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Volto aos registos, que tanto irritam alguns dos meus camaradas, para a posteridade:
- Já diz o povo que “não há fome que não dê em fartura”… Durante 12 anos ninguém sabia o que andavam a fazer (em alguns casos até quem eram) os Vereadores do PS Silves, mas agora, de repente, tudo mudou: temos dois blogs (este + este), comunicados, “press releases” e até páginas inteiras de “pura consciência política” no “pasquim do Artur”. Tudo isto a somar a uma “aparente” predisposição, já comentada nos meandros, para finalmente fazer oposição. Bem hajam, meus senhores.
Como as pessoas são as “mesmas” o que será que as fez mudar de ideias? Terão tomado algum “genérico” de “Viagra Político”?! Seja o que for é de saudar e aproveito a deixa para dois pedidos aos senhores vereadores: arranjem forma de resolver o problema dos utentes dos autocarros de Messines ainda no decorrer deste Inverno e informem-nos de quanto irá custar ao município esta “brincadeira” do Lince Ibérico… para que todos saibam quanto custa cada “bichano” aos cofres da câmara.
-A EXTREMOSUL apresentou o projecto da sua sede no dia 13 de Novembro. Foi fruto de um acordo entre o anterior presidente de junta e a direcção daquela Associação. O espaço nascerá nos terrenos do Estaleiro da Junta e quando estiver concluído será motivo de orgulho de todos nós. Arrisco dizer que essa Associação colocará Messines no mapa e poderá muito bem vir a ser a referência da freguesia.
Ouço os rumores de que algumas pessoas não concordam com a cedência do espaço à Associação. É natural, não podemos concordar todos com as mesmas coisas… o que é fundamental é que se respeitem os acordos e se ouçam as pessoas.
- “Terrorismo político” era coisa que não se via desde o PREC, e que eu pessoalmente não julgava possível. Chamadas cruzadas, “pirataria informática”, “espionagem”, “contra-informação” e até “falsificação de propaganda”… tudo isto se tem passado na nossa “pacata vila”.
Parece-me que o “mau perder” tem limites e não auguro nada de bom se as atitudes não mudam drasticamente. Até me faz confusão que pessoas inteligentes insistam em fazer papel de “atrasados mentais”. Espero que isto termine com o espírito natalício e que não seja necessário voltar ao assunto.

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2 comentários

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De Anónimo a 07.12.2009 às 22:06


Fábrica do Inglês no Algarve em risco de fechar
Por Idálio Revez

Empreendimento que inclui o museu da cortiça está falido. Recebeu meio milhão de apoio, mas não vingou

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O empreendimento de animação turística Fábrica do Inglês, em Silves, corre o risco de fechar as portas, encontrando-se em situação de "falência técnica". Nasceu há cerca de uma dezena de anos com o objectivo de vir a ser uma referência turística na região, recebeu 500 mil euros a fundo perdido, mas não vingou. A dívida da empresa atinge os 6,5 milhões de euros, "sem possibilidade de honrar os compromissos". A única saída que os empresários encontram, neste momento, é propor à câmara que fique com o imóvel.

O presidente do conselho de administração do empreendimento, José António Silva, é irmão da presidente da autarquia, Isabel Soares (PSD). Na última reunião do executivo - que se reuniu de forma extraordinária para debater este assunto - Silva reconheceu que a situação é "preocupante". "Todas as tentativas para salvar a empresa falharam."

O mesmo responsável admitiu que o empreendimento de lazer, cultura e entretenimento só cumpriu os objectivos durante os dois primeiros anos, "tendo colocado Silves na agenda do entretenimento do Algarve". Agora, caso não seja a autarquia a dar uma ajuda, afirmou, terá de "fechar nos próximos dias".

Uma das situações que contribuíram para o falhanço do projecto, justifica José António Silva, tem a ver com a concorrência das autarquias vizinhas, nomeadamente Monchique e Albufeira, que promovem "gratuitamente" eventos culturais e de animação. "Encontra-se, pois, esgotado o modelo económico da Fábrica", conclui aquele responsável.

Os vereadores do Partido Socialista colocam reticências à viabilização de um projecto privado com dinheiro público. "Reconhecemos a importância [do empreendimento] a nível pessoal, mas estão em causa dinheiros públicos e há que ter muito cuidado nas soluções a tomar", dizem.

Ajuda pública sem consenso

Sobre a eventual aquisição do imóvel por parte do município o socialista Fernando Serpa lembrou que a câmara contraiu, há pouco tempo, um empréstimo de 15 milhões de euros para pagar a fornecedores, razão pela qual, no seu entender, não estará em condições para assumir mais um dívida para salvar um projecto privado. "Não me parece possível adquirir este espaço", argumentou.

O vice-presidente da câmara Rogério Pinto, que presidiu à reuniu, afirmou: "Nós, políticos, temos a responsabilidade, embora não tenhamos sido nós a criar o problema. Devemos tentar esgotar todas as soluções possíveis."

Na próxima reunião de câmara, quarta-feira, o assunto regressa à agenda. Os custos mínimos, para manter a porta aberta, rondam os 11 mil euros por mês. "Ou negociamos com a banca a entrega do património, ou pedimos a insolvência atendendo à actual situação económica, pois estamos perante uma insolvência técnica", afirmou José António Silva, referindo que no dia 18 de Novembro foi pedido uma moratória aos bancos, que não obteve resposta.

A vereadora da CDU, Rosa Palma, defende a necessidade de manter o espaço aberto, lembrando a importância afectiva e o interesse cultural do Museu da Cortiça, uma infra-estrutura que faz parte da Fábrica do Inglês.
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De manuelfernandes9 a 08.12.2009 às 01:15

Com um pouco de imaginação penso que não será dificil convencer o Grupo Amorim a resolver este problema.
A corticeira Amorim lucrou no 3º trimestre 5,7 E e domina o mercado mundial da cortiça.
Para alem do seu museu do Fundador poderia adquirir este espaço
em Silves para uma maior divulgação internacional dos seus produtos.
Agora digam lá que o neo-liberalismo não tem soluções boas.

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