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 “Integridade - vem do latim integritate, significa a qualidade de alguém ou algo ser íntegro, de conduta recta, pessoa de honra, ética, educada, imparcial, brioso, pundonoroso, cuja natureza de acção nos dá uma imagem de inocência, pureza ou castidade, o que é íntegro, é justo e perfeito, é puro de alma e de espírito.” - Com este excerto da “Wikipedia” vos introduzo a este novo post.

Numa altura em que, de forma pouco surpreendente para mim, magistrados e políticos foram metidos no “mesmo saco” pela opinião pública (o saco dos “inúteis”) sinto-me bem em ser dos que olham para o copo e o vêem sempre “meio cheio”. Quero dizer com isto que sou daqueles que acredita que a integridade é uma característica fundamental de um homem. Aqueles que pensavam (e diziam) que o “povão” era “tapado” e não ligava a esses “pormenores” hoje “enfiam o rabinho entre as pernas”.
Apareceram sondagens que colocavam o nosso sistema democrático no “fundo do poço” e de imediato uma série de “atingidos” se manifestou. Diziam eles que não entendiam o porquê de tal opinião pública em relação ao nosso sistema democrático. Eu, um simples observador, posso explicar-lhes o porquê…
O maior erro cometido por todos aqueles que acreditavam que tudo estava bem foi pensar que “a memória do povo é curta”. Meus senhores: a memória do povo não é curta. As alternativas é que são “curtas”. Se determinado assunto deixou de andar na boca do povo, isso não significa que esteja esquecido. Essa é verdade.
Quando (e em Silves vamos ter disto em breve) uma pessoa, conhecida pela sua oposição ao “regime instalado”, resolve aceitar a proposta desse mesmo regime para integrar as suas listas em cargos importantes não podem esperar que o “povão” ache que a “coisa” é normal. Os incautos cairão na “esparrela”, cuja dimensão será inversamente proporcional ao tempo que falta para as eleições. É por isso que estes “artistas” esperam pelo “último momento” para anunciar as suas intenções… assim não haverá tempo de a opinião pública se formar. O certo é que, mesmo ganhando a curto prazo, o preço a pagar será alto e ainda havemos de ver o “personagem” arrependido e a “chorar pelos cantos”.
Por mim apenas vos digo: posso ser “incoerente”… mas sou íntegro. Já recebi convites de algumas pessoas (e de outros tantos projectos políticos) para “colaborar” nas próximas autárquicas. Recusei, e vou recusar, todos. Uns foram mais simpáticos que outros (alguns foram mesmo obscenos e ofensivos), mas agradeço todos. Acontece que a minha posição está tomada: apenas com Carneiro Jacinto ou numa Coligação de Esquerda podiam contar comigo na frente do “touro”. De outra forma limito-me a “apoiar” o “meu PS” e a “correr por fora” contra este “regime”.
Tenham, por favor, integridade e não me convidem para mais nada.

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