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Continua a disputa para a liderança do PS e começamos a conhecer as propostas dos dois candidatos a líder… apesar de já não ser militante ainda recebo SMS do partido e na segunda-feira recebi, espaçadas por poucas horas, as seguintes:

- De António José Seguro: Caro camarada, na próxima quinta,  Junho, 21h, estarei no Teatro Municipal de Portimão para apresentar as minhas ideias para O NOVO CICLO e ouvir as suas.Conto consigo.

- De Francisco Assis: É pela força das ideias que voltaremos a ganhar. Serei Secretário Geral de um PS leal ao país e enérgico contra o Neoliberalismo. Conto consigo.

Sem prejuízo de considerar que Seguro será o escolhido pelas bases, e de manter a minha opinião sobre a “viscosidade” política de Assis, tenho a mente aberta para ouvir as propostas e pensar nas consequências. Por isso mesmo, de acordo com as últimas notícias, diria que Assis leva vantagem se o que se pretende é reformular o PS e evitar que definhe.

Já percebemos que a maioria dos líderes das Federações e das Concelhias apoiará Seguro. Isso quer dizer que esperarão em troca a manutenção do seu “feudo”, o que dificultará ao máximo todas as reformas a impor.  A aparente vantagem de quebrar de vez com o “sócratismo”esfuma-se com o afastamento de Sócrates. Tínhamos um “one-man show” que abafava todos os outros membros directivos e lhes retirava a capacidade de agir e de pensar. Isso agora deixa de ser verdade e é preciso reconhecer que muita gente da equipa do ex primeiro-ministro tem capacidade e pode ser muito útil ao partido.

Assis apela aos militantes com uma ideia que defendo e aplaudo. A escolha de todos os que irão a votos pelo partido através de eleições primárias. Mais, Assis acena com o modelo norte-americano e sugere que todos os que queiram participar na escolha dos líderes do PS o possam fazer, mesmo que não sejam militantes. Para isso apenas têm que se inscrever para votar. Não posso deixar de aplaudir essa ideia. Seria por certo uma revolução que colocaria o PS na linha da frente e faria com que os seus candidatos fossem mais fortes, mais sintonizados com os eleitores e mais responsáveis perante os seus actos.

Com o sistema de primárias alargado a todos os actos eleitorais acabavam-se os deputados “mercenários”, os candidatos autárquicos que afastam os eleitores e os candidatos a primeiro-ministro que lá chegam pela troca de favores com as Concelhias e Federações. Passávamos a ter um partido mais próximo das pessoas, mais activo e, sobretudo, mais transparente.

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