunto são as energias renováveis.

A questão é muito simples, cada vez que o Primeiro-ministro, ou alguém do Governo, nos diz que Portugal tem 2/3 da energia provenientes de energias renováveis o que ele realmente quer dizer é que a capacidade instalada representa 2/3 da energia que o país consome. Coisa bem diferente, uma vez que para que os tais 2/3 fossem um facto todos os parques eólicos, barragens e painéis solares tinham que funcionar a 100%.

 

O grave disto é que o Estado anda a “estourar” dinheiros públicos incentivando o senhor Mexia e os seus amigos a instalar parques eólicos, painéis solares e tudo o resto com contas feitas sempre a partir da tal “Capacidade Instalada”. Ou seja, o investimento é feito esperando um retorno impossível de alcançar. As contas são simples de fazer: um parque eólico em Portugal, de acordo com especialistas, tem uma capacidade de produção que ronda os 25% da capacidade instalada. Uma barragem que produza energia tem uma capacidade de produção que ronda os 52% da capacidade instalada. Um projecto fotovoltaico tem uma capacidade de produção de cerca de 70% (uma vez que apenas é considerado o período do dia).

Para a propaganda do Governo faz sempre vento, as barragens estão sempre cheias e não existem dias nublados. Não viria mal ao mundo se não fossem os contribuintes a suportar mais este embuste que mais dia, menos dia, nos cairá nas mãos. É claro que eu gostaria imenso que Portugal fosse um exemplo Mundial nesta área, infelizmente estamos a ser um exemplo porque temos responsáveis políticos que nos estão a enganar a todos… ninguém em nenhum outro país avançou com este projecto de renováveis por uma simples razão: os responsáveis políticos são isso mesmo, responsáveis, vai dai… fizeram contas, viram que não era rentável nem sustentável, perceberam que estariam a hipotecar o futuro do país e tiveram medo de serem responsabilizados por isso. Nós por cá não temos problemas desses porque ninguém, jamais, será responsabilizado por nada.

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