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O Referendo I

03.02.07

Não vou neste post fazer um apelo ao voto no Sim, nem tão pouco pretendo atacar os que, com consciência, votam Não.

 

Tal como no último referendo a Igreja e os “Burgueses Conservadores” fazem as suas últimas ameaças. Os primeiros dizem que “vamos para o Inferno e nem o funeral nos fazem”. Os segundos afirmam que “vamos legalizar” o assassinato de fetos e, logo, somos criminosos da pior espécie.

 

Tudo pura demagogia e o triste reflexo de um passado - de séculos - em que este “duo” confinou todos à ignorância e à pobreza para assim poderem governar a seu bel prazer.

 

Este não é um tema de politicas, de crenças, de raças ou de ideais. É uma questão de consciência. De pensarmos no que será se ganhar o SIM e no que será se ganhar o NÃO, sem nos deixarmos levar pelos “fatalismos” e argumentos espalhafatosos que ambos os movimentos usam.

 

Quem votar alinhado com o seu cartão de militante, sem sequer ter pensado no assunto, é inconsciente. Primeiro porque abdicou do maior direito que tem – o de expressar a sua opinião -, segundo porque se arrisca a ser vitima da sua própria inconsciência. Nunca sabemos o que nos reserva o futuro.

 

No meu entender este referendo vai mais além da pura e simples questão. Poderá significar a última e derradeira “machadada” num Portugal “medieval” que teima em impedir – com as tais ameaças e jogo psicológico – que o país se afirme e que os portugueses ganhem auto estima e confiança para o futuro.

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2 comentários

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De josé meireles a 03.02.2007 às 22:32

Cada qual é como cada qual. Sobre o referendo gostaria de dizer apenas que as mulheres se deviam pronunciar mais sobre esta matéria, porque são elas as principais lesadas quando algo acontece pondo em risco a própria vida. No entanto, o que é que se vê na comunicação social? entrevistas com o Dr. tal e tal, que não sabem o que é dar à luz, que nunca foram violados pelo próprio pai, ou tio ou avô ... Sem ofensa para os homens, mas a comunicação social tem dado pouca importância às mulheres deste País. Como exemplo, o diário de notícias divulgava a opinião, sobre o aborto, de 4 homens e uma mulher que diziam não e de 3 homens e 2 mulheres que diziam Sim à despenalização do aborto. Há ou não há manipulação da informação. Eram bom que dessem a palavra às Mulheres e as deixassem escolher por sua livre vontade. Não são os homens que as devem condenar. Elas também têm opinião e muito boa. Tenho dito.
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De Tó a 06.02.2007 às 11:42

Li isto escrito por uma mulher: "Em mim mando eu!" Não posso concordar mais com esta frase e acho que diz tudo.

Eu voto SIM, pela liberdade de escolha

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