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Ia ser um “fartote” se a CGTP e o governo fossem obrigados a aferir a adesão à greve olhando para Messines (e grande parte do concelho de Silves). Passei por lá hoje e estava tudo como sempre esteve.
 
Para haver greve tem que haver trabalhadores e em Messines o tecido social está resumido a pequenos empresários que sobrevivem comprando os produtos e serviços uns dos outros. Faz lembrar a Idade Média quando se trocavam galinhas por ferraduras e vinho por pão. Como pequenos empresários que são não fazem greve porque não estão insatisfeitos com o patrão ou com as reformas do Estado na Função Pública.
 
Nos meus tempos de Universidade ouvi um reputado Sociólogo dizer que os “medos” de uma comunidade são difíceis de combater porque cada um – enquanto indivíduo parte dessa comunidade – não tem coragem de assumi-los. E nessa altura pensei que era exactamente isso que se passava em Messines. A comunidade Messinense “morre” de medo que os seus filhos não regressem à terra para assumir os negócios de família, as terras, as casas e as tradições. Cada pai e mãe, individualmente, sente isso e falta-lhe a motivação para reivindicar, para criar, para participar, para lutar por uma vila melhor… - Para quê??! – Perguntam, dizendo depois: - Daqui a alguns anos já cá não estarei!
 
“TRAZER OS FILHOS DE VOLTA…” Acredito que é um bom mote para as próximas autárquicas. Pelo menos é capaz de mexer com a consciência e o intimo de cada um expondo os medos... pensem nisso.

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2 comentários

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De José Paulo de Sousa a 31.05.2007 às 17:37

caro paulo silva,

leio sempre com atenção os seus textos e posts. hoje vi este e não me consigo vislumbrar no que diz "o tecido social está resumido a pequenos empresários que sobrevivem comprando os produtos e serviços uns dos outros" assim de repente lembro-me 3 instituiçoes bancárias, 2 jardins escolas, 2 escolas primárias, 1 eb 2/3 uma escola profissional, 1 lar/centro de dia, 1 casa do povo, junta de freguesia, ctt, centro de saude , 2 estações de serviço, uma empresa conceituada de distribuição, posto da GNR, Bombeiros Voluntários, só assim de repente vejo bastantes serviços e por alto por alto 300 trabalhadores por conta de outrem, nao falo do comercio em si - englobando, restauração e snack-bar, o mercado em si, pequenas empresas também me lembro de umas duas duzias assim só olhando para os clientes do escritorio. consultórios médicos,existem, clinicas de reabilitação também, temos coisa rara no concelho um cinema que até funciona , até há escritorios de advogados e solicitadores, stands de venda de automoveis , venda de alfaias agricolas, venda de produtos e rações alimentares veterinários etc etc já não falando dos agricultores e cooperativas agrícolas. Que me diga que a industria não abunda aí concordo e assino por baixo, agora fazer uma vista tão miserabilista da Vila e da freguesia não posso concordar, tomara muitas Vilas e Pequenas Cidades deste pais poderem dizer o mesmo. Está é a minha opinião claro, que vale o que vale mas sinceramente nao estou a ver essa quase troca directa. Não se esqueça que o seu blogue é lido, daqui a pouco temos ai a nacional geografique :)
a entrevistar os bisonhos que nao evoluiram da Idade Média e do Sistema de troca directa. um bom dia e até ... faça o favor de ser feliz!
Desculpe lá o tempo e espaço que lhe roubei e perdoem-me todas as actividades que não citei, e se quer ter uma ideia mais exacta do pessoal que vai trabalhando por esta Vila venha à hora do almoço a um dos ( pecando por excesso 20 ) restaurantes que existem na Vila e nos arredores e arranje lá um lugarzinho para se sentar ... :)
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De Paulo Silva a 01.06.2007 às 11:23

Caro José Paulo (se me permite que o trate assim enquanto colega blogger)...

Já disse uma vez que gosto de ver a forma como defende a vila de Messines. Também eu procuro fazê-lo usando outras formas, não sei se melhores ou piores… diferentes. Se calhar tenho que começar a escrever em todos os parágrafos um "passe o exagero" para que não levem à letra tudo o que rabisco.

Há um médico conhecido ai na vila (que penso ser seu amigo) que usa a técnica do Al Gore: Faz o pior diagnóstico possível ao paciente e com isso capta-lhe a atenção. Depois é bem mais fácil que este aceite o tratamento. Gosto desta técnica e por vezes cedo à tentação de usá-la com Messines.

A sua experiência de vida há-de tê-lo ensinado que quando gostamos a sério de alguma coisa existem mais probabilidades que essa coisa nos magoe ou nos traia. Consequentemente teremos reacções menos pensadas, típicas de quem está magoado. Nunca deu por si a chamar "coxo" ao Nuno Gomes ou ao Simão? Assim de repente lembro-me que cada um deles tem pelo menos 2 pernas! A mim acontece-me muito chamar “cego” ao Jesualdo Ferreira e desancar no PS Silves, por exemplo, mas isso apenas quer dizer que gosto de ambos.

Quanto aos restaurantes, nunca tive problemas em encontrar lugar para me sentar em nenhum mas parece que está para abrir um novo onde se prevê que isso venha a acontecer. Oxalá porque os donos merecem...

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