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Em Portimão já se trabalha na colocação da iluminação de Natal pelas ruas e avenidas. Estamos em Outubro, faltam mais de 2 meses para a quadra festiva e vivemos tempos de incerteza e dificuldade. Seria de esperar que as autarquias este ano dessem um claro sinal de mudança no que às despesas supérfluas diz respeito.

Admito que iluminar e decorar ruas possa contribuir para um ambiente mais propício ao consumo - afinal é de consumo que se fala quando o tema é o Natal dos nossos tempos – mas será necessário exagerar? Será necessário fazer uma competição entre autarquias para ver qual tem as ruas mais iluminadas, as rotundas mais bonitas ou o edifico sede mais brilhante? Eu acho que não. Acho que isso não é essencial e é até um bocado exagerado, face ao que temos visto nos últimos anos.

Lembro-me de em pequeno passar natais maravilhosos sem ter sequer iluminação pública. Lembro-me de chegar ao início de Dezembro e ainda não haver indícios de que o Natal estava à espreita. Apenas quando começavam as férias e saia com o meu pai para apanhar o pinheiro se tornava oficial que se aproximava o Natal. Agora é tudo diferente. O meu filho, por exemplo, é fã do Canal Panda e desde a semana passada começou a ser bombardeado com publicidades intermináveis a brinquedos, jogos e tudo o mais que uma criança pode desejar. Durante os outros 9 meses praticamente não existe publicidade naquele canal, que é pago mensalmente!!!

Deixa-me preocupado que um país que se preocupa com o diâmetro das laranjas ou com a quantidade de sal das chouriças permita que se bombardeiem crianças de 4 anos com uma dose massiva de publicidade nua e crua. Estamos nitidamente a exagerar.

Se acham que não, percam um bocado a assistir a este filme. Vale bem a pena ver até ao fim e reflectir.

 

 

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