Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]





Comentários recentes

  • Anónimo

    mais um profeta da desgraça

  • António Duarte

    Para Marinho Pinto chegar a uns 15% não precisará ...

  • António Duarte

    Fico satisfeito por ver que o rapaz ainda está viv...

  • Raposo

    O que eu gostei mais da entrevista foi de saber a ...

  • Lucas

    Eu cá gostava mais das entrevistas do Serpa, reple...





Manuel da Luz, o presidente da Câmara de Portimão, termina um artigo de opinião no Jornal Barlavento com a seguinte frase: “…temos de dar especial atenção às economias da criação, por contraponto às economias de especulação ou de ilusão.”

É precisamente isso que a Câmara de Portimão tem feito. Digam o que disserem Portimão é hoje a cidade mais fervilhante do Algarve, uma cidade onde está sempre a acontecer qualquer coisa. No reverso da medalha temos Silves, a cidade onde nunca acontece nada apesar do discurso de quem a comanda.
Armação de Pêra, Alcantarilha e Messines são 3 exemplos de vilas entregues à economia da especulação e da ilusão. Por aquelas bandas nada de criação, nada de mais-valias para as pessoas. As 3 estão demasiado expostas à crise financeira e só por milagre as coisas não se tornarão mais graves. Grande parte da actividade de Armação de Pêra e Alcantarilha tem a ver com o imobiliário. Construtores, investidores, mediadores, especuladores, administradores, etc… todos sentem o chão a fugir-lhe debaixo dos pés e o fantasma do “boom” com consequências imprevisíveis. Há bancos que consideram aquelas freguesias como “pontos negros” com demasiado risco mesmo para financiamentos a 80% do valor de avaliação (já de si em baixa considerável).
Alheia a tudo isto a Câmara Municipal continua a sua travessia e, ao contrário das suas vizinhas Lagoa e Albufeira, pressiona os construtores a avançar com os projectos ameaçando não renovar licenças. Desta forma salvaguarda algumas empresas e os cofres da autarquia (pelo imposto pago no levantamento) mas ao mesmo tempo rega o “incêndio” com “gasolina”. É que pressionar um já saturado mercado com mais oferta nova pode conduzir a uma baixa de preços vertiginosa que vai afectar todos… os não residentes e os munícipes.
Em Messines as coisas não são muito diferentes. Descaracteriza-se de forma quase criminosa o Penedo Grande construindo condomínios e aprovando loteamentos enquanto “cá em baixo” aumentam a cada mês os edifícios abandonados e em risco de ruir. Messines tem mais movimento e mais residentes a cada dia que passa mas continua a ser uma enorme rotunda ladeada por “mau gosto urbanístico” e ruínas.
A sul da vila, em pleno barrocal algarvio, vivem milhares de pessoas (muitas delas reformados ou em idade de reforma) em pequenas localidades (Benaciate, Mouricão, Barrocal, Fica Bem, Calvos, Foral, etc,,,) que para vir à vila são obrigadas a entrar numa estrada inacreditável ou a sujeitar-se a transportes públicos que as levam para Albufeira ou para a Guia.
Enquanto tudo isto acontece nas vilas, em São Marcos da Serra constrói-se uma Estalagem e um Museu (do Azeite). Ilusão ou especulação?! Bem, para ser sincero, eu acho que é estupidez.

Autoria e outros dados (tags, etc)


1 comentário

Sem imagem de perfil

De andreia a 11.03.2009 às 14:59

Parabens !!!!!!!!!!!!!!! o Senhor so dis verdades!!!!!!!!!!!!tem todo o apoio de todos os estranjeros residentes em Armaçao de Pera Pera ,Alcantarinlha so um detalhe somos Estranjeros de ja mais 20 anos !!!!!!!!!!! mais uma ves Obrigada por a VERDADE.

Comentar post





Comentários recentes

  • Anónimo

    mais um profeta da desgraça

  • António Duarte

    Para Marinho Pinto chegar a uns 15% não precisará ...

  • António Duarte

    Fico satisfeito por ver que o rapaz ainda está viv...

  • Raposo

    O que eu gostei mais da entrevista foi de saber a ...

  • Lucas

    Eu cá gostava mais das entrevistas do Serpa, reple...