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“Lá vamos cantando e rindo até à insolvência total.” – a frase é de um dos “frequentadores” do Blogue Cidadania e achei que assenta como uma luva “naquilo” em que se transformou o, outrora, grande e pujante concelho de Silves.

 
Ainda não fez um mês que ouvi, da boca de um PSD local, a frase: “A campanha já começou, já todos sabem o que fazer.” Não me admira nada que assim seja porque a única coisa que reconheço de “extraordinário” em Isabel Soares é a sua capacidade de iludir as pessoas… ou, como se diz em Messines, de “endrominar a malta”!
 
Todos sabem que não acredito que o caminho para derrotar a actual presidente passe por “pregar” o descalabro financeiro da autarquia ou os “casos Viga d’Ouro”. Infelizmente o povo português tornou-se “imune” a estas situações tendendo a achar “normal” que as Câmaras Municipais estejam no limiar da falência e que os autarcas “resolvam” problemas recorrendo a técnicas quase “mafiosas”. É tudo normal porque somos um povo sem consciência do que se faz com o dinheiro dos nossos impostos. Quem fizer destes “casos” as bandeiras da sua campanha arrisca-se a representar Dom Quixote aos olhos dos eleitores, a cansá-los e a incentivá-los a aproveitar o Domingo de eleições para um passeio ao shopping.
 
É preciso demonstrar às pessoas o que perderam nesta última década, fazê-las ver que trabalham noutros concelhos, que viram os filhos partir para longe, que apenas “dormem” em Silves, que vivem num concelho feio, sujo e refém do passado como se o futuro não existisse. É preciso fazer com que todos aqueles que têm consciência desta situação vão votar e para isso há que “prometer” e demonstrar mudança. É preciso denunciar o estado lastimável das nossas estradas e pontes, a desertificação do interior, o abandono das nossas serras, o desleixo nas nossas ribeiras, o caos urbanístico das nossas vilas, o desamparo das nossas associações, dos nossos clubes e colectividades… é preciso abrir os olhos às pessoas e falar daquilo que realmente as afecta de forma directa, fazê-las acordar do estado de transe em que a máquina partidária de Isabel Soares as deixa.
 
O bom é por vezes inimigo do óptimo, mas o óptimo era que os principais partidos da oposição e o candidato independente se entendessem no desígnio comum e primeiro: devolver Silves às pessoas. Ao concelho seriam mais úteis 4 anos de colaboração, mesmo que forçada, entre PS e PCP do que mais um mandato disto que temos…
 
Se, como disse o outro, começou a campanha está na hora de reunir as “tropas” e organizar a “guerrilha”… e já.

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1 comentário

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De Maria de Portugal a 28.05.2008 às 16:45

Oh Paulinho,

O Menino está com um azedume que, até via novas tecnologias de comunicação, se sente a acidez que o Querido anda a destilar!

Estranho. Porque o Rico, mesmo quando diz aquilo em que acredita, faz um esforço para demonstrar a realidade que suporta a sua opinião...

Este seu post, Querido, foi com toda a certeza consequência de uma noite muito mal dormida... ou de uma manhã muito agreste...

Olhe Querido, sugiro-lhe um gurionzan, um sumol de laranja, mais duas, três horas de sono... Depois, Querido, peço que releia o que escreveu. E, por favor, meu Querido, emende o que tiver a emenedar, a bem da defesa da sua imagem e, sobretudo, credibilidade.

Receba uma beijoca,

Maria de Portugal

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