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Acredito que os “rumores”, vindos de outros blogs, de que a Dra. Rosa Palma se prepara para um “acordo pós-eleitoral” com o PSD, viabilizando a governação Isabel Soares são infundados e meramente destabilizadores. Seria, a meu ver, uma “traição” ao eleitorado que demonstrou nas urnas querer mudar alguma coisa, sobretudo em Messines.
Outros rumores trazem à baila a questão dos parquímetros. Questão essa que já foi abordada neste blog e que não se apresenta necessariamente má para Messines. A colocação de parquímetros na Rua da Liberdade obrigaria a que muita gente, que ali deixa o carro todo o dia, pensasse duas vezes, ao mesmo tempo que representaria um estímulo para os comerciantes daquela rua, quer pela satisfação dos seus clientes, quer pelo aumento do número de pessoas que ali parariam diariamente. Está provado que os parquímetros, quando instalados em zonas comerciais com poucas opções de estacionamento, aumentam o movimento e as receitas dos empresários e comerciantes implicados.
Quanto à possibilidade, avançada pelo “Terra Ruiva”, de a Prisão já não vir para Messines é importante que os responsáveis políticos deste concelho façam tudo o que estiver ao seu alcance para que tal não se verifique. 100 milhões de euros em investimento e os postos de trabalho subsequentes não podem ser atirados para outro concelho e para outra freguesia, sob pena de nunca mais voltarmos a ter semelhante oportunidade.
Para terminar esta breve passagem pelo blog deixo duas mensagens:
Uma de rápidas melhoras ao, ainda futuro, presidente da Junta, João Carlos Correia. Como é público ele sofreu um acidente no dia em que seria empossado presidente. Felizmente parece que tudo se resume ao susto e corpo dorido. Ainda bem.
Outra de sinceras condolências à Paula Bravo pelo falecimento da sua irmã.

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3 comentários

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De HULK a 22.10.2009 às 18:28

Vocês são grandes, muito grandes...
Não me digam que conhecem tão bem esta gente toda, que não sabem que a estratégia do PSD é sempre esta?
1º Colocam-se os adversários um contra o outro e depois apanhasse o mais fraquinho e faz-se um governo á maneira!!!
E pelos comentários que aqui se vêm e a ser verdade o que aqui está escrito, o negócio está feito!
Granda Isabel, troca-lhes as voltas com uma pinta!
Isto vai ser muito engraçado
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De Anónimo a 23.10.2009 às 00:04

Ao fim de tantos anos a ver a minha terra parada, assistindo a uma falta de participação e envolvimento das pessoas, assisti com muito agrado a um envolvimento diferente no periodo de campanha eleitoral, senti que as pessoas estavam dispostas a ouvir os diferentes partidos na apresentação dos seus programas e listas. Pensei"as pessoas estão a perder o medo da mudança...querem envolver-se...a minha terra está a mudar!". Fiquei feliz por sentir que muita gente nova assumia finalmente a responsabilidade pessoal no processo de mudança e transformação que desejava para a sua terra. Independentemente da sua opção partidária assisti a uma análise responsável das caracteristicas das pessoas que encabeçavam as diferentes listas e lhes transmitiam a segurança e a confiança para serem os representantes que escolheriam.
As escolhas foram feitase a voz da maioria determinou os representantes para os diferentes orgãos. É assim em democracia. Quando a escolha da maioria não é igual à nossa achamos sempre que não foi uma boa escolha. Mas a cultura democrática obrigamos a uma postura de respeito por essa mesma decisão. Uma oposição responsável tem o dever de acompanhar e criticar de forma construtiva e pensando nos interesses da população acima dos interesses pessoais ou partidários. Deve governar quem ganhou as eleições, se esse exercicio não for positivo daqui a 4 anos a mesma população saberá exercer o seu protesto.
A democracia permite-nos isso mesmo escolher e mudar as nossas escolhas quando sentimos que não optámos bem. Implica saber ganhar e perder. Implica também coligações para permitir a governabilidade e não para bloquear essa governabilidade porque os resultados não nos favoreceram.
A vitoria da CDU em Messines não reflete (basta analisar o histório dos seus anteriores resultados) apenas a vontade do elitorado comunista, foi a vontade de muitos outros Messinenses com ideias politicas diferentes, que acreditaram que aquela equipa poderia trazer mais valias para a nossa terra. Eu como muitos outros assim acreditou e acredita, saberemos ir ao longo do mandato analisando os resultados dessa escolha.
Por estas razões é com tristeza que tenho assistido aos comportamentos de muitas pessoas quer na rua quer nos blogs. Como dizia o Paulo no seu artigo "Vamos elevar o nivel" da discussão se na realidade estamos preocupados com os interesses da população. Reconhecer a derrota quem foi derrotado e exercer uma oposição responsável. Governar com responsabilidade quem saiu vitorioso. As criticas (construtivas) são importantes para o exercicio democrático, contudo convem deixar começar a trabalhar. A postura de ave agueirenta ou de ave de rapina pronta a atacar ao minimo descuido não é concerteza uma atitude responsável de quem se preocupa com a sua terra e eu acredito que estas não são gentes da minha terra.

Respeitemos a opção da maioria e como adultos responsáveis saibamos dar o exemplo do comportamento democrático aos nossos jovens para que eles se envolvam e participem na vida da nossa terra em vez de se afastarem como tem acontecido.


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De Anónimo a 23.10.2009 às 12:47

Concordo, respeito e acredito na democracia, mas sinceramente repugna-me a mentira, o falso moralismo, a ansiedade de chegar ao poder sem olhar a meios para atingir os fins. É com isto que me revolto e é por isso que a nossa sociedade está como está, incluíndo o nosso concelho.
Pior, repugna-me veemente a postura da CDU Silves, enquanto força política de ideais extremo-esquerdistas, e agora com desculpas de benesses para a freguesia de Messines, aliar-se a um partido de Direita, e não só, aliar-se a Isabel Soares, pessoa contra quem falam e falavam cobras e lagartos. É aqui que nós vemos a integridade e a moralidade das pessoas.
É claramente notório que enganaram o eleitorado que em vós votou! Principalmente os jovens, que ao apostarem em vós estavam claramente a pedir uma mudança de postura política e não a continuação daquilo que já existe, que não gostamos e que VÓS, COMUNAS, diziam e apelavam que o concelho merece melhor!!
POIS MERECE, MERECE TRABALHO, PESSOAS HONESTAS E DE PALAVRA, para que os jovens não sintam arrependimento pelo acto que tiveram no dia 11 de Outubro de 2009, como já está aqui a ser demonstrado.
Não quero, nem nunca quis ofender ninguém, nem pessoal nem ideológicamente. Apenas quero salientar a minha revolta por falsas promessas, falsos moralismos existentes nos jovens políticos do nosso concelho.
Se não são de esquerda que tenham a coragem de se assumir, já chega de "velhos do restelo".

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