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O prazo acordado para a resolução – ou pelo menos “remediação” – do problema do Cruzamento Messines – Algoz está a expirar sem que nada tenha sido feito. Digo nada injustamente porque de certeza que a Dra. Isabel Soares enviou o “oficio” que prometeu enviar no “comício” de dia 26 de Novembro, mesmo sabendo que por mais carimbos de urgente que lá metesse o destino seria, invariavelmente, uma pilha de papeis que alguém há-de ler depois do Natal… ou da Páscoa.
 
Na próxima segunda-feira vamos de novo reunir e a Dra. Isabel Soares aparecerá por lá com o seu dossier e os seus óculos da moda a sacudir a água do capote e a dizer que os culpados são as Estradas de Portugal, o ministro ou o secretário de estado… Da mesma forma que aparecerá, no dia em que finalmente a rotunda for construída, a reclamar os louros pela obra de “sua inteira responsabilidade”. Nisto, temos que admitir, a senhora é uma artista e ocorre-me uma frase sua que, até confesso, me persegue: “Quando não é do fogo, é da água!” – e que arrepia pelo quadro e contexto em que foi proferida aproveitando a desgraça de alguns habitantes da Foz do Ribeiro para “lavar as mãos” de um problema que todos sabíamos existir mas que nunca ninguém ousou resolver. O que mais espanta é as pessoas “embarcarem” nisto… a única explicação será pensar que estão tão habituadas a ter que resolver todos os seus problemas que nem lhes ocorre responsabilizar mais ninguém. Ficou a água como única culpada e encerrou-se o caso com a “choradeira” do costume.
 
No cruzamento será o mesmo fado: as Estradas de Portugal são culpadas e a Câmara, influente o suficiente para alcatroar a estrada a meses das últimas eleições, não tem nada a ver com isto agora, agindo como se os cidadãos que ali têm morrido fossem “cães rafeiros” que ninguém reclama.
 
Segunda-feira teremos mais um capítulo. Aparecerão menos pessoas interessadas em resolver o problema, o que será normal porque os ânimos entretanto arrefeceram, mas a “claque” de Isabel Soares estará lá… prontinha para saltar da cadeira em entusiásticos aplausos sempre que a senhora proferir mais uma promessa de oficio ou apontar o dedo às Estradas de Portugal. Seria bom que também aparecessem por lá os outros dois candidatos… mesmo que não falassem já davam um bom incentivo aos que lá estarão genuinamente preocupados com os familiares, amigos e conterrâneos que cruzam diariamente aquela estrada. Eu vou lá estar…

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