Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]





Comentários recentes

  • Anónimo

    Tem o PDF do livro?

  • Anónimo

    mais um profeta da desgraça

  • António Duarte

    Para Marinho Pinto chegar a uns 15% não precisará ...

  • António Duarte

    Fico satisfeito por ver que o rapaz ainda está viv...

  • Raposo

    O que eu gostei mais da entrevista foi de saber a ...





Respondendo por antecipação a alguns comentadores, quero dizer que a “sondagem do Penedo” não tem a ambição de ser fiável ao ponto de poder influenciar resultados. Sou o primeiro a admitir que os blogs e as redes sociais contam pouco na hora de votar (apesar de cada vez assumirem maior importância). Também sei que o blog é lido por uma minoria que não se traduz na amostra ideal. Mas o objectivo é potenciar discussão e gerar interesse pelo blog, coisa que tem sido conseguida. Apenas em 11 dias o Penedo Grande já teve mais visitas e “first time visitors” que em todo o mês de Agosto, estando 20% acima de igual período de há 4 anos.

 

Em jeito de resumo aqui ficam alguns gráficos e dados a reter:

 

Para a CM Silves votaram 434 internautas (houve mais de 600 tentaivas de votar que não foram contabilizadas pelo sistema) e após um periodo em que Fernando Serpa liderou, regista-se agora a liderança de Rosa Palma e uma grande recupreção de Rogério Pinto, que já está a escassos 2% de Serpa. David Marques tem perdido terreno.

 

Para a AM de Silves votaram 258 internautas (123 tentativas de voto bloqueadas). Fátima Matos lidera destacada, com mais do dobro da votação do segundo classificado, o candidato do PSD. Na AM a CDU sai fortemente penalizada nesta altura, recorde-se que nas últimas autarquicas João Estevens consguiu liderar a sondagem e disputar os lugares cimeiros. 

 

Para a AF de Messines votaram 318 internautas (153 tentativas de voto bloqueadas). José Vítor Lourenço que liderou numa fase inicial, perdeu o lugar para João Carlos Correia. A candidata do PSD tem subido alguns pontos mas está ainda longe do exigido ao partido.

 

Para a AF de São Marcos da Serra votaram 233 internautas (68 tentativas bloqueadas). A grande disputa tem sido entre Luís Cabrita, o candidato do PSD que já vai na sua terceira tentativa, e Ricardo Guerreiro, o jovem candidato do PS. Rosa Guerreiro, da CDU, tem no entanto subido na última semana.

 

Para a AF de Silves votaram 299 internautas (61 tentativas bloqueadas). Lidera Luís Coelho do PS, seguido pelo candidato do PSD que foi quem mais subiu nas últimas semanas. Uma palavra para o candidato do MPT Rui Amador que surge à frente do elemento escolhido pelo Bloco de Esquerda, João Varela Santos.

 

Para a AF de Armação de Pêra votaram 221 internautas (184 tentativas bloqueadas). Após algumas semanas em que obteve mais de 50% dos votos, o candidato do PS, Paulo Vieira, começou a perder terreno para Ricardo Pinto. Nesta altura menos de 10 pontos separam os candidatos.

 

Esclareço que não coloquei a votos as “uniões de freguesias” porque só recentemente se confirmou a legalidade de algumas candidaturas participantes. 

Autoria e outros dados (tags, etc)


20 comentários

Sem imagem de perfil

De um militante socialista elegivel a 13.09.2013 às 14:34

os colonos provincianos


Num ciclo eleitoral que se tem revelado algo conturbado em diversos quadrantes, exige-se que os principais intervenientes adoptem condutas que promovam o bom funcionamento da dinâmica de campanha, bem como dos grupos de sinergia a si associados, diga-se listas.

No decurso das actividades de promoção dos intérpretes que se propõem servir os munícipes, encontram-se elementos, que em pouco têm revelado as mais-valias potenciadoras de unidade.

Os 8 grupos de trabalho têm insuficientemente beneficiado do que havia sido aclamado como o marketeer, mas que na realidade, desde cedo, tem adoptado comportamentos de um verdadeiro colono provinciano.

Sem considerar o trabalho desenvolvido, até aos ventos de Vila Real brindarem Silves com </a>tal figura de arma no coldre, iniciou-se o que se pode denominar como uma não-campanha, um não-desenvolvimento, uma não-adição.

Desta feita, os factores que dividem ou não aproximam as ideias, as pessoas, quer seja num grupo ou Instituição, deverão os seus supostos líderes tomar uma posição que promova exponencialmente a multiplicação de condições positivas, não permitindo que ao grupo ou Instituição sejam comprometidos os alicerces que os sustentam.

Forçar as bases a ruir não será certamente o caminho para um grupo ou Instituição que se pretende sólido para conturbadas tempestades que se avizinham.

Como Jacques de la Palice diria aos seus soldados: dividir é o contrário de multiplicar e subtrair é o contrário de adicionar.

Comentar post





Comentários recentes

  • Anónimo

    Tem o PDF do livro?

  • Anónimo

    mais um profeta da desgraça

  • António Duarte

    Para Marinho Pinto chegar a uns 15% não precisará ...

  • António Duarte

    Fico satisfeito por ver que o rapaz ainda está viv...

  • Raposo

    O que eu gostei mais da entrevista foi de saber a ...