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Nos momentos difíceis aqueles que realmente se importam com este concelho e com as suas gentes não fogem às suas responsabilidades. É por isso com naturalidade que vejo alguns daqueles que andavam em “low profile”, desgostosos e desiludidos com o rumo que levamos, aparecerem e contribuírem para que alguma coisa finalmente mude.

António Guerreiro foi o último a fazê-lo, colocando on-line este fim-de-semana o blog “Apontamentos Políticos”. O professor universitário, e candidato à CMS pelo Partido Socialista no final dos anos 90, vive como poucos este concelho e é por isso que me congratulo com a notícia de voltar à actividade política visível. Mas existem outros fora do mundo virtual que já perceberam a importância de participar de forma mais activa na definição do futuro deste concelho e desta nação.

O pragmatismo obriga-nos a traçar um paralelismo entre o que se passa no país e o que se passa no concelho de Silves. Ambos são governados há demasiado tempo pelos mesmos interesses. E esses interesses estão escandalosamente adulterados na sua ordem natural: primeiro as pessoas, depois o país e por fim o partido. Sá Carneiro dizia, com a sabedoria dos grandes líderes, “primeiro o país, depois o PSD”. O que temos tido, em Silves e em Portugal, é o partido (e as pessoas do partido) sempre primeiro. É tempo do PS, nacional, e do PSD, em Silves, passarem por uma “desintoxicação de poder”… de um afastamento que leve com eles os “jobs”, os vícios, os esquemas e o rasto de destruição que deixam atrás de si.

Tão podres como o poder estão as respectivas oposições. A de Lisboa tem um líder ainda em fase definição de personalidade mas nas suas costas preparam-se já os esquemas para o assalto ao poder traçando a estratégia em prol dos interesses políticos do PSD. Em Silves é o mesmo de sempre, pessoas que de 4 em 4 anos usam o partido para chegar ao objectivo e de imediato passam a agir por “conta própria”, alinhando às terças e quintas com uns e às segundas, quartas e sextas com outros.

A “jusante” disto temos uma eleição presidencial em curso. Cavaco Silva, também ele sempre com o “Eu” à frente de tudo o resto, prepara a reeleição perante o candidato do Bloco de Esquerda. Surpresa será apenas se Fernando Nobre fizer melhor do que Alegre em 2006 (o que eu pessoalmente acho que vai acontecer) numa prova de que as pessoas estão fartas das lógicas partidárias reinantes.

Perante este cenário é de assinalar e louvar quem toma a decisão de contribuir para mudar as coisas participando activamente na discussão dos problemas. Bem vindo António Guerreiro, fica ali nos links a ligação ao teu blog!

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