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Cá temos a prova de que não é com museus e “montanhas” de dinheiro que se leva a cultura ao povo.  A  Junta de Freguesia de S. Bartolomeu de Messines relembra João de Deus, com o espectáculo de leitura de poemas e música:  “Entre palavras e música”, no dia 10 de Março, pelas 21 horas, no Auditório da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Messines.

 

Esta é uma iniciativa conta com as presenças do Professor António Cândido Franco e do músico Eduardo Ramos. Está inserida no Programa das Comemorações do 177º aniversário do poeta e pedagogo messinense, João de Deus.

 

Louvável a iniciativa da Junta de Freguesia e a colaboração da CCAM. E bem a propósito destas duas instituições lanço aqui uma ideia ao José Vitor: Devolver à memória de Francisco Vargas Mogo e da família tudo o que fez pela freguesia (e não só). Julgo que o nome numa rua não é suficiente.

 

Bombeiros, Casa do Povo, Junta de Freguesia, CCAM, Messiaco, etc… etc… Tudo o que foi feito em prol da nossa freguesia nas últimas décadas teve – directa ou indirectamente – o dedo de Francisco Vargas Mogo. Na minha adolescência cheguei a embarcar em “contos” de terceiros e a agir de forma critica em relação a essa figura messinense. Mas os factos e a verdade prevalecem sempre sobre a intriga e a mentira. Hoje sou dos que nutre uma profunda admiração pela obra deste homem. Ideia lançada…

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5 comentários

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De Paulo Silva a 04.03.2007 às 23:45

Caríssima,

Antes de mais deixe-me dizer-lhe que não deveria ter hesitado em escrever e partilhar a sua opinião.

Tem razão em quase tudo o que diz. Só não entendo onde foi buscar a ideia de que eu estava contra, ou não reconhecia, o importante papel da Casa Museu João de Deus.

Tem toda a razão quando diz que o desenvolvimento se faz educando e investindo na valorização intelectual das pessoas. Não acredito é que um plano de desenvolvimento baseado na cultura seja viável quando falta tudo o resto. As casas não se começam pelo telhado.

Quanto a São Marcos. Faz muito bem em viajar. Eu também saio daqui sempre que posso e tenho a preocupação de conhecer a parte não turística dos paises por onde passo. É mesmo por isso que lhe digo e volto a dizer-lhe: A estalagem em São Marcos da Serra é um erro crasso, económicamente falando. Para as gentes de São Marcos... mal não faz, é verdade. Também não fazia mal construír por lá uma Marina...

Parabéns pelo seu excelente trabalho nessa instituição que me merece todo o respeito e por toda as suas iniciativas em prol desta comunidade. Falo muito a sério.

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