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Leio as notícias nos vários jornais e fico deveras preocupado. Assola-me o facto de ser na altura em que o país mais precisava de um líder de esquerda forte e determinado, que nos calha na rifa… António José Seguro! Não me ocorre nenhum outro nome tão conotado com o actual sistema, com o cinzentismo, com os lobbys, com a política no pior sentido do termo… do que António José Seguro. Pode ser bom rapaz, pode acertar de vez em quando... mas o certo é que um bom rapaz não resolve isto e até um relógio avariado acerta nas horas duas vezes por dia.

Estes são tempos extraordinários, que exigem pessoas extraordinárias. Pagaremos todos muito caro esta escolha. Tudo se conjuga para a “tempestade perfeita”… precisávamos de um sonhador, um visionário, um revolucionário…  um Lula da Silva, um Mário Soares, um Gorbatchev, um Mitterrand… temos o “Tó Zé”, o Jerónimo e o Louçã!!!!

Abençoai-nos Senhor…. e tomara que não seja tão grave como eu temo que possa ser.

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Diz quem sabe...

07.08.11

As frases sábias são geralmente curtas e incisivas. Jack Soifer, consultor internacional especialista em turismo, faz na última edição do "O Algarve" uma crítica ao Programa Allgarve:

Gastar balúrdios em Junho, Julho e Agosto - quando já há um número significativo de turistas - não é competitivo.

O programa Allgarve deveria contemplar a época baixa, fomentando eventos que pudessem atrair até nós diferentes tipos de turismo. Em Silves este ano já tivemos o Gospel e teremos a Feira Medieval... depois seguem-se 10 meses de marásmo.   

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A humanidade insiste em não aprender com o passado. Olhando para a sucessão de acontecimentos no Mundo eu começo a pensar que teremos um grande “problema” pela frente nos próximos anos. Desde a crise económica neoliberal onde se insiste em proteger os causadores da situação em penalização de todos os outros, até aos conflitos que “estalam” em vários pontos do Globo.

No Egipto a “Irmandade Muçulmana” prepara-se para tomar conta do maior país muçulmano do mundo, acabando com o papel moderador que o Egipto, mal ou bem, teve nas últimas décadas. O exemplo do tratamento dado a Mubarak fará por certo com que os casos da Síria e da Líbia tomem proporções mais sérias, com os seus “queridos ditadores” a darem tudo por tudo para evitarem ser julgados numa maca colocada dentro de uma jaula. Não é à toa que a Mossad está em alerta máximo e o Estado de Israel está em pânico com os acontecimentos.

A Itália e a Espanha começam a ser pressionadas. A Itália é um país que facilmente pode espartilhar-se e cair nas mãos erradas, a história é clara. A Espanha é outro “remendo” colado pela monarquia que dificilmente resistirá a um tratamento de choque. Os EUA estão com a cabeça no cepo e só não caiem já porque os chineses, inteligentemente, não querem perder todo o dinheiro que lá meteram e vão aguentando as pontas. O Paquistão extrema as suas posições e com o corte das transferências americanas poderá voltar a mostrar a sua verdadeira face extremista.

Leiam esta passagem tirada do Wikipédia sobre a Grande Depressão:

A Grande Depressão, também chamada por vezes de Crise de 1929, foi uma grande depressão económica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial. A Grande Depressão é considerada o pior e o mais longo período de recessão económica do século XX. Este período de depressão económica causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países, bem como quedas drásticas na produção industrial, preços de acções, e em praticamente todo medidor de actividade económica, em diversos países no mundo.

Todos sabem o que aconteceu após a Grande Depressão… o New Deal americano conduziu a uma recuperação mas o mal estava feito. Na Europa, no Japão e no Médio Oriente o poder tinha sido ocupado por gente com ambições de conquista e de extermínio à custa do desespero das populações. Confesso-vos que estou a ficar preocupado, não por mim nem pelo país, mas pelos meus e pelas novas gerações.

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Este caso da Ongoing e dos espiões é sintomático daquilo que se passará neste país daqui para a frente. Com um Governo, uma maioria, um Presidente e com o controlo dos principais órgãos de comunicação (SIC e TVI incluídas) nas mãos da direita... vai ser muito complicado ser de esquerda por cá.

 

Tal como vaticinei Pedro Passos Coelho já revelou que não conseguirá conter o ímpeto de poder dos seus correligionários, como aliás está bem patente na nova administração da CGD e no número de nomeações que se fizerem desde que o PSD assumiu, em parceria com o CDS, o poder. A recente venda do BPN (o erro mais grosseiro de Sócrates) ao “comparsa” Mira Amaral e aos seus patrões angolanos por 40 milhões demonstra quem ganhará com esta governação. 40 milhões são uma migalha comparada com os 5,2 mil milhões que os contribuintes já meteram no BPN… agora sabemos quem se “abotoará” com esse dinheiro. Em breve ficaremos a saber quem se abotoará com a EDP, a REN ou a TAP… empresas que geram receitas e como tal têm mercado. Já com a RTP a música é outra. A Ongoing e a Impresa não querem mais concorrência e por isso Manuela Moura Guedes e Francisco Balsemão já devem ter enviado um SMS a Passos Coelho “proibindo-o” de privatizar o canal público. A palavra de ordem agora é “reestruturar”, pois claro.

O “estado de graça” deste governo será quanto a mim o mais curto que alguma vez tivemos em Portugal e infelizmente não vejo a esquerda preparada para assumir o papel preponderante que deveria ter na defesa de todos nós. O PS tem um líder sem carisma e completamente comprometido com tudo o que é lobby e jogada política dos mesmos de sempre. O BE está ainda de “luto” e sem rumo depois de ter percebido da pior maneira que ser do contra porque sim não é caminho para ninguém. O PCP continua a tocar a “cassete” de sempre, totalmente alheado dos tempos modernos e incapaz de compreender o mundo que temos hoje. Sobra-nos o quê?! Pois bem, sobra-nos a nossa capacidade de pensar e de intervir sem nos deixarmos levar pelo “canto das sereias”. A liberdade que por enquanto ainda temos de dizer o que pensamos, de reivindicar, de criticar ou de protestar.

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