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17.09.09

Voltei da minha viagem e voltam comigo os “registos”, tão do agrado do “meu amigo anónimo” (repare nas aspas)…

Registo 4 coisas:
- Começou a campanha de Isabel Soares. A confiança é tal que até se dá ao luxo de dar meses de avanço à “concorrência”. Merecia pagar pela arrogância, mas nem sempre as pessoas têm o que merecem. Os outdoors têm bom contraste e uma imagem “clean” mas desta vez estão lá os defeitos… aquele “recorte” da sua foto está péssimo e a cara da Dra. passa bem a imagem do “desgaste” que tem em cima. Em relação às frases apenas acho que faltou a essencial: por mim!
- A rotunda do cruzamento Messines – Algoz começou a ser embelezada. Passei por lá hoje e ocorreu-me precisamente aquilo que o Tonny disse ali no “CBox”: enquanto foi preciso resolver o problema do perigo que aquele cruzamento representava para as populações ninguém fez nada porque não havia dinheiro, mesmo com gente a morrer a cada ano. Agora que se trata de “Propaganda eleitoral” com o único objectivo de reeleger a senhora presidente já há dinheiro (até para “plantar estevas” e depois arrancá-las) para fazer uma rotunda em pedra grés com oliveiras. É uma vergonha, ainda mais sabendo-se que o cruzamento continua sem iluminação e por isso continua a colocar em risco os peões que ali passam todos os dias.
- O candidato da CDU à junta fez a apresentação da sua candidatura na zona histórica da vila. Uma excelente ideia que é a prova de que a politica local precisa de cabeças novas como de “pão para a boca”. Parabéns ao João Carlos Correia… para já ganha experiência mas o futuro há-de reservar-lhe outros voos.
- O Presidente da Junta vai fazer o jantar de apresentação da sua candidatura já no próximo dia 25 de Setembro. Espero que ganhe e que volte a ser eleito o presidente da nossa freguesia. Por vezes a “agressividade”, que eu acho que lhe falta, mais não é do que consciência da realidade e experiência. Isso ele tem mais do que todos os outros juntos. Sou capaz de reconhecer que algumas vezes fui injusto com ele por esperar mais acção… à distância até reconheço que a sua atitude foi a mais sensata. Noutras mantenho a opinião de que cometeu erros, mas... quem não os comete?!

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3 comentários

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De Paulo Silva a 18.09.2009 às 15:00

Caro Cão Guru, António e Tânia,

Já corrigi o lapso com o nome do candidato (a quem peço desculpas). Em relação aos Vossos comentários gostaria de tecer algumas considerações.

Para mim o momento que “borrou a pintura” ao José Vítor foi essencialmente a questão do Cruzamento Messines – Algoz. Na altura não compreendi porque razão ele tinha que resolver as coisas “organizando” um comício à Dra. Isabel Soares. Disse-o a ele, coisa que muita gente não fez, e enviei-lhe nessa noite uma SMS a dar-lhe conta da minha indignação.

A esta distância do evento consigo discernir melhor as coisas. É certo que o que a população queria exprimir o seu descontentamento e arranjar um culpado (facto que servia como uma luva à Dra. Isabel Soares), mas agora eu pergunto: será que se a Dra. Isabel Soares não tivesse lá estado e as pessoas tivessem gritado palavras de ordem contra ela, marchado com “paus e pedras” nas mãos pelas ruas da vila e cortado a estrada durante a noite, as coisas se tinham resolvido melhor?! Não terá sido mais produtivo que ela própria se viesse explicar às pessoas e sentisse na pele o ambiente?!

Como é óbvio não posso concordar com o facto de o José Vítor não ter acompanhado as pessoas na marcha silenciosa que, mais do que uma manifestação, foi uma homenagem às vítimas. Tal como discordo em absoluto da atitude submissa que permitiu encher a sala da junta de gente do PSD antes da hora marcada para a reunião e que deixou na rua as centenas de pessoas que estavam ali com o verdadeiro propósito de discutir o problema. Agora posso afirmar, até porque tive oportunidade de participar num almoço a esse propósito, que o presidente da junta sempre tentou resolver o problema. Também me recordo dele na “Muito Alta Tensão” (até esteve na televisão) e sei que alertou em tempo útil para a questão do jardim.

Quanto ao programa que apresentou nas últimas eleições permito-me discordar da Tânia. Sei que todas as questões mereceram o seu esforço mas as dificuldades (que irás experimentar um dia, cara Tânia) de levar qualquer projecto avante na nossa freguesia são por vezes hercúleas. Quiçá porque as boas ideias esbarram nas politiquices locais logo à primeira ou porque a maioria das pessoas não está disponível para abraçar projectos de desenvolvimento local. É isso que é preciso mudar. Se me falasses no esbanjamento de dinheiros em acções culturais de interesse duvidoso até concordaria contigo.

A questão da “clubite” (de que fala o António) é um pouco mais complexa. Não tenho pejo em dizer que o José Vítor é um verdadeiro socialista e que tem, como poucos, a exacta noção do que é a social-democracia. É também um autarca experiente que conhece como nenhum outro candidato os trâmites e o submundo da política local. Poderá, e admito que sim, ter alguma dificuldade em impor-se como um líder mas nenhum outro nos oferece, nesta altura, mais garantias de um trabalho bem feito. Se me assumo como militante de um partido, se sou amigo de um dos candidatos desse partido e ainda por cima confio minimamente nas suas capacidades enquanto político e presidente da junta não vejo razão para não lhe declarar o meu apoio. O pior é quando a militância é o único denominador comum… ai sim teríamos “clubite” (ou então quando a amizade é o único denominador, que será uma “amigdalite”… hehehe).

Para finalizar a questão do tratamento dos munícipes. Não acredito que o José Vítor seja homem de discriminar ninguém, até considero (e por isso estou mais à vontade para lhe fazer algumas…) alguém que encara as criticas como oportunidades de melhorar e reparar erros. Se me conseguirem dar um exemplo de discriminação…
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De Tânia Mealha a 18.09.2009 às 16:53

É fácil. Não ajudar uma pessoa porque essa mesma tem um filho que concorre à Junta de Freguesia é discriminação. Não cumprimentar Messinenses que o cumprimentam é outra. Nem é preciso esforçar-me muito como vês. Mais importante é que a clubite sofre-a o teu Presidente de Junta.

Considero que a experiência que o Presidente tem é a de organizar coisas fúteis como a dos Notáveis Messinenses. Paulo as dificuldades existem é um facto, em qualquer cargo de responsabilidade, já experimentei algumas, mas isso não é desculpa para se prometer o que não se pode cumprir, ou o que não se tem capacidade para realizar. De facto, a única coisa que a Junta fez que teve visibilidade foram os Notáveis Messinenses, que de notável não tem nada. Até aí houve discriminação. Certo Presidente de Junta, José Martins, que já não está entre nós não foi considerado notável. A sua obra por certo foi insignificante. Tal como o Ramiro Cabrita que também não deve ter contribuído nada para a freguesia. Os outros que configuram na mostra de notáveis fizeram muito mais que eles, está visto!!!!!!!!!!!!!!!

Segundo a tua argumentação, Messines só não tem desenvolvimento nestes 4 anos por causa das dificuldades que o Presidente enfrentou. Querer só não basta. É preciso agir. Não vi nada disso, não posso concordar contigo. Se há coisa que o Presidente é, é mau político, amorfo quanto a defender os interesses dos seus conterrâneos, e o que borrou a pintura foi toda a sua (ina)acção ao longo deste mandato. Os políticos podem ter maus momentos, mas sempre maus momentos sem resultados, acho isso incompreensível. Claro, é teu papel enquanto amigo apoiar aqueles de quem gostas, isso compreendo e respeito.
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De Tânia Mealha a 18.09.2009 às 17:18

P.S.: O ajudar a que me refiro no início do post tem que ver com competências da Junta e não com boa vontade. Ou seja, respostas como "pede a ele que ele também já anda metido na política" são respostas de quem não tem noção que é Presidente de todos mesmo daqueles que não votam nele, pois a sua obrigação não é mais que o cumprimento do dever para o qual foi eleito. E quando as obrigações são nossas os fregueses não estão a pedir, estão a reivindicar a quem de direito o cumprimento da sua função.

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