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O energúmeno

16.12.10

 Tive hoje a tarefa de entregar no “Castelo de Sonhos”, em Silves, uma quantidade considerável de roupas e brinquedos destinados a tornar mais quente e alegre o Natal de muitas famílias carenciadas. O local de descarga foi a sede da Associação, num edifício contíguo a um dos estaleiros municipais, numa rua de 1 só sentido e com espaço muito reduzido para a circulação automóvel. Como trazíamos 5 carros ligeiros apinhados de sacos e caixotes resolvi entrar com o meu carro pelo estaleiro (que tinha os portões abertos e espaço para estacionar 2 camiões) e sair para perguntar se seria viável deixar ali os carros enquanto fazíamos a descarga.

Fui a correr à Associação e voltei também a correr porque me disseram que não haveria problema. Quando chego ao carro lá estava o energúmeno. Impecavelmente vestido, de mãos nos bolsos e muito irritado com o meu descaramento de parar ali o carro sem lhe ter perguntado se podia. Dizia-me que era o “responsável” e que o carro não podia estar ali. Expliquei-lhe que apenas queríamos descarregar material para o “Castelo de Sonhos” mas a “besta” mostrava-se irredutível. Ali era ele o chefe e preferia o parque vazio a contribuir para facilitar a vida a alguns munícipes e a ajudar por essa forma muitos outros. Com a intervenção do pessoal do “Castelo de Sonhos” o energúmeno, sem nunca tirar as mãos dos bolsos, retirou-se para o seu “posto de chefia” a ranger os dentes, deixando claro que pela sua vontade iríamos deixar o carro junto às piscinas municipais. Lá se manteve impávido e sereno, no desempenho da sua importante “tarefa de chefia”, enquanto nós e as senhoras da associação transportávamos pesadas caixas e sacos em passo de corrida.

O energúmeno é apenas mais um, entre tantos chefes frustrados que temos na Administração Pública. Não fazem nada o dia todo, são muito bem pagos, têm imensas regalias e em troca brindam-nos com um comportamento merdoso. Fiquei com o estômago às voltas, aquela besta conseguiu estragar-me o dia!

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