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A ALICOOP vive momentos decisivos por estes dias e todos os silvenses deveriam estar apreensivos (indignados, até) com a hipótese de a empresa fechar portas e deitar na amargura do desemprego mais umas centenas de trabalhadores.
Não é altura de atirar culpas a ninguém sobre a situação da empresa. Se existe um plano de reestruturação, subscrito por uma entidade credível, a dizer que a empresa é viável e que é possível salvá-la, então que se avance sem hesitações. Todos os postos de trabalho são fundamentais e com tanto dinheiro desperdiçado neste país em coisas bem menos importantes tem que existir uma salvação.
Não deixa de ser irónico que CGD e BPN, dois dos bancos que no ano passado obrigaram o Estado português a disponibilizar 4.000.000.000,00 (quatro mil milhões de euros) para salvar meia dúzia de grandes investidores e especuladores de perder as suas fortunas, sejam os obstáculos a emprestar pouco mais que 1.000.000 (um milhão de euros) para salvar uma empresa e mais de 400 postos de trabalho.
É altura de “cerrar os dentes” e mostrar que estamos indignados. Segui por isso o repto do Vereador Fernando Serpa (a quem felicito pela iniciativa e pelo bom trabalho de oposição que tem feito… finalmente) e além de manifestar publicamente o meu desagrado enviei já um email para a administração da Caixa Geral de Depósitos a pedir que façam todos os esforços para ajudar a salvar a ALICOOP. Se todos assim fizerem por certo seremos ouvidos.

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1 comentário

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De manuelfernandes9 a 06.02.2010 às 02:54

As dificuldades grossistas já vinham a evidenciar-se há uns bons anos(A que foi a maior empresa do ramo no Algarve tem sede em Messines).
A expansão das grandes superficies e dos shoppings de ilusões criaram maiores dificuldades esmagando as margens de lucro.
Eu como consumidor continuei assobiando para o lado contribuindo para esta situação.

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