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Dou hoje início a uma série de posts – mais ou menos periódicos – que tem como única intenção ajudar os candidatos à Câmara a traçar os seus programas eleitorais e, quiçá, ajudar a Dra. Isabel Soares a fazer alguma coisa de útil pelo concelho (assim tenha ela a humildade de reconhecer uma boa ideia a alguém que não “lhe beije o rabo”).

 

Diz ali em cima – no subtítulo do blog – que as opiniões aqui “postadas” são minhas e por elas responderei. Tratam-se de pensamentos, pouco elaborados, mas que podem ser úteis se aperfeiçoados por outras cabeças.

 

Quero também dizer que escusam de vir dizer que estou a dar o “ouro ao bandido” porque a mim apenas interessa o concelho. Se o progresso vem pelas mãos de partido A ou B, pouco me importa. Desde que venha, o resto é conversa.

 

Vou começar pela freguesia de São Marcos da Serra, que me é particularmente querida, e que me parece a mais “desfavorecida” em termos de perspectivas futuras:

 

São Marcos da Serra

 

A freguesia de São Marcos está “no tapete” e só uma grande reviravolta a pode voltar a colocar nos trilhos da sustentabilidade.

 

No meu entender um dos grandes problemas de São Marcos tem a ver com a falta de informação e o isolamento. Já li acerca de alguns projectos (na Suécia e Noruega) em que se combate o isolamento das pessoas e a sua resistência às novas tecnologias enviando para o terreno uma espécie de missionários dos tempos modernos.

 

Por exemplo, sabe-se que a grande vocação da freguesia é a agricultura e a floresta. A ideia seria enviar para o local pessoas formadas em Engenharia Agrária ou Florestal que, vivendo na aldeia por períodos mais ou menos longos, seriam responsáveis por manter contactos diários com as populações. Esses contactos teriam uma forte componente encorajadora e visariam colocar os cidadãos a par de incentivos fiscais, fundos comunitários e processos burocráticos. Estes “missionários” seriam avaliados de acordo com objectivos atingidos e seriam seleccionados pela sua formação e – essencialmente – pela sua capacidade de interacção com as populações.

 

Falamos de meios pequenos, onde facilmente se passa a mensagem e, mais facilmente ainda, se fica a conhecer toda a gente. Muitas destas pessoas vivem alheadas das novas realidades e o “diz que disse” dos cafés só as deixa mais baralhadas e assustadas.

 

As pessoas de São Marcos tem os terrenos, o tempo e, muitas vezes, o dinheiro para vencer e criar postos de trabalho, só lhes falta uma palavra encorajadora e esclarecida para que tudo se desenrole. Falamos de um baixo investimento e de uma ideia que, mesmo não obtendo os resultados ideais, teria impacto positivo na opinião pública.

 

Admito que a ideia possa não vingar, mas tenho quase a certeza que, com muito menos dinheiro, faria mais por São Marcos da Serra do que a estalagem, o museu e o burro de plástico.

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4 comentários

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De Anónimo a 27.02.2007 às 11:10

S.Marcos não é um meio pequeno é conhecido mundialmente pelo seu famoso peixe e agora ainda mais pelo seu " Sobreiro SAGRADO" é falado em todo o mundo e quando a praia estiver feita é só turistas.Que bela ideia a do Senhor Presidente da junta em fazer aí uma praia.ESPETACULAR.........

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