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O Engº Carlos Cabrita será porventura o mais conhecido "bloquista" deste concelho. Conheço-o há vários anos e considero-o um pensador político brilhante. Quando nos sentamos para falar sinto-me como se estivesse perante o Kasparov com um tabuleiro de xadrez pelo meio: todas as jogadas ou movimentações que penso, ele já as antecipou! Tem sido persistente e com pouquíssimos meios conseguiu criar um espaço politico para o Bloco de Esquerda no concelho de Silves. Apesar de nestas eleições a votação não ter correspondido às suas expectativas, sei que está satisfeito com o que foi conseguido... mais importante do que umas centenas de votos é o respeito e admiração dos líderes de opinião e das forças vivas da terra. Obrigado Carlos pela sua participação.


 

O BE nas Eleições Autárquicas 2013: em SILVES, no ALGARVE, no CONTINENTE e na MADEIRA

 

Nos últimos 4 anos não fizemos suficiente trabalho sócio-politico local que justificasse a votação em nós……    A Juventude e a abstenção “deixaram-nos”.

 

Os outros fizeram esse trabalho!? …

 

 --- A CDU fê-lo sobretudo a partir na JF de São Bartolomeude Messines e do contexto Nacional da votação nestas eleições;

--  o PSD fê-lo no Governo, pela negativa e na Câmara de Silves nos últimos 16 anos;

--- o PS teve Fernando Serpa como vereador na CMS durante mais de uma década e este nos últimos 4 anos, até teve um Blog, faltou-lhe……

 

Estas eleições autárquicas de Setembro de 2013 realizaram-se na conjuntura sócio-política que todos vimos sentindo “na pele e já no osso”.

 

O BE em Silves, muito cedo percebeu essa conjuntura e não deu empenho significativo a estas eleições autárquicas. Preferimos concentra-nos na luta contra as políticas do “Governo da Troika” que vem sendo “encabeçado” pelo PSD.

 

Em face desta situação, pareceu-nos politicamente ajuizado, definir como objectivo principal a luta contra o PSD, como a mais importante e decisiva para pôr termo a estas políticas que actualmente nos (des)governam.

 

Nesse sentido, enquadrou-se também, outro objectivo de fortalecimento desta luta, contra o PSD. Tentámos agrupar forças com a chamada esquerda (CDU e PS) e encetamos contactos formais e informais para o efeito. Idem com o movimento “independente”, entretanto surgido o MMS.

 

Tal não foi possível. Em geral não tem sido concretizado. Coube-nos e cabe-nos tentar.

No Funchal concretizou-se e foi infligida uma grande derrota ao PSD, depois de várias décadas de domínio deste partido na Câmara da capital da Madeira.

 

Em Silves o PSD também sofreu pesada derrota. Penso que também demos o nosso contributo para o efeito tal como mencionámos no texto acima.

 

A CDU venceu as eleições autárquicas para a Assembleia Municipal e Câmara de Silves, concorrendo de forma isolada, sem coligações, não aceitou o(s) nosso(s) repto(s) para conversações ou coligações. Tal como no Funchal não integrou a coligação vitoriosa.

 

Quiçá o entendimento BE & CDU em Silves, tivesse obtido a maioria absoluta na votação para Câmara. O concelho e os munícipes teriam muito a ganhar com isso.

Aguardamos o que irá acontecer e com quem a CDU privilegiará os seus entendimentos nos próximos 4 anos e quem lucrará com isso!?...Outra curiosidade, dentro da CDU, será “observar a balança(o)” São Bartolomeu Messines / Silves e se penderá para algum lado!?...

 

Parabéns à CDU que conseguiu a simpatia dos eleitores. Obrigado aqueles que também nos confiaram o seu voto e que permitiram a manutenção de 1 eleito na Assembleia Municipal. Tentaremos não os defraudar.

 

Em face do cenário que se nos deparou: concorrer de forma isolada, sem acordos ou coligações; pouco tempo para preparar a candidatura; pouco dinheiro disponível; pouco trabalho local desenvolvido nos últimos 4 anos; pouco militância local; …. Ainda admitimos concorrer só à Assembleia Municipal, não concorrendo à Câmara nem a nenhuma freguesia.

 

Apesar destes constrangimentos o “Grupo” (BE e Independentes) ganhou ânimo e força e encetou o processo de construção da candidatura que foi apresentado e com os resultados também conhecidos.

Um resultado muito honroso no contexto do Algarve (3.º lugar) e Nacional. Um pouco acima dos 5%, tendo ficado por exemplo, Lisboa e Porto abaixo desta fasquia.

Ficamos sem o eleito (por 4 votos) na Assembleia de Freguesia de Silves e mantivemos a eleição de 1 elemento para a AM, agora Carlos Cabrita.

 

A campanha do BE em Silves apesar de tudo conseguiu ser “engraçada”.

Fizemos uma boa pré-campanha em que a acção de distribuição do papel higiénico pelos serviços da CMS deu que falar. A outra acção principal de pré-campanha a distribuição dos “Mata-Mosquitos”, pelo litoral do concelho, nem tanto.

Na campanha propriamente dita sobrepuseram-se as nossas fragilidades, os nossos problemas e fomos ofuscados pelo mérito dos vencedores, a CDU.

Só o “Facebook” foi insuficiente… e suficiente para mostrar desentendimentos.

 

A CDU conseguiu a enorme proeza de vencer as eleições para a AM e CM de Silves a partir sobretudo da actividade da Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines e do contexto nacional desta votação autárquica que a favoreceu aqui e noutros concelhos.

A mensagem passou, espalhou-se desde São Bartolomeu de Messines.Inicialmente a Silves, depois a todo o concelho. Paulatinamente de “boca em boca”, “sem ondas” ou polémicas, contrariando os “especialista locais” que diziam que esta vitória seria impossível e sob a “direcção” de um seu grande especialista local, nesta matéria.

 

O PSD foi penalizado pela conjuntura Nacional, pelos seus 16 anos de liderança local, pela mudança (recente) dessa liderança, Isabel Soares por Rogério Pinto.

 

O PS apesar da intensa campanha e pré-campanha não conseguiu capitalizar em Silves o que conseguiu noutros concelhos apesar de também ter perdido noutros concelhos do País ( Beja, Évora, Loures,) na sua disputa com a CDU.

Quiçá o candidato em Silves!?...

 

Perdemos TODOS, perde o País, perde a Cidadania: muito embora uns mais que outros, PERDEMOS para a abstenção e os votos brancos e nulos.

No concelho de Silves a abstenção foi acima de 50% e os votos brancos e nulos somados passam em muito os do BE. A Juventude foi uma das responsáveis por isso….

 

O BE, claramente em Silves e no País não conseguiu atrair votantes descontentes com as politicas em curso. A CDU parece ter sido quem capitalizou desta vez, esse descontentamento.É necessário perceber porquê!

 

O BE terá que trabalhar, sempre mais, ao longo do tempo, para conseguir crescer e implantar-se…se conseguir sobreviver…as lutas e o desenvolvimento precisam de protagonistas. Este é o “caldo” para a Esquerda trabalhar a Direita “move-se noutra águas”.

 

 

Carlos Cabrita, 10-10- 2013

 

 

PS - O autor deste texto, não é da UDP nem entrou para o BE por quaisquer das outras

        duas“correntes fundadoras”… embora assuma as suas preferências e opções.

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Numa altura em que começam a aparecer os primeiros candidatos a “candidato” às Autárquicas 2013 achei interessante agarrar na “bola de cristal”, a que chamamos imaginação, e traçar cenários. Depois de reflectir durante algum tempo cheguei à conclusão que temos em Silves todas as condições reunidas para uma “batalha épica” nas urnas, ao estilo mouros contra cristãos, bastando para isso que surja um Movimento capaz de cativar os descontentes com um partido, com todos os partidos ou com a política em geral.

No final do ano 2013, altura em que se realizarão as eleições, Portugal estará num clima de “desitoxicação” socialista. O PSD estará no Governo (muito provavelmente com o CDS como parceiro) e beneficiará ainda do estado de graça que geralmente acompanha os novos governos até meio do mandato. Isto, apesar de nacionalmente configurar um cenário pouco favorável ao PS, pode ser um bom “terreno” a nível autárquico. Ou seja o PS poderá conseguir um bom resultado em 2013 fazendo jus à máxima de que os portugueses tendem a castigar o Governo nas autárquicas.

Mas olhemos para o nosso concelho e tomemos em conta os dados disponíveis (e algumas crenças pessoais) para prever aquilo que serão as autárquicas em Silves:

- Pelo PSD teremos como candidato o actual vice, Dr. Rogério Pinto. Apesar de no interior do partido haver quem queira caras novas e um novo projecto, até os mais optimistas afiançam que o mais provável é termos a continuidade “mascarada” por um discurso de ruptura.

- Pelo PS teremos como candidato o Dr. Fernando Serpa (para já é o único, mas espero bem enganar-me). Tal como tem sido tradição dentro do PS esta não será uma candidatura consensual. Os 20 anos que leva de vereação, pela oposição, dão-lhe muita experiência mas também muitos motivos para não esperarmos muito de um executivo por si liderado. Apesar de tudo a candidatura será teoricamente mais forte que a anterior por duas razões. Primeiro porque seguramente, o Dr. Serpa não cairá no erro de “outros candidatos socialistas” fomentando divisões partidárias após ter sido nomeado como candidato. Depois porque o entusiasmo crescerá nas hostes socialistas com Isabel Soares fora de cena.

- Pela CDU teremos o Dr. Manuel Ramos (esta é a minha aposta pessoal, apesar de se afigurar igualmente provável a continuação da Dra. Rosa Palma) o que configura uma candidatura politicamente mais capaz mas publicamente menos apelativa aos jovens e abstencionistas crónicos que nas últimas eleições engrossaram os resultados do partido, somando-se aos seus sempre fiéis eleitores ditos “camaradas”.

- Pelo BE teremos novamente Carlos Cabrita, um outsider que pouco pesará na altura de contar os votos mas com importância vital na forma como decorrerá a campanha.

- Não arrisco dizer se haverá candidatura do CDS em Silves. Parece-me que as sondagens locais forçarão o PSD em Silves a pedir “reforços” e a propor também por cá a coligação que por essa altura terá o país, acrescentando assim alguns votos da direita mais “vincada” ao seu score.

Ora, resumindo temos:

- Uma franja considerável do eleitorado PSD descontente com a continuidade. Esses eleitores dificilmente votarão PS ou CDU… já nem falo BE

- Uma franja considerável do eleitorado do PS descontente com uma lista que, aposto, será a sombra do líder com as mesmas caras de sempre…

- Um apetecível eleitorado CDU em 2009 que, não sendo comunista, votou na diferença, na juventude e na “inocência”… coisas que agora já não são valores da candidatura…

- Um considerável número de abstencionistas e votantes em branco, que apesar de desejarem acção e mudança, ganharam já uma aversão a partidos políticos e a projectos partidários que lhes impede de votar em qualquer destes “concorrentes”…

Se a tudo isto somarmos tudo o que temos visto a nível nacional, e que configura um desdém crescente dos portugueses em relação ao sistema político-partidário (a votação de Fernando Nobre, a Manifestação da “Geração à Rasca”, os Homens da Luta na Eurovisão, etc…), a mim parece-me, e que me ajudem os especialistas, que uma lista independente, de gente desvinculada dos partidos iria buscar o seu “quinhão” a todos os lados e tornar-se-ia na principal favorita a chegar ao poder em Silves. Estarei enganado ou o leitor também acha que faz sentido?

 

In Jornal "Terra Ruiva" - Março de 2011

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"Javardices"...

02.10.09

 

O povo português, e os silvenses em particular, estão já imunes à “javardice” política. Esta sempre foi a minha opinião e agora fica comprovada com a ausência de reacção pública à entrevista de Aleluia Cherondo na Voz de Silves. As pessoas acham normal que se façam ajustes directos escandalosos, que se fraccionem facturas para contornar a lei, que se faça a gestão de uma câmara municipal como se de um quiosque de bifanas se tratasse… isto é espantoso. Num país normal esta senhora teria que retirar a sua candidatura, ou pelo menos, seria fortemente penalizada pelos eleitores!
Na entrevista o empresário, que seguramente não foi “anjinho” no meio disto tudo, revela situações comprometedoras e até mesmo alguns crimes fiscais graves. Chama os “bois pelos nomes” e desmente muita da argumentação do actual executivo. Está lá tudo!!! Porque é que ninguém faz nada?! Que raio de país é este?!  
Não se pense no entanto que a “javardice” fica por aqui e é exclusividade do executivo camarário. O facto de o “invertebrado jornalista” Artur Linha publicar esta entrevista na véspera de eleições é também ele uma “javardice”. O facto de “alguém” ter “pago” uma tiragem gratuita de 23.000 exemplares, dando a ideia (ou a certeza!!) de que o “servicinho” foi encomendado, é, também ele, uma enorme “javardice”.
Lembro-me de ouvir todas as forças de esquerda clamar aos céus pela falta de isenção do “jornal do regime”, como lhe chamavam, quando levava Isabel Soares ao colo e reforçava as tiragens para passar a propaganda do PIS. Nessa altura Artur Linha cheirava o poder e garantia a sobrevivência do seu jornal, e dele próprio, sendo um servo fiel de Isabel Soares. Deduzo por isso que o vento deve ter mudado e que o “jornalista” deve ter recebido alguma “sondagem” a indicar-lhe que eram horas de mudar de ares e… ele mudou. O curioso é agora ninguém reclamar com este jornal e com este “jornalista” e ninguém se perguntar quem ele serve?!
Ainda antes de toda a azáfama eleitoral começar eu sabia quem ele servia… até me lembro de um congresso partidário em Lagoa onde uma figura de proa do concelho andou a fazer de ardina, distribuindo aos congressistas exemplares do “pasquim” com uma entrevista sua (quando tinha um pacto, com a liderança desse partido, de não manifestar publicamente quaisquer opiniões). Lamento a todos os que possa ferir ou desiludir mas eu não sou assim. Sou capaz de cometer alguns exageros de discordar e criticar veementemente, mas também sou capaz de reparar os erros e de pedir desculpas… o que não sou capaz é de “virar o bico ao prego” sempre ao sabor de conveniências.

Vamos aos “apartes”:
- Parabéns ao responsável pela campanha do PS Silves. Estes novos outdoors estão incomparavelmente melhores. Aliás, todos os materiais de campanha melhoraram face às últimas eleições. Esta é a prova de que afinal vale a pena criticar.
- Parabéns também ao Engº Carlos Cabrita e à Dra. Rosa Palma pelas boas prestações na Algarve FM. Julgo que ambos conseguiram passar para os ouvintes algo mais que a mensagem política: a sua boa vontade e genuinidade.
- Ainda sobre as entrevistas à Algarve FM, podem ouvir todos os debates na página da rádio em www.algarvefm.pt

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A visita Dra. Isabel Soares a Messines, para inaugurar o Museu do Trajo e o Jardim Municipal (ou, como eu lhe chamo, Jardim Perigo de Morte), fez lembrar a visita de um presidente americano às suas tropas estacionadas num país inimigo… foi uma visita "relâmpago", "secreta" e rodeada de "fortes medidas de segurança".
Demonstra isso que a senhora sabe bem que terrenos pisa. Sabe que os messinenses têm razões de sobra para questionar o seu trabalho e sabe que esse trabalho foi mal feito, ao ponto de nem sequer procurar explorá-lo em época de eleições, preferindo convidar a “trupe laranja” para garantir segurança e “palmadinhas nas costas”. Caberá por isso ao próximo presidente de câmara (nem que isso leve 20 anos) reconhecer Francisco Vargas Mogo e reconstruir o espaço, dando-lhe a dimensão e qualidade que Messines merece.
Do lado da CDU os candidatos à junta e à câmara trabalham com afinco para recuperar a desvantagem com que se apresentaram para esta corrida. Já vi flyers do João Carlos Correia e os cartazes da Dra. Rosa Palma (com muito melhor “ar” do que nos outdoors que circularam na net) já estão por todo o concelho. Na rua comenta-se que “poderá ser uma surpresa”.
O PS perde o gás, caindo no erro, de muitos partidos em autárquicas, de “correr como um louco” no início para terminar “esbaforido” e sem acção para nada. Comenta-se na vila que as atitudes “menos éticas” da Dra. Lisete Romão, ao procurar usar o seu posto na sociedade civil para apelar ao voto, podem custar-lhe caro. Somos um “pequeno concelho” onde todos se conhecem e, apesar do que muita gente pensa, os silvenses não são “burros” ou “atrasados”. Diz-se também que alguns membros das suas listas se sentem postos de parte e são os primeiros a colocar em causa a capacidade da líder, manifestando descrença em relação ao resultado final destas autárquicas.
Ainda no PS, não deixa de ser curioso que o Programa Eleitoral “escarrapachado” no site da candidata seja totalmente virado para os idosos, como se fossemos um concelho “com os pés para a cova”. A opção é disputar o eleitorado “fiel” de Isabel Soares em vez de procurar conquistar o eleitorado descrente que engorda, ano após ano, os números da abstenção.
Quanto ao BE, sabe-se que apresentou ontem as suas listas mas pouco mais tem saído para fora. É aguardar para ver o que nos reserva o Engº Carlos Cabrita e como pretende comunicar com as pessoas nesta recta final.

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Imaginem o seguinte cenário nas autárquicas em Silves: O PS, apesar de conseguir mais alguns eleitores que nas últimas autárquicas, perde as eleições para o PSD e a CDU não consegue alcançar os seus objectivos ficando muito aquém do conseguido em 2005… Este é um cenário bem possível, senão mesmo o mais provável.

 

Nesta conjugação de factos iríamos ter “o mesmo” no que diz respeito ao executivo mas a oposição seria bem mais fraca. Como já estou cansado de repetir a oposição neste concelho resume-se ao Dr. Manuel Ramos a “jogar por dentro” e ao Engº Carlos Cabrita e um ou outro blog a “jogar por fora”. Do PS não sai nada. O partido nem comunica com os próprios militantes, quanto mais com o povo! Em cerca de um ano (o tempo em que transferi a minha militância para Silves) apenas recebi uma carta do PS Silves. Em contraponto, e apesar de já nem fazer parte da concelhia, o PS Albufeira envia-me informação todas as semanas. Será que estes senhores não sabem que as bases de um partido, os seus militantes e simpatizantes, são o canal mais importante para passar mensagens e fazer oposição?!
Era este paradigma de desleixo na liderança da concelhia e de incompetência na oposição que parecia estar prestes a mudar nas intenções da Dra. Lisete Romão… Parecia, mas afinal não vai mudar. Vamos ter exactamente as mesmas pessoas a fazer oposição ao “regime”. É claro que o interesse é deixar tudo na mesma e será por isso que muitos dos militantes socialistas deste concelho estão “totalmente por fora” do que se está a passar e optam por manter distância.
Para já parece-me que o voto útil nestas eleições é o voto no BE do Engº Carlos Cabrita. Dali sabemos o que esperar e sabemos que haverá oposição e denuncia... A ver vamos como corre.

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Começam a estar na mesa as cartas de todos os partidos no que diz respeito a autárquicas. Faço por isso uma espécie de ponto da situação, salvaguardando que esta é a minha opinião e não está sujeita a estudos ou sondagens.
Na eleição para a Câmara, entre tantas mulheres, é um homem que está “sobre as brasas”. Carlos Cabrita, do Bloco de Esquerda, tem por estes dias os olhos do concelho em cima. Falando com as pessoas na rua ficamos com a ideia de que a juventude e novidade que trazia a candidata da CDU não foi o “tiro certeiro” que se esperava. Se assim for parece-me que uma eventual vitória de Isabel Soares ou Lisete Romão (que sai beneficiada pelo facto) está nas mãos de Carlos Cabrita. Se apresentar uma candidatura forte e bem estruturada poderá entregar a vitória a Isabel Soares, se chegar a acordo com o PS poderá catapultar Lisete Romão para a presidência. Muitos apostam que a possibilidade, bastante sustentada, de o BE conseguir ultrapassar a CDU em Silves joga a favor de Isabel Soares, uma vez que a estrutura bloquista não resistirá a esse “chamamento”... verdadeiro canto da "sereia". A ver vamos… uma coisa é certa: não queria estar na pele de Carlos Cabrita.
Para a Junta de Freguesia de Messines a “guerra” é outra. O PSD apresentará um forte candidato, com provas dadas no que diz respeito a liderança e a capacidade de trabalho. Com Joaquim Gonçalves o PSD garante muitos dos votos “flutuantes” em disputa e o voto do partido em peso. Parece-me que a abstenção jogará este ano contra o PSD... o que constitui uma novidade interessante.De qualquer forma falamos de uma boa escolha na óptica partidária...
Por seu lado o PS garante os votos de sempre (os tais 30% de votos socialistas) e coloca nas mãos da CDU “a cabeça” de José Vítor. Um candidato forte da CDU praticamente entrega a junta a Joaquim Gonçalves e ao PSD. Vamos ver quem nos trás a CDU para este confronto que se adivinha animado.

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