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 É já uma certeza a imposição, por parte do FMI (ou do fê éé éé fê, como diz Cavaco), de uma profunda revisão do mapa autárquico português. Existe entre praticamente todas as forças políticas nacionais a consciência de que este é um campo onde podemos "cortar a valer" e beneficiar em muito os cidadãos na qualidade dos serviços recebidos.

Evidentemente falar é fácil, mas quando nos virmos confrontados com as propostas concretas haverão de surgir os movimentos contra a extinção da freguesia “Y” e do concelho “X”... tudo será mais complicado.

Tomemos como exemplo o Algarve. Neste momento temos 16 concelhos para cerca de 400.000 habitantes, o que dá uma média de 25.000 habitantes por concelho. Existem concelhos “esquisitos” que foram criados com base em pressupostos que hoje já não existem, como Vila Real de Santo António, Castro Marim, Lagoa ou São Brás de Alportel.

Para fomentar o debate deixo aqui a contribuição do Penedo Grande para um Algarve com 5 concelhos que assenta numa fusão dos actuais 16, respeitando as fronteiras actuais:

Concelho de Lagos: que agregaria os concelhos de Vila do Bispo, Aljezur e Monchique. No total teria cerca de 45.000 habitantes

Concelho de Portimão: que agregaria os concelhos de Lagoa e Silves. No total teria pouco mais de 100.000 habitantes.

Concelho de Loulé: que absorveria o concelho de Albufeira. No total teria quase 100.000 habitantes.

Concelho de Faro: que agregaria os concelhos de Olhão e São Brás de Alportel. Teria cerca de 100.000 habitantes

Concelho de Tavira: que agregaria os concelhos de Alcoutim, Vila Real de Santo António e Castro Marim. Totalizaria pouco mais de 50.000 habitantes.

 

Entre as vantagens temos que todos os concelhos teriam uma larga faixa de costa, todos (à excepção de Faro) teriam uma vasta área de serra para preservar e dinamizar, todos teriam acesso às principais vias viárias e ferroviárias.

Com a eleminação de 11 concelhos iríamos fortalecer, com pessoas verdadeiramente capazes  e competentes, os 5 novos "grandes concelhos"  e o próprio Algarve, tornando-o mais "pequeno" e ágil.

É certo que uma coisa destas seria acabar com alguns “caciques” e com uma série de ambições pessoais de políticos rascas… coisa difícil de conseguir sem empenho, convicção e forte apoio popular.

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