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Muito se tem escrito sobre a Feira, que se queria “franca”, e levou “chumbo” da oposição em Reunião de Câmara. Se há coisa que este blog sempre tem procurado é defender a verdade e, até a propósito, a política “franca”… como a feira deveria ser.

Quero por isso começar por dizer que, sendo o blog um espaço onde quase sempre se posta a minha opinião, acho a atitude da vereação neste caso uma “vingançazinha”… mesquinha… sujinha… e tudo o que acaba em “inha”. Tal não quer dizer que a CDU tenha tido o papel de vítima. Nem todos os “crimes” têm uma vítima. Aliás, a CDU neste “caso” terá à sua espera um, de dois, papeis:

- Ou revelou a sua impreparação (que é normal) levando a Sessão de Câmara um assunto que teria que ser decidido pela Assembleia Municipal, sendo que a próxima reunião daquele órgão estava marcada para depois da Feira;

- Ou quis “entalar” desde já a oposição na opinião pública, preparando terreno para o Orçamento e outras medidas que terá que tomar, usando um truque de “rasteireza política” no qual PS e PSD caíram como “patinhos”. Se foi esse o caso, a CDU também “começa mal”…

Depois de publicar o post anterior alguns amigos me alertaram para o facto de as últimas Feiras Francas realizadas em Silves terem ocorrido ANTES da nova legislação, que não prevê excepções… tal como também me esclareceram que nesta situação o executivo camarário deveria ter “deliberado” propor à Assembleia Municipal que decidisse a isenção de taxas na próxima feira.

Analisando isoladamente este caso, e sem conhecer ainda a acta e porque razão PS e PSD invocaram o voto contra, poderemos dizer que a decisão é compreensível. Já quando a análise é feita à luz do que tem sido o comportamento e as decisões tomadas pelos principais intervenientes na tal sessão de câmara, não podemos deixar de pensar que a abstenção seria a tomada de posição mais lógica. Convêm não esquecer os inúmeros casos de abstenções, faltas de vereadores e votos “errados” que marcaram os últimos anos em casos onde os munícipes tinham muito mais a perder. 

 

PS: fica no post anterior a "Proposta da CDU" para consulta.

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22 comentários

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De Vale e Azevedo a 30.10.2013 às 00:31

Quer que enumere processos "mafiosos" arquivados, em Portugal? 
Conhece alguém que tivesse sido acusado, no dominio da gestão danosa, burla ou abuso de poder, com o escritório do Judíce por detrás?  
Os 8 milhões são de dominio público e referem-se ao montante em divida+custas+juros de mora. Não me diga, uma pessoa tão bem informada, que não sabia disto. 
Acha que os divórcios da ex-presidente e vereadores com a passagem dos bens para o ex marido ou ex mulher, tudo na mesma altura, foi inocente?
Quanto à má criação, e como dizem os Espanhois, suelta-te...
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De Anónimo a 30.10.2013 às 00:39

Não precisa de enumerar Processos judiciais sem condenação, mas felizmente os mentores de alguns já estão a ver o sol aos quadradinhos. 
Afinal, não são 5 nem 8, confirmei, de fonte fidedigna que já rondam os 10 milhões.
Quanto à primeira questão não respondeu, e quanto à má criação, tenho falado consigo sem o insultar, o mesmo não pode o sr dizer. Já agora, não gosto muito de espanhois. Obrigado e ...
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De Vale e Azevedo a 30.10.2013 às 00:57

Você não tem falado comigo, o que temos feito é escrever neste blog uma espécie de diálogo. Também não consegui ler a(s) alinea(s) onde surge esse insulto, supostamente escrito por mim.
Falando na linguagem com que se apresentou, e lendo a lei 75/2013 de 12 de Setembro, não consigo descobrir a parte que menciona qualquer ilegalidade na matéria apresentada a votação.
Depreendo que me poderá ajudar nesse capitulo, pelo que desde já agradeço que me indique qual ou quais os pontos que tornam esta pretenção do executivo uma ilegalidade.
Agradeço resposta.
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De Vale e Azevedo a 30.10.2013 às 08:50

Hoje, assim que acordei, vim ler a resposta do "mestre das leis".
Acontece que não houve resposta o que, considerando o meu pedido pera que não me deixasse sem resposta, das duas uma, ou não teve tempo ou está com dificuldade na resposta... Vamos aguardar.
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De Anónimo a 31.10.2013 às 00:15

A dificuldade na resposta deve-se “apenas” ao facto de eu ter de trabalhar para viver, e só agora tive acesso a um computador.

Ao contrário de outros, eu não sou comentador/comentarista profissional.

Quanto à sua questão, a resposta, no meu entender, está na análise conjugada dos artº.s 33º. e 25º. da referida Lei 75/2013, por isso, se ler atentamente a proposta da CDU poderá concluir que era “ilegal”, não no sentido pejorativo, mas no sentido que vai contra o espirito da Lei.

Esta é a simples opinião de um munícipe apartidário, mas como já percebi, pelos seus comentários anteriores, o senhor entende que a sua opinião é a única valida e todas as outras estão erradas, apenas lhe digo que, escreva o senhor o que escrever, sobre este tema não voltarei a responder-lhe mais.

Respeito a sua opinião mas não concordo com ela, espero que respeite a minha. Vivemos em democracia, cada um pode opinar livremente. Haja paciência. Obrigado.

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