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67 pessoas assinaram a petição a favor de uma Coligação de Esquerda em Silves. Se analisarmos a coisa na proporção do número de eleitores tivemos maior adesão que a petição pela Esquerda Unida em Lisboa… é obra!

 

Sabíamos que seria praticamente impossível conseguir a coligação. Infelizmente a nossa política autárquica é movida por “interesses” que nada “interessam” à população e ao concelho. Falhamos, mas pelo menos tentamos.
Resta-nos agora assistir ao que se segue. “3 senhoras” disputam a câmara e apenas uma delas merece da opinião pública o chamado “benefício da dúvida”. A candidata da CDU é uma “refrescante” novidade neste concelho e o nome de João Estevens na Assembleia Municipal, a apoiá-la, promete complicar as contas às outras duas… pelo menos em Messines. Até lá teremos tempo de ver quem merecerá o nosso voto “útil”…
Por cá, dizem, teremos as mais renhidas eleições para Presidente da Junta de que há memória. José Vítor está “desgastado” perante muitos e vê pela frente um candidato da CDU que promete “agitar as águas” ao mesmo tempo que, do lado do PSD, se promete a maior surpresa destas eleições com um independente e insuspeito nome a avançar de “laranja” ao peito.

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1 comentário

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De manuelfernandes9 a 26.05.2009 às 06:10

José Vitor tem o perfil indicado para a presidência da Junta de Messines.
Nasçeu um animal politico com todos os atributos sem nunca esqueçer os seus ideais de esquerda.
È curioso analisar o percurso da sua gestaçâo:
Desde descrente como a maioria dos Portugueses que desconfiam das intençôes dos lideres politicos-muitas vezes por inercia e comodismo pessoal,è mais facil falar mal do que tentar mudar-com coragem aceitou ser secretário da junta e esteve para desistir porque o seu caracter de esquerda não pactuava com certas situaçôes...Ironicamente foram as "Amaricaniçes"em que trabalhou para sobreviver que o fizeram acreditar
em si próprio e avançou confiante que iria ganhar a Presidência,tão confiante que atè se enganou na soma dos votos e cantou vitoria(afinal perdeu por três).Foi uma travessia no deserto nesse periodo de espera mas a vitória chegou e com ela a esperança que as proximas seriam maioria absoluta;sonho de pouca dura quando o partido pelo qual tinha sido eleito o obrigou a engulir o sapo do tesoureiro-eles ai estavam a actuar,mas era preciso continuar com eles e com a presidente da Câmara,o
importante era Messines.
Soube destinguir a dificuldade que existe em Messines na generalidade um meio rural com uma vertente sub-urbana e alguns traços de urbanidade
uma dificuldade para gerir esta multiplicidade cultural...
Mas José Vitor está a conseguir e a crescer por isso João Carlos espera que daqui a oito anos ele pròprio irá votar em ti

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