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A morte de mais um conterrâneo no cruzamento Messines – Algoz marcou a actualidade da vila. Pela primeira vez, desde que me lembro, os messinenses saíram à rua e manifestaram o seu descontentamento de forma bem vincada. Tudo teria sido perfeito não fosse a “traição” do presidente da Junta de Freguesia.
 
Convidar Isabel Soares para a mesa principal da reunião de cidadãos foi um erro grave que apenas pode ter duas interpretações daqui para a frente:
 
A-    Foi consciente e é caso para o PS Silves repensar a escolha dos seus candidatos à Junta de Messines.
B-    Foi inconsciente e é caso para os messinenses repensarem o seu sentido de voto nas próximas eleições.
 
Quem esteve na Junta de Freguesia na noite de 26 de Novembro assistiu a uma enorme “farsa” que contou com o alto patrocínio do presidente da Junta e, por arrasto, daqueles que, como eu, se empenharam em conseguir muito mais daquela reunião.
 
Era expectável que, sabendo da reunião, a presidente da Câmara aparecesse por sua iniciativa tentando defender-se e usar os seus argumentos. O que não era expectável para mim era ver a senhora presidente na mesa principal com a estratégia, politicamente brilhante, de transformar uma “manifestação” num “comício”. Por ingenuidade – pelo menos assim quero acreditar – o José Vítor caiu como um “patinho” no truque que muitos presidentes de Câmara usam sempre que correm o risco de sair mal tratados de uma reunião deste género. Bastou a Isabel Soares pôr a máquina partidária a funcionar e encher a sala da junta de apoiantes muito antes das 21 horas. Isso obrigou a que, todos os que foram com o intuito de manifestar o seu desagrado, tivessem que ficar na rua sem ouvir nada do que lá dentro se passava.
 
Lá dentro era o “paraíso” com Isabel Soares à vontade para desfolhar os “ofícios” que trouxe de casa perante os aplausos da sua “claque”. Cá fora as pessoas, sem saberem do que se falava, julgavam que a construção da rotunda até já teria começado tais os aplausos “entusiasmados” que ouviam. Em suma: uma “palhaçada” que envergonhou todos os que acreditaram que iria mudar alguma coisa e que podiam contar com o poder politico. Ficou mais uma promessa de um “ofício” com carácter de urgência igualzinho a todos os outros que seguiram por carta registada na semana a seguir a cada uma das 12 mortes que ali já ocorreram.
 
O positivo de tudo isto, para além da mobilização espantosa das pessoas, foi o espírito que vi em quase todos. Pela primeira vez começo a acreditar que um “Movimento de Cidadãos” pode tomar o poder autárquico a acabar com os atropelos sistemáticos a Messines e aos messinenses.
 
Resultou ainda desta noite a minha decisão de levar o Penedo Grande mais além. Pelo menos até que aquele cruzamento tenha a solução que nos permita dormir descansados. Bem sei que me vão acusar de incoerência mas, como já aqui disse noutras ocasiões, apenas procuro ser coerente com a minha consciência. Vão ter que levar comigo mais uns tempos…

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