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Parquímetros – É fácil ser-se contra a instalação de parquímetros. Tudo quanto seja “tirar” mais dinheiro às já depauperadas carteiras dos portugueses recolhe facilmente um rol de apupos.
 
Eu, que sou emotivo por natureza, reagi ferozmente quando li no “Blogue do Vereador”, cujo autor é o Vereador Dr. Manuel Ramos, que Messines, Armação de Pêra e Silves iriam passar a ter parquímetros nas suas principais artérias. Mas, como quase sempre, a “raiva” inicial que me invadiu foi-se esvaindo até chegar a uma opinião mais sustentada sobre o assunto.
 
É um facto que o estacionamento pago ajuda a libertar mais lugares para quem precisa de estacionar por pouco tempo e afasta, para outras artérias e lugares, os carros que ficam todo o dia, toda a semana ou todo o mês “plantados” em plena “Avenida”, nas portas do comércio e das instituições. Admito que, no caso de Messines, a instalação de parquímetros na Rua da Liberdade seja benéfica para os comerciantes, para os bancos e para a restauração mas… custa-me a engolir que num concelho onde falta tanta coisa se comece, justamente, pelos parquímetros.
 
Ainda assim aceito a instalação das “maquinetas” desde que sejam tidos em conta os comerciantes da Praça, criando mais lugares destinados a cargas e descargas, e desde que se retire definitivamente o “terminal de expressos” de “cima da passadeira” que está na frente do Mercado Municipal. É até desprestigiante para a vila que quem ali passa de expresso fique com a impressão que Messines é uma rua sem saída.
 
...
 
Bancos – De um momento para o outro Messines ficou na mira dos Bancos. Mais dois balcões preparam-se para abrir portas – já há até quem diga que foram eles que criaram o lobby dos parquímetros – e, ao que consta, um terceiro estuda possibilidades.
 
Acho estranho que precisamente agora, numa altura em que Messines perdeu as grandes empresas e boa parte da serra está em êxodo para a costa, os “grandes” bancos venham a correr para a vila. Ainda gostava de ver os estudos de mercado que cada um fez antes de tomar a decisão de se vir instalar por cá. Aposto que devem ter tido em consideração o facto de os messinenses precisarem de dinheiro mas não pensaram que outros tivessem a mesma ideia, os mesmos estudos e os mesmos planos.
 
Messines pode orgulhar-se de ter um dos melhores, e mais competitivos, Balcões do Crédito Agrícola da região Sul, que pode facilmente estragar os “planos” de muito bom gestor “alfacinha” pela confiança que goza junto da população. Sim, porque isto da confiança é essencial num banco e se muitos messinenses têm contas fora da vila não será apenas por questões de marca e marketing… é que viver numa pequena vila tem muitas vantagens mas a garantia de “sigilo bancário” não é uma delas.
 
...
 
PS – Faz-se piada nos bastidores da política concelhia com uma “alegada” convocatória feita pela Dra. Lisete Romão aos militantes socialistas. A dita convocatória, se aconteceu, foi feita por SMS e E-Mail e resultou numa mão cheia de nada. Não sei se é verdade, sei apenas que pelo que conheço do Partido e do concelho é mais do que provável que tal tenha acontecido… ou acontecesse nessas circunstâncias.
 
Os “senhores” do PS/Silves queixam-se do desinteresse das pessoas pela política mas nada fazem para inverter a tendência. É gritante que, numa altura em que quase duas gerações pensam que se existe… está no Google, o PS/Silves não tenha um Blog, um Web-Site ou um “apoiante confesso” que mantenha no “mundo virtual” a sensação de que estão vivos. Dá-me a impressão que o militante típico do meu partido neste concelho tem que ser convocado por carta registada com letras bem grandes, por causa da miopia. Bem faz o Dr. Carneiro Jacinto… “antes só, que mal acompanhado”.
 
...
 
“Ferroada” – Não abundam eventos na nossa vila e por isso é sempre de assinalar quando damos pela falta de um. Este ano não houve Carnaval em Messines. Quando tínhamos que importar as “brasileiras” para animar a festa… fazia-se Carnaval. Agora que as “brasileiras” vivem em Messines… acaba-se com o Carnaval. É estranho, e mais estranho ainda será que a “torneira fechada” da Câmara Municipal de Silves não tenha nada a ver com isso.
 
A terminar a “ferroada” do mês. A prova de que Isabel Soares, como diz o brasileiro, “está nem ai” para Messines e para os messinenses. Realizou-se a I Gala do Desporto da Casa do Povo, centenas de pessoas compareceram e viram o evento começar 40 minutos atrasado porque a senhora presidente havia confirmado à organização a sua presença. Durante o evento “o cadeirão” ficou guardado, tal como a esperança de a senhora aparecer para dar o “toque” solene àquele momento… e ainda estaríamos todos à espera porque, além de não aparecer, não se dignou a avisar ninguém.
 
Depois acusem-me de ser mau e de achar que, lá pelos paços do concelho, Messines é apenas… “a pain in the ass”.
 
In. "Terra Ruiva" - Fevereiro de 2008

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4 comentários

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De Anónimo a 02.03.2008 às 17:48

Três dezenas de pessoas estiveram ontem à noite frente à Sé de Silves numa vigília – manifestação, por causa das precárias condições em que se encontra a igreja matriz da cidade.
Exactamente 31 pessoas responderam à 1ª chamada que o novo líder da concelhia do PSD de Silves fez, desde que tomou posse.

O “grupelho” era composto por: Isabel Soares e seu marido (que chegaram cerca das 21h e 12m), a mãe de Isabel Soares, Dona Aliete e sua amiga Ascensão Loia, José Pedro Soares (filho de Isabel Soares e Líder actual do PSD concelhio), José Manuel Estiveira e sua mulher Leonor Mourinho, a mãe de Maria José Encarnação (Presidente da mesa da Concelhia do PSD concelhio), alguns membros dos Rotários de Silves e …mais alguns nomes bem conhecidos e que fazem parte do séquito da Presidente da Câmara.

Saliento que, com esta vigília – manifestação, (comunicada a sua realização às rádios e jornais e por estes divulgada), pretendia Isabel Soares lançar o seu filho Zé Pedro, e ao mesmo tempo exigir do Governo aquilo que a própria Isabel Soares não fez, quando o governo era PSD, tanto no tempo de Santana Lopes como no de Durão Barroso; este problema da Igreja de Silves não é de ontem ou de antes de ontem.

A ausência das pessoas de Silves fica-se a dever, não à falta de fé dos cidadãos, mas essencialmente, ao oportunismo mais uma vez demonstrado e que já não passa despercebido a ninguém.

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