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Dois dos habituais comentadores deste blog, daqueles que se pautam por elevar a qualidade do debate, “esgrimiam”, no post anterior, argumentos sobre Museus.
Quem acompanha este blog há algum tempo sabe que a minha posição sobre o Museu do Traje é de total discordância, como de resto o é também em relação ao Museu do Azeite em São Marcos da Serra.
Discordo por vários motivos:
1 – Porque acho que antes de se avançar para a construção de mais um Museu era preciso demonstrar que o que já existia se traduz numa aposta ganha. Não creio que isso esteja claro entre os messinenses.
2 – Porque, tratando-se de uma obra efectuada por um privado como contrapartida, haveria mais onde investir. Tal como esta foto documenta as nossas crianças, e todos os restantes utentes dos autocarros (que são às centenas todos os dias), têm uma cabina de chapa para se abrigarem do sol e da chuva enquanto esperam para regressar a casa ou para ir trabalhar. Parece-me que seria muito mais lógico pedir ao tal privado que construísse… não digo um “terminal”, mas pelo menos um “abrigo rodoviário”.
Relembro ainda que na altura em que se construiu o Museu a rotunda (que ainda hoje aguarda pela prometida iluminação), onde várias pessoas perderam a vida, ainda não estava construída. Aceitaria se essa tivesse sido a contrapartida, mesmo sabendo que seria dinheiro gasto em “terreno alheio”, poderíamos ter poupado a vida de alguns.
3 – Partindo do pressuposto de que a obra teria que ser feita naquele local haveriam outras “valências” que interessariam mais aos messinenses. Por exemplo criar um Centro de Conhecimento e Novas Tecnologias, um espaço vocacionado para o futuro que dinamizasse a vila organizando acções de Formação sobre Novas Tecnologias orientadas para todas as idades. Um espaço que tivesse uma Videoteca e uma zona de acesso à Internet gratuita (eu sei que existe na Junta essa hipótese) em horários alargados, um espaço que pudesse ser atractivo para os locais em primeiro lugar e ao mesmo tempo que contribuísse para o desenvolvimento da vila.
4 – Messines não tem, nem nunca terá, vocação turística. Desculpem-me meus senhores mas se vamos esperar que seja o turismo a impedir que a vila definhe estamos “tramados”. Estamos totalmente fora das rotas turísticas do Algarve, apenas a Via Algarviana e os locais religiosos atraem algumas pessoas (e se a primeira é apenas uma passagem, a segunda pelo andar das coisas não dura muito tempo). A nossa freguesia pode ter um futuro risonho se apostar noutras formas de desenvolvimento como a Agricultura Biológica, as Energias Alternativas e as Indústrias Transformadoras de produtos locais… entre muitas outras. Atrás disso virão os postos de trabalho e atrás deles os serviços. Tudo isso requer muito esforço, dedicação e ambição para que se torne realidade... características que, infelizmente, não abundam nos nossos líderes.
5 – Parece-me bem que se diga que o passado projecta-nos para o futuro, mas não sei até que ponto “forçar” demasiado o passado será boa ideia. Um Museu do Traje em Messines parece-me ser esticar um “bocadinho a corda”. Não creio que existam suficientes traços distintivos em relação a todas as localidades que nos rodeiam que justifiquem tal coisa. Isto para não falar no Museu do Azeite em São Marcos da Serra que poderá ser comparado a um Museu da Conserva de Sardinha em Vila Viçosa… num lado consome-se azeite, no outro "sardinha em molho de tomate".
Alguns dos meus “camardas” não gostam que fale assim da Cultura… porque quem não defende a Cultura é “grunho”. Se quiserem chamem-me “grunho” mas deixem que vos diga que há cultura útil e cultura inútil. Há cultura pensada para as pessoas e cultura pensada para o “umbigo”, para o “amigo” e para os folhetos eleitorais… é bom que diferenciem as coisas. Se querem apoiar a cultura em Messines apostem no Teatro, nos livros e na dinamização (pensada para os locais de todas as idades) da Casa Museu João de Deus.

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34 comentários

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De INFARMED a 28.10.2009 às 15:13

Essa do Centro de Conhecimento e Tecnologia é muito bem pensada, assim não iamos sempre atrás dos modelos esgotados dos concelhos vizinhos e eramos inovadores pela primeira vez. Ainda vamos a tempo de pôr isso em prática, basta vontade. Força Diniz.
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De CFL a 28.10.2009 às 17:58

Realmente a criação de museus em localidades altamente carenciadas como Messines faz-me lembrar um carro já meio-assucatado ", no qual é colocado um "lindo" aileron ! Em primeiro lugar há que recuperar o carro e depois, sim, logo se coloca o referido aileron ! Temos que definir prioridades!
Mas pronto, o museu está construído e só nos resta retirar o (mau) exemplo para que não volte a acontecer!
Quanto ao esforço com vista à reorientação, das empresas e empresários, para as actividades mencionadas pelo Paulo, julgo que pode e deve haver um esforço, grande e sério, por parte da Junta de Freguesia e Câmara Municipal, com vista à criação de um gabinete de apoio à empresa e ao empresário.
A função deste gabinete, que inicialmente poderia funcionar com uma, duas pessoas no máximo, seria divulgar linhas de fundos comunitários, assumir a preparação dos projectos de candidatura aos mesmos, organizar debates, colóquios e palestras que trouxessem algo de novo ao tecido empresarial local. Nomeadamente a identificação das actividades que poderiam ser mais rentáveis e a consequente alavancagem da economia local. Ainda me lembro bem quando as empresas Teófilo Fontainhas Neto e Ramiro Cabrita e Irmão eram das maiores exportadoras do Algarve!
Vai dar muito trabalho conseguir tudo isto? É claro que sim (se bem me lembro no programa do PS à Junta de há quatro anos estava a constituição deste gabinete e nunca chegou a sair do papel. No minimo, demonstra a dificuldade na implementação do mesmo). Será que os resultados são garantidos? Ninguém sabe, mas se não se tentar vamos continuar sem saber.
Já que no post anterior andámos nas citações, como disse Winston Churchill..."quando olhamos para trás, não nos arrependemos daquilo que fizemos e fracassámos, mas sim daquilo que podíamos ter feito e não fizemos"...
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De Antonio Mendes a 28.10.2009 às 23:23

“Não pretendamos que as coisas mudem SE CONTINUAMOS A FAZER SEMPRE O MESMO!” - Albert Einstein
Venho desta vez, colocar um comentário com gosto neste blogue, pra variar..
Escrevo para lembrar que no deitar abaixo, sempre houve muita gente capaz cá na vila.. Gente a mais!
Agora para comunicar, debater ideias e fazer algo de construtivo, já é mais complicado. E são estas intrigas, ciúmes e afins, que nos tornam fracos. Que nos impedem de parecemos unidos quando reclamos os nossos direitos, a quem nos pode facultar os mesmos.
Obrigado, Paulo. Por tentares inverter uma tendência nefasta.
Era nessa união que o João Carlos falava aquando do debate eleitoral, e cujo conteúdo, muitas cabecinhas tentaram deturpar. Porque todos juntos, somos mais dinâmicos, mais fortes para ultrapassar as dificuldades.
E são tantas as dificuldades que a Junta e os Messinenses vão ter em mãos proximamente, que me fica difícil enumerar uma que seja uma prioridade mais necessária. Mas, penso que talvez se possa resolver o problema da sujidade da vila, ajuda social aos mais necessitados através de voluntariado, revitalização do comércio local, repensar os sentidos de trânsito e melhorar as condições da Rua de Cima.
António Mendes
Nota: Não concordo com Messines “não-turistica”. Porque não se olha de um modo diferente para os estrangeiros que já cá vivem na freguesia? Eles são a nossa melhor promoção, assim como os Messinenses que estão a viver fora da terra.
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De PINTO a 29.10.2009 às 09:59

Muito há a dizer sobre as ideias expostas, no entanto é díficil começar quando se concorda com quase tudo.
Quanto à vocação turistica da freguesia, é verdade que não o tem e a "simples" construção a vulso de museus sem qualquer base não irá tornar a freguesia turistica. Estou a falar, claro de um turismo diferente do "Sol e Praia", um turismo mais diversificado...
Seria necessário criar rotas turisticas, assentes em produtos da região, como o medronho, o figo, a amêndoa, a paisagem, etc.
Sobre isto continuo sem entender a construção de um museu do traje em Messines e do Azeite em S. Marcos, quando a principal economia da região era a transformação de frutos secos (figo e amêndoa) e a produção de azeite na região era diminuta. Logicamente a população não se irá rever nesses museus e claro não os irá visitar, logo não os irá promover (lógica da batata!!!).

Claro que em Messines, tem muito interesse a cultura, mas porque não promovemos a cultura no museu João de Deus?-acho que poucas pessoas lá vão e o interesse por aquele espaço é cada vez mais diminuto.
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De HC a 29.10.2009 às 11:10

Tudo depende, da forma como quereremos promover a vila e as suas potencialidades turisticas e culturais estas não invalidam as potencialidades comercias, industriais, ambientais, etc etc.
poderão complementar-se.
Quanto aos museus a vulso deverão os mesmo fazer parte de um circuito integrado de espaços e locais com valor turistico, desde que bem divulgado e dinamizado, não vejo qualquer problema em que o mesmo seja promovido, São Bartolomeu de Messines na minha opinião será o que nós quisermos fazer dela turisticamente. Claro que nunca será um circuito de "massas", como a "torre de pisa", mas será de certeza uma excelente oferta da beira serra.
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De HC a 29.10.2009 às 11:16

E que dizem se criassemos uns grupos de trabalho para debater ideias sobre o futuro da vila, e o que fazer com ela, com um único interesse fazer da vila um espaço aprazivel
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De CFL a 29.10.2009 às 12:28

Acho muito bem. Só temos é que colocar a questão ao João Carlos, que certamente estará de acordo, pois acho fundamental a presença dele. Comigo tudo bem! Até acho que deveríamos arrancar com a idéia amanhã, na reúnião semanal da Junta.
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De ccor a 29.10.2009 às 14:11

Desculpem a perguntita....


Mas porque razão é que a criação de um grupo de discussão tem, forçosamente, de passar pela autorização do presidente da junta?

Então os cidadãos da vila já não são livres de se juntar e discutir o que bem querem, apresentando posteriormente propostas à JF ou à CM?

Por este andar, daqui a pouco descobre-se que o dito grupo de discussão, afinal vai ser liderado por um qualquer "Alto Dirigente" de um qualquer partido e todos os outros só lá estão para acenar com a cabeça e justificar a presença de tão ilustre personagem.

Mau.....
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De Anónimo a 29.10.2009 às 14:44

Concordo consigo CCOR.
POis se assim for, apenas com as autorizações por parte do Presidente da Junta, só estão a dar razão às más línguas que por aqui têm passado.
Porque, na realidade, parece que de repente, tudo gira em torno da Junta de Freguesia e do seu novo executivo!!
Tenham dó, ainda nem aqueceram a cadeira, nem tão pouco sabem que ordens dar ao que está por fazer, quanto mais criar comissões de trabalho com a orientação da Junta.
Deixem as pessoas primeiro tentarem adaptar-se à nova função e depois logo dão essas ideias que é para não dar para o torto.
Isto, tendo em atenção que são ideias boas para a freguesia.
Na minha opinião, acho que seria conveniente crair-se uma associação sem fins lucrativos com fins especifícos, nomeadamente voltados para o desenvolvimento da freguesia. Sendo certo que a criação de uma associação não carece de autorização da Junta para ser constituída. Passa antes pela boa vontade de um grupo de pessoas com ideias e objectivos claros.
A Junta de freguesia poderá eventualmente depois financiar como já faz com outras instituições cá da terra, sem qualquer tipo de problema.


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De CFL a 29.10.2009 às 15:50

Desculpem lá, mas não estou a compreender. Então é a Associação que vai custear esses projectos?
E os espaços para desenvolverem as actividades?
E a aquisição de todo o material necessário?
E a correcta divulgação dos mesmos?
É pá, saiu-vos o euromilhões?
Isto de não querer nada com as instituições não me parece uma medida muito inteligente! Ou as coisas são exequíveis e, neste caso, nada melhor que ter no grupo a ou as pessoas que vão dar andamento à coisa, ou então estamos todos a perder tempo.
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De Margarida a 31.10.2009 às 01:36

"Na minha opinião, acho que seria conveniente crair-se uma associação sem fins lucrativos com fins especifícos, nomeadamente voltados para o desenvolvimento da freguesia. Sendo certo que a criação de uma associação não carece de autorização da Junta para ser constituída. Passa antes pela boa vontade de um grupo de pessoas com ideias e objectivos claros."


EHEHEHEHEH.....

Quero ver isso! Uma associação de anónimos! Boa! Estão no bom caminho, mas como é que se vão conhecer uns aos outros?

Margarida
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De HC a 29.10.2009 às 15:01

Amigo CCOR , seria dentro dessa base o grupo de discussão um pouco à parte da "politíca" e dos titulos honorificos... é assim que eu o idealizo, mas não vejo porque não deverá estar presente o presidente da Junta, mas como cidadão, e não em representação do órgão que dirige.
E ACHO QUE NÃO SERÁ NECESSÁRIO PEDIR AUTORIZAÇÃO A NINGUÉM, SOMOS TODOS M/18. ?
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De Anónimo a 29.10.2009 às 14:20

Boa tarde Paulo Dinis.
Antes quero agradecer-te por estares atento a estas situações e divulgares .
À dois dias que ando a visitar este blog, onde dei uma passagem de olhos nos post anteriores, tendo verificado a seguinte situação:
Parece que toda a gente está mais interessada em falar mal do novo executivo, do que dar propostas, fazer observações, darem opiniões validas, e que sejam interessantes para se poder realizar na nossa vila alguma coisa em prol de todos.
Quero fazer um reparo, é de louvar que não transitou ninguém do antigo executivo, ficando um executivo com gentes de mente aberta e com vontade de colaborar e acima de tudo apesar dos dois partidos ali representados, parece que as pessoas se respeitam e que de ambas as partes estão com vontade de fazer alguma coisa com bastante diferença com abertura a toda a população.
Vejamos o que os sapos terão para dizer nos próximos dias.

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De Anónimo a 29.10.2009 às 15:54

Atenção, novo Blog concelhio anda por aí a ressuscitar...
O que será que se esconde por detrás de tal bondade?? Certamente deverá ter pretensões em ser o próximo candidato à CMS pelo PS?!
Pobre homem, que ingénuo que é...
E a frase que dá inicio ao chat penedo "lembrem-se que o serpa é o único capaz para levar a nossa voz a ser ouvida na CMS", que hipócrisia tremenda ... há tantos que lá está nunca foi capaz de dar voz a ninguém... nem de fazer nada pela sua freguesia e agora vai dar voz, sim sim...
Cantas bem mas não me alegras.
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De PINTO a 29.10.2009 às 17:56

Acho uma excelente ideia a criação de um grupo (Associação ou não!!), para apresentação de ideias válidas. Nos meus tempos de estudante chamavamos a isso, Tertulias.
Não entendo certos Anónimos, então num post 3 ou 4 pessoas estão a pensar criar uma associação para apresentar democráticamente ideias de desenvolvimento e é falar mal, mandar a baixo?!!!
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De HC a 29.10.2009 às 18:29

mas qual criar uma associação?, associações já temos que chegue, e essas desempenham o seu papel da melhor forma
Aliás temos a "pé de vento "que talvez nos abrisse as portas com muito bom grado dado que tratasse de uma associação de carolas.
Eu falava de tertulias para inicio de conversa, como o pinto bem refere.
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De ccor a 29.10.2009 às 19:04

Não me expliquei bem.

Nada tenho a opor à presença do presidente da junta ou de qualquer outra pessoa, quer esta esteja ou não ligada a partidos. O que quis dizer foi que seria boa ideia não ligar a iniciativa a projectos partidários, deixando-a assim aberta à participação de todos, parece-me ser esta a melhor forma de se conseguir alcançar algo. Em resumo a intenção será tentar captar e não afastar quem queira participar.
Acrescento ainda que as questões das instalações etc...levantadas pela CFL fazem todo o sentido e, sim a JF seria um óptimo lugar para se reunir, nesse ponto em particular, fará todo sentido colocar a questão ao presidente.

Quero ainda deixar uma simples sugestão. Mais vale começar por sugerir pouca coisa mas que seja possivel concretizar do que propor muito e nada fazer.
Tentar arranjar modo de dinamizar os ditos museus, em particular o JD, seria, quanto a mim, uma excelente ideia. Neste âmbito averiguar a possibilidade de submeter um projecto para a dinamização de espaços culturais seria um bom “starting point”. Arranjar por exemplo um contador de histórias para o museu JD que anime o espaço para as crianças do pré-escolar e da primária, por exemplo.

Por último quero desde já dizer que fisicamente não poderei estar presente em qualquer das reuniões que porventura venham a ter lugar. Não vivo em messines no momento e como tal torna-se de todo impossível fazê-lo. Estou no entanto disponível para participar de modo virtual. Mas como existem emails etc...penso que isso não será um obstáculo.

CCOR
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De CFL a 29.10.2009 às 21:14

CCOR, eu não estava a sugerir reuniões na Junta! Só estava, como forma de arrancar com o projecto, que nos encontrássemos na Junta. É que se não reparaste, ninguém se identifica com o nome e assim é dificil iniciar os contactos!
É óbvio que a "tertulia" sería apartidária e a(s) figura(s) do poder autárquico que se quisessem associar ao mesmo seriam isso mesmo, elementos do poder local e não membros do partido A, B ou C. Só assim as coisas fariam sentido!
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De CFL a 29.10.2009 às 21:15

E outra coisa, não me trates como fêmea que isso é coisa que, seguramente, não sou.

Cumps
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De ccor a 29.10.2009 às 22:59

Caro CFL,


Boa!!! porque será que terei associado CFL a nome de gaja? Realmente não sei.

Devo ter pensado numa qualquer Clara ...mas já vejo que és mais um Carlos Filipe Lourenço.

cumprimentos
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De HC a 30.10.2009 às 10:31

CCOR, amigo!
mas o Museu João de Deus tem um contador de historias, há algum tempo, veja lá que o tipo até tem titulo de contador andarilho!O melhor será averiguar isso.
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De ccor a 31.10.2009 às 10:36

Excelente, fico satisfeito.

As sugestões que dei, são isso mesmo, sugestões. As que já estão cumpridas ou são impraticáveis são para ir para o lixo. Simples.

Costumo dizer que tenho um cérebro muito pouco eficiente, por cada 1% de ideias boas que debita, tende a produzir 99% de lixo que tem de ser filtrado e reciclado. É assim que sou, já tentei mudar mas foi impossível.

1ab
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De Anónimo a 30.10.2009 às 14:14

Caro CCOR desculpa mas pareces parvo ou então não percebes como tudo funciona, só um otário é que dava uma opinião como esta da criação da tal associação.
Vejamos:
1. não concordas que seja o presidente e o seu executivo a decidir e ter que se estar dependente dos mesmos.
2. Criavas uma associação para opinar, dizes que não se tratava de opiniões politicas, até parece que as associações não tem pessoal nas direcções com ideias politicas.
3. Então as eleições não fazem sentido algum de existirem.
4. Deves ser mesmo maçarico ou não pescas mesmo nada.
5. A população deve participar e dar as sua opinião na junta sim. É por isso que existem reuniões às sextas feiras à noite e assembleias de freguesia 4 a 5 vezes por ano, mais o presidente tem a porta aberta a sugestões, mas é na junta de freguesia que tem que ser apresentadas essas sugestões e não na mesa do café nem neste ou outro blog deste tipo ou em alternativa na Câmara Municipal.
Talvez agora entendas um pouco mais.
Sei que não é prefeito nem muitas vezes é prático.
Assina de tudo o cargo de presidente de junta, foi eleito pela população e é este que tem que OPINAR para mais tarde ser avaliado pelos mesmos que o elegeram.
Independentemente dos partidos, temos, e sei que temos uma equipa com o espírito aberto e com vontade de trabalhar ao serviço da população em geral.
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De ccor a 31.10.2009 às 10:32

Pronto, um tipo não se pode ausentar que é logo enxovalhado. Vamos lá tentar explicar a esta alma "anónima mas não tanto", o que se passa.

Desculpas aceites. Otário, não sou. Fui ver no dicionário e vem lá, otário: indivíduo tolo, fácil de ser enganado, ora isso eu acho que não sou. Não me lembro de alguma vez ter sido enganado ou ter tido comportamento de tolo, isto se, como é óbvio, excluir as vezes em que a altas horas da madrugada fui tocar à campainha do Zé Cortes, ou em que fui gamar fruta à horta do velho etc...coisas de infância já se vê.

Já o ser parvo, é mais difícil de contestar, fui também ao dicionário e, para surpresa minha vem lá, parvo: tolo, pateta. Fiquei satisfeito, boa, também não sou parvo. Só que depois lembrei-me será que o facto de estar a perder o meu tempo a responder-lhe poderá ser incluído na categoria de tolo. Enfim, passemos à frente.

Também quero pedir-lhe desculpas por a ter incomodado. Sou um ser simples e não tive intenção de ofender. Está a ver, dedico-me à pastorícia e o patrão mandou-me aqui para os lados de Odemira cuidar das ovelhas. Não sendo um trabalho fácil, tem no entanto bastantes tempos livres, quando os bichos dormem, eu me deito-me debaixo destes chaparros e ponho-me a pensar, é aí que estas ideias estranhas me assaltam e levam-me a escrever aquelas coisas.

Fui ver o que tinha escrito para trás e não encontrei que tivesse alguma vez proposto a criação de uma associação. Como eu, por vezes, escrevo coisas que depois não me lembro, poderia fazer o favor de me elucidar e mostrar onde escrevi eu isso.

Indo agora às suas dores, ou seja ao facto de a nova presidência da junta se sentir excluída do movimento. Está a ver, o que eu defendi não foi isso. O que me passou pela cabeça foi o seguinte: Se se vai pedir à junta que faça ou apresente projectos etc..., esses projectos já se vê, passam a ser da junta, ora como a junta é agora CDU, passarão a ser vistos como se da CDU também fossem. Ora isto irá por certo afastar quem queira participar mas não pretenda ver-se associado a um movimento da CDU. Foi exactamente para ultrapassar isto que pensei que seria melhor congeminar os ditos projectos na sombra, quaisquer que eles fossem, para depois sim, pedir o apoio da JF da CM etc.
Para ver que nada tenho escondido na manga e que não é a busca do poder que me move, já nada terei a opor à participação do presidente ou da “cara anónima mas não tanto” a título individual. Na mesma linha de raciocínio, nada teria também a opor se em vez da junta, os ditos projectos fossem desenvolvidos no âmbito da associação pé-de-vento, uma vez que esta, tanto quanto eu sei, não tem qualquer carga politica.

Tá a ver a intenção é agregar e não desagregar.

Depois a Junta deve ter bem mais que fazer do que preocupar-se com pequenos projectos de natureza necessariamente pontual e ainda em fase embrionária. Levar assuntos destes para discussão simples numa reunião de junta teria como consequência arrastar a mesma por horas intermináveis, arriscando mesmo levar uma cabeçada de um qualquer residente na freguesia mais fervoroso e que farto de não ver o seu problema resolvido se passasse dos carretos.

Espero sinceramente que tenha conseguido esclarecê-la sobre estes assuntos.

Já agora deixe também que lhe diga o seguinte, esta foi uma das coisas de que me apercebi durante as longas noites do inverno alentejano.
"Eu nem sempre estou de acordo comigo próprio".

Dito isto espere que tenha um óptimo fim de semana.

Sempre a considerá-la ANA.

CcoR
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De Saramago a 30.10.2009 às 02:33

Fernando Serpa cria um blogue para ajudar as populações!!! isto assusta-me mais que o aquecimento global, a Gripe A, a falha sismica de Aljezur e a Rocha das Canárias... todos juntos. O que será que aquele crápula e vigarista pretende com essa atitude? Assumir a presidênsia do ps? Assim de repente esta é a que me parece mais possível mas poderão haver outros truques. Esteve na tomada de posse do João Carteiro sempre distante da plebe e com o ar arrogante de menino nascido em berço fascista que o caracteriza. Na pose é um estadista mas na cabeça é uma desgraça. Ponham-se a pau socialistas, ele come-os a todos!
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De toutatopar a 30.10.2009 às 02:55

Não era já hora do Arménio Catatua e daquele pássaro rafeiro se terem desvaído em asneiras???
Ou estarão a perder qualidades???
E o El Boi??? Huuuuummmmm!
Estou a ficar desapontado!
Mas a esperança não morre, ao contrário daquilo que preconizam alguns profetas da desgraça.
Um dia, os irmãos Castro reinarão.
Hasta la vitória, siempre!!!
Pátria o muerte!!!

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De Anónimo a 30.10.2009 às 02:58

Junta a essas desgraças todas o 1º lugar do Benfica e teremos um tsunami total.

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